{"id":63878,"date":"2024-07-11T08:00:00","date_gmt":"2024-07-11T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=63878"},"modified":"2024-07-02T22:03:59","modified_gmt":"2024-07-03T01:03:59","slug":"coisa-julgada-progressiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/coisa-julgada-progressiva\/","title":{"rendered":"Coisa julgada progressiva: STF e STJ"},"content":{"rendered":"\n<p>Hoje, vamos conhecer um pouco a respeito da chamada <strong>coisa julgada progressiva<\/strong>, em aten\u00e7\u00e3o \u00e0 jurisprud\u00eancia do STF e STJ. Daremos enfoque aos temas mais cobrados na \u00e1rea dos concursos de carreira jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos l\u00e1!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"423\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada.jpg\" alt=\"Coisa julgada progressiva\" class=\"wp-image-63881\" style=\"width:680px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada.jpg 900w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada-300x141.jpg 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada-768x361.jpg 768w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada-380x179.jpg 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada-800x376.jpg 800w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/22141031\/Coisa-julgada-150x71.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Coisa julgada progressiva<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-coisa-julgada-progressiva-conceitos-iniciais\"><span id=\"1-coisa-julgada-progressiva-conceitos-iniciais\">1. Coisa julgada progressiva: conceitos iniciais<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>O conceito de coisa julgada pode ser extra\u00eddo dos arts. 502 do <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/L13105compilada.htm\" target=\"_blank\" >CPC<\/a><\/strong> e 6\u00b0, \u00a7 3, da <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del4657compilado.htm\" target=\"_blank\" ><strong>LINDB<\/strong><\/a>. Nesse sentido:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>CPC, art. 502.<\/strong> Denomina-se coisa julgada material a <strong>autoridade<\/strong> que torna <strong>imut\u00e1vel <\/strong>e <strong>indiscut\u00edvel<\/strong> a <strong>decis\u00e3o de m\u00e9rito <\/strong><span style=\"text-decoration: underline;\">n\u00e3o mais sujeita a recurso<\/span>.<br><br><strong>LINDB<\/strong> , <strong>art. 6\u00b0<br>\u00a7 3\u00ba &#8211;<\/strong> Chama-se coisa julgada ou caso julgado a decis\u00e3o judicial de que j\u00e1 <span style=\"text-decoration: underline;\">n\u00e3o caiba recurso<\/span>.&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>A coisa julgada pode ser classificada em:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Coisa julgada formal:<\/strong> verifica-se quando a autoridade de imutabilidade da decis\u00e3o recai sobre decis\u00e3o que n\u00e3o aprecia o m\u00e9rito. Tem efeitos apenas dentro do processo, ou seja, a deic\u00e3o \u00e9 indiscut\u00edvel dentro do processo que a originou, mas pode ser debatida em um novo processo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Coisa julgada material<\/strong>: verifica-se quando a autoridade de imutabilidade da decis\u00e3o recai sobre decis\u00e3o que aprecia o m\u00e9rito (conte\u00fado). Tem efeitos fora do processo, ou seja, a decis\u00e3o \u00e9 indiscut\u00edvel dentro e fora do processo que a originou, n\u00e3o podendo ser debatida em novo processo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sobre-a-coisa-julgada-o-cpc-de-2015-estabelece-os-seguintes-regramentos\"><span id=\"sobre-a-coisa-julgada-o-cpc-de-2015-estabelece-os-seguintes-regramentos\"><strong>Sobre a coisa julgada, o CPC de 2015 estabelece os seguintes regramentos:<\/strong><\/span><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 502<\/strong> <strong>&#8211;<\/strong> Denomina-se coisa julgada <strong>material<\/strong> a autoridade que torna imut\u00e1vel e indiscut\u00edvel a decis\u00e3o de m\u00e9rito n\u00e3o mais sujeita a recurso.<br><br><strong>Art. 503<\/strong> <strong>&#8211;<\/strong> A decis\u00e3o que julgar total ou parcialmente o m\u00e9rito tem for\u00e7a de lei nos limites da quest\u00e3o principal expressamente decidida.