O autor emprega no texto formas figuradas para inferir sobre “prisão” / “prisões”.
Marque a alternativa em cujo enunciado NÃO acontece este artifício linguístico.
A
[...] alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e oprimem a existência.
B
As verdadeiras prisões, não raro, se encontram dentro de nós mesmos.
C
É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas.
D
Não existe sistema carcerário mais complexo e hermético do que o coração [...].
E
Nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas.