{"id":98391,"date":"2025-02-14T16:13:24","date_gmt":"2025-02-14T19:13:24","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=98391"},"modified":"2025-02-14T16:13:29","modified_gmt":"2025-02-14T19:13:29","slug":"terceirizacao-administracao-publica-empregado-fiscalizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/terceirizacao-administracao-publica-empregado-fiscalizacao\/","title":{"rendered":"Terceiriza\u00e7\u00e3o na Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica: cabe ao empregado provar m\u00e1 fiscaliza\u00e7\u00e3o decide STF"},"content":{"rendered":"\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu em 13 de fevereiro de 2025, que <strong><em>compete ao empregado terceirizado o \u00f4nus de provar eventuais falhas na fiscaliza\u00e7\u00e3o dos contratos pela administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica<\/em><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta decis\u00e3o, proferida no \u00e2mbito do Tema 1.118 da repercuss\u00e3o geral, representa o desfecho de uma longa trajet\u00f3ria jurisprudencial que merece uma compreens\u00e3o em sua totalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos fazer uma an\u00e1lise jur\u00eddica das implica\u00e7\u00f5es dessa decis\u00e3o. \u00c9 um tema MUITO cara de prova!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-terceirizacao\"><span id=\"terceirizacao\">Terceiriza\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:38% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1020\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-1024x1020.jpg\" alt=\"Terceiriza\u00e7\u00e3o\" class=\"wp-image-73728 size-full\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-1024x1020.jpg 1024w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-300x300.jpg 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-150x149.jpg 150w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-768x765.jpg 768w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-80x80.jpg 80w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-380x379.jpg 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-800x797.jpg 800w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-24x24.jpg 24w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-48x48.jpg 48w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato-96x96.jpg 96w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/23211954\/contrato.jpg 1060w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>A terceiriza\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito p\u00fablico em geral realiza-se por meio de contratos administrativos de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, celebrados entre o ente p\u00fablico e o prestador privado.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>A regra geral, de sede constitucional, \u00e9 de que tais contratos sejam resultantes de um procedimento licitat\u00f3rio.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>E, uma vez celebrado o contrato, como voc\u00eas sabem, a Lei 8.666 atribuiu \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica o dever de <strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#b75a18\" class=\"has-inline-color\">fiscalizar os contratos administrativos<\/mark><\/strong> que vier a celebrar (no mesmo sentido a Lei 14.133\/2021):\u00a0<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">A execu\u00e7\u00e3o do contrato dever\u00e1 ser acompanhada e <strong>fiscalizada por um representante da Administra\u00e7\u00e3o <\/strong>especialmente designado, permitida a contrata\u00e7\u00e3o de terceiros para assisti-lo e subsidi\u00e1-lo de informa\u00e7\u00f5es pertinentes a essa atribui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/pre>\n\n\n\n<p>Quem desempenha esta atribui\u00e7\u00e3o \u00e9 um servidor, muitas vezes chamado de \u201cfiscal de contrato\u201d ou \u201cgestor de contrato\u201d.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando esta atribui\u00e7\u00e3o, o TST vinha entendendo que, caso esta fiscaliza\u00e7\u00e3o <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#b75a18\" class=\"has-inline-color\"><strong>n\u00e3o<\/strong> <\/mark>fosse realizada de forma adequada, a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica poderia ser chamada a responder pelos cr\u00e9ditos trabalhistas n\u00e3o pagos aos terceirizados.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#dddddd\"><strong>Exemplo<\/strong>: o Tribunal 234 contratou a empresa XYZ para prestar servi\u00e7os de vigil\u00e2ncia. Pois bem, tal empresa decretou sua fal\u00eancia e deixou de pagar uma s\u00e9rie de direitos aos seus empregados que prestavam servi\u00e7os \u00e0quele Tribunal.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o TST vinha entendendo que, caso o Tribunal n\u00e3o houvesse fiscalizado de forma adequada a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, o pr\u00f3prio Tribunal 234 poderia ser chamado a responder pelos direitos dos empregados da empresa XYZ.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste aspecto conv\u00e9m mencionar as culpas <em>in eligendo<\/em> e <em>in vigilando<\/em>.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O conceito de culpa <em>in eligendo<\/em> decorre do tomador de servi\u00e7os ter elegido mal seu prestador de servi\u00e7os, que n\u00e3o cumpriu suas obriga\u00e7\u00f5es perante os empregados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A culpa in <em>vigilando<\/em> se relaciona \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o deficiente da tomadora, que permitiu a pr\u00e1tica de irregularidades trabalhistas por parte da prestadora. Isso implica em sua responsabilidade subsidi\u00e1ria.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-responsabilidade-subsidiaria\"><span id=\"responsabilidade-subsidiaria\">Responsabilidade subsidi\u00e1ria<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Para que o tomador de servi\u00e7os seja responsabilizado subsidiariamente EM face de obriga\u00e7\u00f5es trabalhista oriundas da terceiriza\u00e7\u00e3o, este deve ter participado da rela\u00e7\u00e3o processual e deve constar tamb\u00e9m do t\u00edtulo executivo judicial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo em vista evolu\u00e7\u00e3o jurisprudencial com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica em terceiriza\u00e7\u00f5es, em 2011 o TST inseriu o item V na S\u00famula 331. O dispositivo trata especificamente da responsabilidade subsidi\u00e1ria de \u00f3rg\u00e3o e entidades p\u00fablicos:\u00a0<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">SUM-331, V - Os entes integrantes da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica direta e indireta respondem subsidiariamente, nas mesmas condi\u00e7\u00f5es do item IV, caso evidenciada a sua <strong>conduta culposa no cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es da Lei n.\u00ba 8.666<\/strong>, de 21.06.1993, especialmente na fiscaliza\u00e7\u00e3o do cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es contratuais e legais da prestadora de servi\u00e7o como empregadora. A aludida responsabilidade <strong>n\u00e3o<\/strong> decorre de mero inadimplemento das obriga\u00e7\u00f5es trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada.&nbsp;<\/pre>\n\n\n\n<p>Esta altera\u00e7\u00e3o decorreu de a\u00e7\u00e3o judicial (A\u00e7\u00e3o Declarat\u00f3ria de Constitucionalidade &#8211; ADC) envolvendo a Lei 8.666\/93, tamb\u00e9m chamada de Lei de Licita\u00e7\u00f5es e Contratos (LLC), que em seu art. 71 disp\u00f5e:<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">Lei 8.666\/93, art. 71.\u00a0 O contratado \u00e9 respons\u00e1vel pelos encargos trabalhistas, previdenci\u00e1rios, fiscais e comerciais resultantes da execu\u00e7\u00e3o do contrato.\u00a0<br><br>\u00a7 1\u00ba A inadimpl\u00eancia do contratado, com refer\u00eancia aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais n\u00e3o transfere \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica a responsabilidade por seu pagamento, nem poder\u00e1 onerar o objeto do contrato ou restringir a regulariza\u00e7\u00e3o e o uso das obras e edifica\u00e7\u00f5es, inclusive perante o Registro de Im\u00f3veis.<\/pre>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a LLC estabelece que a Administra\u00e7\u00e3o contratante fiscalizar\u00e1 a execu\u00e7\u00e3o do contrato e o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es contratuais da empresa contratada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, o item V deixa claro que a responsabiliza\u00e7\u00e3o do ente p\u00fablico \u201c<strong>n\u00e3o<\/strong> decorre de mero inadimplemento das obriga\u00e7\u00f5es trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada\u201d, mas ter\u00e1 lugar quando se verifique que o ente p\u00fablico contratante aja de forma culposa no cumprimento (descumprimento, no caso) de sua obriga\u00e7\u00e3o de fiscalizar o contato \u2013 configurar-se-\u00e3o, neste caso, as culpas <em>in eligendo<\/em> e <em>in vigilando<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em outro giro, no julgamento do RE n\u00ba 760.931\/DF, com repercuss\u00e3o geral reconhecida, o STF firmou a tese de que:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">o inadimplemento dos encargos trabalhistas dos empregados do contratado <strong>n\u00e3o transfere automaticamente <\/strong>ao Poder P\u00fablico contratante a responsabilidade pelo seu pagamento, seja em car\u00e1ter solid\u00e1rio ou subsidi\u00e1rio, nos termos do art. 71, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 8.666\/93&nbsp;(RE 760.931)<\/pre>\n\n\n\n<p>Isto porque o STF entendeu que a <strong>responsabiliza\u00e7\u00e3o do ente p\u00fablico apenas est\u00e1 autorizada quando <mark style=\"background-color:#fcb900\" class=\"has-inline-color\">comprovada a aus\u00eancia de fiscaliza\u00e7\u00e3o quanto ao cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es trabalhistas pela prestadora<\/mark><\/strong>.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fiscalizacao\"><span id=\"fiscalizacao\">Fiscaliza\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#dddddd\">E quem det\u00e9m o \u00f4nus de comprovar a realiza\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o? Ou de provar a inexist\u00eancia de fiscaliza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Perceba, no julgamento do RE 760.931, o Supremo fixou tese reafirmando que o mero inadimplemento n\u00e3o transfere automaticamente a responsabilidade ao poder p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, a decis\u00e3o n\u00e3o esclareceu definitivamente a quem competiria o \u00f4nus de provar a falha na fiscaliza\u00e7\u00e3o, gerando interpreta\u00e7\u00f5es divergentes nos tribunais trabalhistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background\" style=\"background-color:#dddddd\">Foi justamente isso que o STF decidiu agora.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, vinha se entendendo que a defini\u00e7\u00e3o do \u00f4nus da prova caberia ao TST, diante de sua natureza eminentemente infraconstitucional. E, nesse sentido, vinha defendendo o TST que a <strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#b75a18\" class=\"has-inline-color\">Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica<\/mark> <\/strong>\u00e9<strong> quem detinha o \u00f4nus de provar <\/strong>que fiscalizou diligentemente os contratos por ela firmados.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o havendo tal comprova\u00e7\u00e3o, o poder p\u00fablico seria chamado a responder em car\u00e1ter subsidi\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, tal entendimento acabava apequenando o entendimento do STF no sentido de que a Administra\u00e7\u00e3o n\u00e3o responderia automaticamente. Isto porque, caso n\u00e3o houvesse provas de fiscaliza\u00e7\u00e3o adequada, haveria a responsabiliza\u00e7\u00e3o subsidi\u00e1ria do poder p\u00fablico &#8220;automaticamente&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre que, a partir de setembro de 2020, interpretando-se julgados do STF, o TST curvou-se \u00e0 tese de que \u00e9 <strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#b75a18\" class=\"has-inline-color\">do empregado<\/mark> <\/strong>(e n\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica) o <strong>\u00f4nus de se comprovar a culpa <em>in vigilando<\/em> da Administra\u00e7\u00e3o<\/strong>:\u00a0<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">3. Ademais, ambas as Turmas do STF, apreciando reclama\u00e7\u00f5es contra decis\u00f5es do TST, vencidos os Min. Marco Aur\u00e9lio e Rosa Webrer, deixaram claro que, de acordo com o figurino dos precedentes vinculantes do STF quanto ao Tema 246, \u00e9 <strong>do reclamante o \u00f4nus da prova da culpa in vigilando da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica<\/strong> (cfr. AgRg-ED-Rcl 36.836-MA, 1\u00aa Turma, Red. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 14\/2\/2020; AgRg-Rcl 37.035-MA, 2\u00aa Turma, Rel. Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgado em 19\/12\/2019). 4. Assim, a regra \u00e9 a n\u00e3o responsabiliza\u00e7\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica pelos cr\u00e9ditos judiciais trabalhistas de empregados terceirizados, e a contemporiza\u00e7\u00e3o do STF, abrindo exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra, fica limitada e balizada pelas decis\u00f5es da pr\u00f3pria Suprema Corte, que, portanto<strong>, n\u00e3o comportam elastecimento por parte da Justi\u00e7a do Trabalho<\/strong>.\u00a0\u00a0\n\nTST-RR-83- 97.2018.5.20.0003, 4\u00aa Turma, rel. Min. Ives Gandra Martins Filho, julgado em 29\/9\/2020. Informativo TST 226.\u00a0<\/pre>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-e-agora-o-que-decidiu-o-stf\"><span id=\"e-agora-o-que-decidiu-o-stf\"><em>E, agora, o que decidiu o STF?<\/em><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>1)De in\u00edcio, o trabalhador precisa provar que a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica falhou na fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Isto \u00e9, n\u00e3o basta presumir essa falha <strong>- \u00e9 necess\u00e1rio demonstrar que o poder p\u00fablico agiu de forma negligente ou que sua conduta causou preju\u00edzo ao empregado<\/strong>.