<br><br><strong>Art. 506<\/strong> <strong>&#8211;<\/strong> A senten\u00e7a faz coisa julgada \u00e0s partes entre as quais \u00e9 dada, <span style=\"text-decoration: underline\">n\u00e3o prejudicando terceiros<\/span>.<br><br><strong>Art. 507 &#8211; <\/strong>\u00c9 vedado \u00e0 parte discutir no curso do processo as quest\u00f5es j\u00e1 decididas a cujo respeito se operou a preclus\u00e3o.<br><a href=\"http:\/\/corpus927.enfam.jus.br\/legislacao\/cpc-15#art-508\" target=\"_blank\" ><\/a><br><strong>Art. 508 &#8211;<\/strong> Transitada em julgado a decis\u00e3o de m\u00e9rito, considerar-se-\u00e3o deduzidas e repelidas todas as alega\u00e7\u00f5es e as defesas que a parte poderia opor tanto ao acolhimento quanto \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o do pedido.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-coisa-julgada-progressiva-teoria-dos-capitulos-da-sentenca\"><span id=\"2-coisa-julgada-progressiva-teoria-dos-capitulos-da-sentenca\">2. Coisa julgada progressiva: teoria dos cap\u00edtulos da senten\u00e7a<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>A <span style=\"text-decoration: underline;\">coisa julgada progressiva<\/span>, tamb\u00e9m conhecida como <span style=\"text-decoration: underline\">coisa julgada PARCIAL<\/span>, deriva da <strong>teoria dos cap\u00edtulos da senten\u00e7a<\/strong>. Segundo essa teoria, a <strong>parte dispositiva <\/strong>dos pronunciamentos judiciais s\u00e3o divididos em cap\u00edtulos de acordo com os pedidos realizados na peti\u00e7\u00e3o inicial. Assim, por exemplo, caso o autor fa\u00e7a tr\u00eas pedidos, a senten\u00e7a ter\u00e1 tr\u00eas cap\u00edtulos na parte dispositiva.<\/p>\n\n\n\n<p>A teoria dos cap\u00edtulos da senten\u00e7a representa o reconhecimento de que uma senten\u00e7a pode ser constitu\u00edda por mais de uma decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cap\u00edtulos das senten\u00e7as podem ser classificados em:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Homog\u00eaneos<\/strong>: quando versam sobre quest\u00f5es da mesma natureza. Exemplo: cap\u00edtulo que versa sobre v\u00e1rias quest\u00f5es de m\u00e9rito;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Heterog\u00eaneos<\/strong>: quando versam sobre quest\u00f5es de natureza distinta. Exemplo: cap\u00edtulo que  versa sobre quest\u00e3o de m\u00e9rito e preliminares processuais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>OBS.:<\/strong> a senten\u00e7a somente \u00e9 dividida em cap\u00edtulos na sua <strong>parte dispositiva<\/strong>, j\u00e1 que \u00e9 nesta parte que o juiz estabelece as solu\u00e7\u00f5es da pretens\u00e3o deduzida em ju\u00edzo. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATEN\u00c7\u00c3O:<\/strong> para a aplica\u00e7\u00e3o da teoria dos cap\u00edtulos da senten\u00e7a, os cap\u00edtulos devem ser dotados de <strong><span style=\"text-decoration: underline\">AUTONOMIA E INDENPEND\u00caNCIA<\/span><\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, questiona-se: a <span style=\"text-decoration: underline;\">teoria dos cap\u00edtulos da senten\u00e7a<\/span> foi admitida pelo CPC de 2015? Analisando o nosso ordenamento jur\u00eddico, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que sim. Corroborando o exposto, o CPC assim estabelece:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 966<\/strong>, <strong>\u00a7 3\u00ba &#8211; <\/strong>A a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria pode ter por objeto apenas 1 (um) <strong><span style=\"text-decoration: underline\">cap\u00edtulo<\/span><\/strong> da decis\u00e3o.<br><br><strong>Art. 1.013, \u00a7 1\u00ba &#8211;<\/strong> Ser\u00e3o, por\u00e9m, objeto de aprecia\u00e7\u00e3o e julgamento pelo tribunal todas as quest\u00f5es suscitadas e discutidas no processo, ainda que n\u00e3o tenham sido solucionadas, desde que relativas ao <strong><span style=\"text-decoration: underline\">cap\u00edtulo<\/span> <\/strong>impugnado.<br><br><strong>Art. 1.034<\/strong>, <strong>p. \u00fanico.<\/strong> Admitido o recurso extraordin\u00e1rio ou o recurso especial por um fundamento, devolve-se ao tribunal superior o conhecimento dos demais fundamentos para a solu\u00e7\u00e3o do <strong><span style=\"text-decoration: underline\">cap\u00edtulo<\/span> <\/strong>impugnado.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-coisa-julgada-progressiva-definicao-e-fundamentos\"><span id=\"3-coisa-julgada-progressiva-definicao-e-fundamentos\">3. Coisa julgada progressiva: defini\u00e7\u00e3o e fundamentos<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>coisa julgada progressiva<\/strong> pode ser definida como a autoridade de imutabilidade que vai se formando ao <span style=\"text-decoration: underline\">longo do processo<\/span>, de forma <span style=\"text-decoration: underline\">paulatina<\/span>, na medida em que os cap\u00edtulos da senten\u00e7a <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">N\u00c3O<\/span> v\u00e3o sendo impugnados<\/strong>. Assim, consequentemente, alguns cap\u00edtulos <strong>n\u00e3o<\/strong> impugnados podem transitar em julgado em momento distinto dos cap\u00edtulos que foram impugnados.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ponto, questiona-se: o CPC de 2015 admitiu a chamada <span style=\"text-decoration: underline;\">coisa julgada progressiva<\/span>? Sim. \u00c9 o que podemos concluir da an\u00e1lise dos seguintes artigos do referido diploma legal:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 356 &#8211;<\/strong> O juiz <strong><span style=\"text-decoration: underline\">decidir\u00e1 parcialmente o m\u00e9rito<\/span><\/strong> quando um ou mais dos pedidos formulados ou parcela deles:<br><strong>I &#8211; <\/strong>mostrar-se incontroverso;<br><strong>II &#8211; <\/strong>estiver em condi\u00e7\u00f5es de imediato julgamento, nos termos do art. 355 .<br>(&#8230;)<br><strong>\u00a7 2\u00ba <\/strong>A parte poder\u00e1 liquidar ou executar, desde logo, a obriga\u00e7\u00e3o reconhecida na <strong><span style=\"text-decoration: underline\">decis\u00e3o que julgar parcialmente o m\u00e9rito<\/span><\/strong>, independentemente de cau\u00e7\u00e3o, ainda que haja recurso contra essa interposto.<br><strong>\u00a7 3\u00ba <\/strong>Na hip\u00f3tese do \u00a7 2\u00ba, se houver tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o, a execu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 definitiva.<br><br><strong>Art. 523 &#8211;<\/strong> No caso de condena\u00e7\u00e3o em quantia certa, ou j\u00e1 fixada em liquida\u00e7\u00e3o, e no caso de decis\u00e3o sobre <strong><span style=\"text-decoration: underline\">parcela incontroversa<\/span><\/strong>, o cumprimento definitivo da senten\u00e7a far-se-\u00e1 a requerimento do exequente, sendo o executado intimado para pagar o d\u00e9bito, no prazo de 15 (quinze) dias, acrescido de custas, se houver.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>A coisa julgada progressiva \u00e9 admitida com base nos seguintes <strong>fundamentos<\/strong>:  <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">efetividade da presta\u00e7\u00e3o jurisdicional<\/span> e <\/li>\n\n\n\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">razo\u00e1vel dura\u00e7\u00e3o do processo<\/span>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-coisa-julgada-progressiva-questoes-praticas\"><span id=\"4-coisa-julgada-progressiva-questoes-praticas\">4. Coisa julgada progressiva: quest\u00f5es pr\u00e1ticas<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Qual seria a consequ\u00eancia pr\u00e1tica de se dividir a senten\u00e7a em cap\u00edtulos? A consequ\u00eancia pode influir nos seguintes institutos processuais:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline\">RECURSO<\/span><\/strong>: existe a possibilidade de o recurso abranger apenas <span style=\"text-decoration: underline;\">alguns cap\u00edtulos da senten\u00e7a<\/span>, de modo que o tr\u00e2nsito em julgado ocorreria somente em rela\u00e7\u00e3o aos cap\u00edtulos n\u00e3o impugnados;<\/li>\n\n\n\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline\">A\u00c7\u00c3O RESCIS\u00d3RIA<\/span><\/strong>: existe a possibilidade de a a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria ser ajuizada em momentos distintos contra a mesma decis\u00e3o, j\u00e1 que o tr\u00e2nsito em julgado dos seus cap\u00edtulos pode ocorrer em tempos diversos. Como consequ\u00eancia, pode-se afirmar que o prazo decadencial da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria varia de acordo com o tr\u00e2nsito em julgado dos cap\u00edtulos. Nesse sentido: s\u00famula 514 do STF.