<\/pre>\n\n\n\n<p>2)Como isso pode ser feito?<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Nessa linha, a neglig\u00eancia se comprova quando a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica n\u00e3o age ap\u00f3s receber <strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#b75a18\" class=\"has-inline-color\">aviso formal<\/mark><\/strong> de que a empresa n\u00e3o est\u00e1 cumprindo suas obriga\u00e7\u00f5es trabalhistas.<\/pre>\n\n\n\n<p>O aviso pode vir do pr\u00f3prio trabalhador, do sindicato, do Minist\u00e9rio do Trabalho, do Minist\u00e9rio P\u00fablico, da Defensoria P\u00fablica ou de outra fonte v\u00e1lida.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que, o poder p\u00fablico continua respons\u00e1vel pelas condi\u00e7\u00f5es de trabalho quando o servi\u00e7o acontece em suas instala\u00e7\u00f5es, incluindo seguran\u00e7a, higiene e salubridade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a administra\u00e7\u00e3o deve verificar se a empresa terceirizada tem capital social compat\u00edvel com o n\u00famero de funcion\u00e1rios. Ela tamb\u00e9m deve criar mecanismos para garantir o pagamento das verbas trabalhistas, como condicionar seus pagamentos \u00e0 comprova\u00e7\u00e3o dessas obriga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, vale ressaltar que os Ministros Zanin e Dino concordaram com o resultado. Por\u00e9m, lembraram que o juiz pode, em casos espec\u00edficos, determinar que a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica apresente as provas, conforme prev\u00ea o art. 373 do C\u00f3digo de Processo Civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Cair\u00e1 n\u00e3o, DESPENCAR\u00c1.<\/p>\n\n\n\n<p>Um abra\u00e7o!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"h-quer-saber-quais-serao-os-proximos-concursos\"><span id=\"quer-saber-quais-serao-os-proximos-concursos\">Quer saber quais ser\u00e3o os pr\u00f3ximos concursos?<\/span><\/h2>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse has-text-align-center\">Confira nossos&nbsp;<a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/\" target=\"_blank\" >artigos para Carreiras Jur\u00eddicas<\/a>!<\/pre>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-3ffc9057f2314ec15f13b132eefb20e4\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-abertos\/\" target=\"_blank\" >Concursos p\u00fablicos abertos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-0ddcc3bba7dead06242e688a17e9e277\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-2025-carreiras-juridicas\/\" target=\"_blank\" >Concursos 2025<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu em 13 de fevereiro de 2025, que compete ao empregado terceirizado 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Mestre em Direito Pol\u00edtico e Econ\u00f4mico na Mackenzie-SP. Graduado em Direito pela Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco, com conclus\u00e3o pelo regime de Aproveitamento Extraordin\u00e1rio nos Estudos (art. 47, \u00a7 2\u00ba, da Lei n\u00ba 9.394\/96). Ex-Assessor de Desembargador no TJPE. Procurador da Fazenda Nacional. Integra voluntariamente a Coordena\u00e7\u00e3o de Assuntos Estrat\u00e9gicos Judiciais da PGFN. Professor do Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica, Estrat\u00e9gia OAB e Buscador Dizer o Direito. Autor do livro \u201cReforma Tribut\u00e1ria Comentada e Esquematizada\u201d, \"Manual de Processo Tribut\u00e1rio: Administrativo e Judicial\" pela editora Juspodivm Parecerista na Revista de Estudos Jur\u00eddicos do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (REJuriSTJ)","sameAs":["http:\/\/lattes.cnpq.br\/5755137268084324","https:\/\/www.instagram.com\/felipe_duque\/","https:\/\/br.linkedin.com\/in\/felipe-duque-56954638","https:\/\/x.com\/https:\/\/x.com\/ProfessorDuque","https:\/\/www.youtube.com\/@felipeduque-experienciasco5797"],"url":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/author\/felipe-duque\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98391","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/93"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=98391"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98391\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":98404,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98391\/revisions\/98404"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/98396"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=98391"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=98391"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=98391"},{"taxonomy":"tax_estado","embeddable":true,"href":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tax_estado?post=98391"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}