<\/li>\n\n\n\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline\">EXECU\u00c7\u00c3O<\/span><\/strong>: existe a possibilidade de a parte executar a parte incontroversa da senten\u00e7a, isto \u00e9, o cap\u00edtulo que j\u00e1 transitou em julgado.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-entendimento-do-stf\"><span id=\"5-entendimento-do-stf\">5. Entendimento do STF<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Existem duas s\u00famulas do STF que corroboram a possibilidade da coisa julgada progressiva. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>S\u00famula 514 do STF &#8211;<\/strong> Admite-se a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria contra senten\u00e7a transitada em julgado, ainda que contra ela n\u00e3o se tenha esgotado todos os recursos.<br><br><strong>S\u00famula 354 do STF &#8211;<\/strong> Em caso de embargos infringentes parciais, \u00e9 definitiva a parte da decis\u00e3o embargada em que n\u00e3o houve diverg\u00eancia na vota\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Ademais, o STF j\u00e1 amitiu a possibilidade da exist\u00eancia da coisa julgada progressiva em seus julgados. Nesse sentido, assim decidiu a Suprema Corte (ACO 1990 AgR):<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>FORMA\u00c7\u00c3O\u00a0<em>PROGRESSIVA<\/em>\u00a0DA\u00a0<em>COISA JULGADA<\/em>\u00a0<\/strong>\u2013 DOUTRINA \u2013 CONSEQUENTE IMPOSI\u00c7\u00c3O, AO ESTADO-MEMBRO, DE LIMITA\u00c7\u00d5ES DE ORDEM JUR\u00cdDICA \u2013 BLOQUEIO DE RECURSOS \u2013 RISCO \u00c0 NORMAL EXECU\u00c7\u00c3O, NO PLANO LOCAL, DE SERVI\u00c7OS P\u00daBLICOS ESSENCIAIS \u00c0 COLETIVIDADE \u2013 SITUA\u00c7\u00c3O DE POTENCIALIDADE DANOSA AO INTERESSE P\u00daBLICO \u2013 PRECEDENTES \u2013 PARECER DA PROCURADORIA-GERAL DA REP\u00daBLICA PELO N\u00c3O PROVIMENTO DA IMPUGNA\u00c7\u00c3O RECURSAL \u2013 RECURSO DE AGRAVO IMPROVIDO. DA TEORIA DOS CAP\u00cdTULOS DE SENTEN\u00c7A \u2013 Mostra-se vi\u00e1vel, em face da <strong>teoria dos cap\u00edtulos de senten\u00e7a<\/strong>, reconhecer, no instrumento sentencial, pluralidade de decis\u00f5es, cada qual incidindo sobre um <strong>objeto aut\u00f4nomo do processo<\/strong>, a justificar, portanto, na linha de antigo magist\u00e9rio jurisprudencial desta Suprema Corte (RTJ 103\/472, Rel. Min. CORDEIRO GUERRA, v.g.), a possibilidade de <strong><span style=\"text-decoration: underline\"><mark style=\"background-color:#8ed1fc\" class=\"has-inline-color\">forma\u00e7\u00e3o\u00a0<em>progressiva<\/em>\u00a0da\u00a0<em>coisa julgada<\/em><\/mark><\/span><\/strong>. <\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-entendimento-do-stj\"><span id=\"6-entendimento-do-stj\">6. Entendimento do STJ<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>O STJ, seguindo a mesma linha de entendimento do STF em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 coisa julgada progressiva, proferiu a seguinte decis\u00e3o admitindo a coisa julgada progressiva (AgInt no AgInt no REsp 2038959\/PR): <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>A sistem\u00e1tica do C\u00f3dex Processual, ao albergar a\u00a0<strong><mark style=\"background-color:#8ed1fc\" class=\"has-inline-color\">coisa julgada progressiva<\/mark><\/strong>\u00a0e autorizar o cumprimento definitivo de parcela incontroversa da senten\u00e7a condenat\u00f3ria, privilegia os comandos da <strong><span style=\"text-decoration: underline\">efetividade da presta\u00e7\u00e3o jurisdicional<\/span><\/strong> e da <strong><span style=\"text-decoration: underline\">razo\u00e1vel dura\u00e7\u00e3o do processo<\/span><\/strong> (art. 5\u00ba, LXXVIII, da CF\/1988 e 4\u00ba do CPC\/2015), bem como prestigia o pr\u00f3prio princ\u00edpio dispositivo (art. 2\u00ba do CPC\/15).<br>No caso dos autos, a decis\u00e3o que reformou a senten\u00e7a e concedeu o parcial provimento \u00e0 Apela\u00e7\u00e3o no Mandado de Seguran\u00e7a Coletivo deu-se na vig\u00eancia do CPC\/2015, como tamb\u00e9m seu tr\u00e2nsito em julgado, quando n\u00e3o mais vigorava o princ\u00edpio da unicidade de julgamento.<br>Portanto, plenamente poss\u00edvel a execu\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo da Senten\u00e7a que tratava sobre o direito de exclus\u00e3o do ICMS sobre PIS e COFINS (Tema 69 de Repercuss\u00e3o Geral do STF) , sobretudo considerando que o tr\u00e2nsito em julgado do referido Tema, ocorrido em 9 de setembro de 2021.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-resumo\"><span id=\"7-resumo\">7. Resumo<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Abaixo, sintetizamos as informa\u00e7\u00f5es essenciais acerca da coisa julgada progressiva para facilitar a absor\u00e7\u00e3o do tema:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Conceito<\/strong><\/td><td>A <strong>coisa julgada progressiva<\/strong>, tamb\u00e9m chamada de <strong>coisa julgada parcial<\/strong>, pode ser definida como a autoridade de imutabilidade que vai se formando ao <span style=\"text-decoration: underline\">longo do processo<\/span>, de forma <span style=\"text-decoration: underline\">paulatina<\/span>, na medida em que os cap\u00edtulos da senten\u00e7a <strong>n\u00e3o <\/strong>v\u00e3o sendo impugnados.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Fundamentos<\/strong><\/td><td>A coisa julgada progressiva \u00e9 admitida com base nos seguintes fundamentos:  <strong><span style=\"text-decoration: underline\">efetividade da presta\u00e7\u00e3o jurisdicional<\/span><\/strong> e <strong><span style=\"text-decoration: underline\">razo\u00e1vel dura\u00e7\u00e3o do processo<\/span><\/strong>.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Implica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas<\/strong><\/td><td>A coisa julgada progressiva tem implica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas nos recursos, na a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria e na execu\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Entendimento jurisprudencial<\/strong><\/td><td>O STF e o STJ admitem a forma\u00e7\u00e3o da coisa julgada progressiva.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conclusao\"><span id=\"conclusao\">Conclus\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Hoje, vimos um pouco a respeito da chamada <strong>coisa julgada progressiva<\/strong> \u00e0 luz da atual jurisprud\u00eancia do <strong>STF e STJ<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por ora, finalizamos mais um tema empolgante para os que almejam a sonhada carreira jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Advertimos que <strong>esse artigo<\/strong>, juntamente com as quest\u00f5es do <a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/#\" target=\"_blank\" ><u><strong>Sistema de Quest\u00f5es do Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica<\/strong><\/u><\/a>, serve como complemento ao estudo do tema proposto, devendo-se priorizar o material te\u00f3rico, em <strong>PDF<\/strong> ou <strong>videoaula<\/strong>, do curso.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Quer saber mais sobre os pr\u00f3ximos concursos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Confira nossos artigos!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-abertos-carreiras-juridicas\/\" target=\"_blank\" ><strong>Concursos abertos<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-2024-carreiras-juridicas\/\"><strong>Concursos 2024<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Hoje, vamos conhecer um pouco a respeito da chamada coisa julgada progressiva, em aten\u00e7\u00e3o \u00e0 jurisprud\u00eancia do STF&hellip;\n","protected":false},"author":127,"featured_media":63881,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,29,27,26,24,25],"tags":[],"tax_estado":[30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51,52,53,54,55,56,57],"class_list":{"0":"post-63878","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-carreiras-juridicas","8":"category-cartorio","9":"category-defensoria","10":"category-magistratura","11":"category-procuradoria","12":"category-promotoria","13":"tax_estado-ac","14":"tax_estado-al","15":"tax_estado-am","16":"tax_estado-ap","17":"tax_estado-ba","18":"tax_estado-ce","19":"tax_estado-concursos-federais","20":"tax_estado-df","21":"tax_estado-es","22":"tax_estado-go","23":"tax_estado-ma","24":"tax_estado-mg","25":"tax_estado-ms","26":"tax_estado-mt","27":"tax_estado-pa","28":"tax_estado-pb","29":"tax_estado-pe","30":"tax_estado-pi","31":"tax_estado-pr","32":"tax_estado-rj","33":"tax_estado-rn","34":"tax_estado-ro","35":"tax_estado-rr","36":"tax_estado-rs","37":"tax_estado-sc","38":"tax_estado-se","39":"tax_estado-sp","40":"tax_estado-to"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - 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