{"id":62884,"date":"2024-06-23T11:00:00","date_gmt":"2024-06-23T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=62884"},"modified":"2024-06-03T21:54:53","modified_gmt":"2024-06-04T00:54:53","slug":"regime-separacao-obrigatoria-bens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/regime-separacao-obrigatoria-bens\/","title":{"rendered":"Regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria aos maiores 70 anos: STF"},"content":{"rendered":"\n<p>Hoje, vamos conhecer um pouco a respeito de importante <strong>decis\u00e3o do STF  acerca da possibilidade de afastamento do regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas maiores de 70 anos<\/strong>. Daremos enfoque aos temas mais cobrados na \u00e1rea dos concursos de carreira jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos l\u00e1!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"680\" height=\"410\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/16173448\/reggg.jpg\" alt=\"Regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens\" class=\"wp-image-63212\" style=\"width:501px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/16173448\/reggg.jpg 680w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/16173448\/reggg-300x180.jpg 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/16173448\/reggg-380x229.jpg 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/16173448\/reggg-150x90.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-regime-de-separacao-obrigatoria-de-bens-tese-do-stf\"><span id=\"1-regime-de-separacao-obrigatoria-de-bens-tese-do-stf\">1. Regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens: tese do STF<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Acerca do regime de bens envolvendo as pessoas maiores de 70 anos, o STF &#8211; em sede de repercuss\u00e3o geral (ARE 1.309.642\/SP, 02\/02\/24) &#8211; fixou a seguinte tese:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Nos casamentos e uni\u00f5es est\u00e1veis envolvendo pessoa maior de 70 anos, o regime de separa\u00e7\u00e3o de bens previsto no artigo 1.641, II, do C\u00f3digo Civil, <strong>pode <\/strong>ser <strong><mark style=\"background-color:#8ed1fc\" class=\"has-inline-color\">AFASTADO<\/mark> <\/strong>por expressa manifesta\u00e7\u00e3o de vontade das partes mediante <strong><span style=\"text-decoration: underline\">escritura p\u00fablica<\/span><\/strong> .<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-regime-de-separacao-obrigatoria-de-bens-fundamentos-da-decisao\"><span id=\"2-regime-de-separacao-obrigatoria-de-bens-fundamentos-da-decisao\">2. Regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens: fundamentos da decis\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o do STF foi proferida com base nos seguintes fundamentos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Autodetermina\u00e7\u00e3o das pessoas idosas<\/strong> <strong>e dignidade da pessoa humana<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Segundo o Ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, a obrigatoriedade da separa\u00e7\u00e3o de bens apenas em fun\u00e7\u00e3o da idade impede que pessoas capazes para praticar atos da vida civil definam qual o regime de casamento ou uni\u00e3o est\u00e1vel mais adequado, ferindo a sua autonomia da vontade de forma desarrazoada e a sua dignidade humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, para garantir a efetiva autodetermina\u00e7\u00e3o das pessoas idosas, \u00e9 necess\u00e1rio conferir a elas o poder de decis\u00e3o quanto ao regime de bens.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Princ\u00edpio da igualdade e veda\u00e7\u00e3o \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No que tange \u00e0 autonomia de escolha do regime de bens, n\u00e3o existe qualquer justificativa que legitime a discrimina\u00e7\u00e3o da pessoa maior de 70 anos. A discrimina\u00e7\u00e3o por idade \u00e9 expressamente proibida pela <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm\">Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica<\/a><\/strong> como um dos <strong>objetivos<\/strong> da Rep\u00fablica Federativa do Brasil. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>CRFB<\/strong><br><strong>Art. 3\u00ba &#8211;<\/strong> Constituem objetivos fundamentais da Rep\u00fablica Federativa do Brasil:<br><strong>IV &#8211;<\/strong> promover o bem de todos, <strong>sem preconceitos <\/strong>de origem, ra\u00e7a, sexo, cor, <strong>idade<\/strong> e quaisquer outras formas de discrimina\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>No mesmo sentido, assim disp\u00f5e o Estatuto da Pessoa Idosa (<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2003\/l10.741.htm\" target=\"_blank\" >Lei 10.741\/03<\/a>):<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 4\u00ba do Estatuto da Pessoa Idosa &#8211;<\/strong>  Nenhuma pessoa idosa ser\u00e1 objeto de qualquer tipo de neglig\u00eancia, <strong><span style=\"text-decoration: underline\">discrimina\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong>, viol\u00eancia, crueldade ou opress\u00e3o, e todo atentado aos seus direitos, por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o, ser\u00e1 punido na forma da lei.&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-regime-de-separacao-obrigatoria-de-bens-interpretacao-conforme-a-constituicao\"><span id=\"3-regime-de-separacao-obrigatoria-de-bens-interpretacao-conforme-a-constituicao\">3. Regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens: interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>A tese fixada pelo STF foi estabelecida com base em <strong>interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o <\/strong>do <strong>art. 1641, II, do CC<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>CC<br>Art. 1.641. <\/strong>\u00c9 obrigat\u00f3rio o regime da separa\u00e7\u00e3o de bens no casamento:<br><strong>II \u2013 <\/strong>da pessoa maior de 70 (setenta) anos;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Com efeito, decidiu o STF que o dispositivo legal destacado permanece v\u00e1lido no nosso ordenamento jur\u00eddico, por\u00e9m passa a ter sentido de <strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">norma DISPOSITIVA<\/mark><\/span><\/strong>. Trata-se de <strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><mark style=\"background-color:#8ed1fc\" class=\"has-inline-color\">regime legal FACULTATIVO<\/mark><\/span><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens poder\u00e1 ser afastado por manifesta\u00e7\u00e3o de vontade das partes (escritura p\u00fablica) e cuja altera\u00e7\u00e3o, quando houver, produzir\u00e1 EFEITOS PATRIMONIAIS apenas para o FUTURO.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria somente ir\u00e1 prevalecer \u00e0 falta de conven\u00e7\u00e3o em sentido diverso pelas partes, em que ambas estejam de acordo. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-modulacao-dos-efeitos\"><span id=\"4-modulacao-dos-efeitos\">4. Modula\u00e7\u00e3o dos efeitos<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o STF, para casamentos ou uni\u00f5es est\u00e1veis firmadas antes do julgamento em estudo, o casal poder\u00e1 manifestar ao <strong>juiz<\/strong> ou ao <strong>cart\u00f3rio<\/strong> &#8211; <span style=\"text-decoration: underline;\">a partir de agora<\/span> &#8211;  o desejo de mudan\u00e7a no atual modelo de regime de bens. Note que \u00e9 necess\u00e1ria <span style=\"text-decoration: underline\">autoriza\u00e7\u00e3o judicial<\/span> (no caso do casamento) ou manifesta\u00e7\u00e3o em <span style=\"text-decoration: underline\">escritura p\u00fablica<\/span> (no caso da uni\u00e3o est\u00e1vel). <\/p>\n\n\n\n<p>Nesses casos, no entanto, s\u00f3 haver\u00e1 impacto na divis\u00e3o do patrim\u00f4nio <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">a partir da mudan\u00e7a<\/span><\/strong>, <strong>n\u00e3o afetando o per\u00edodo anterior do relacionamento<\/strong> quando havia separa\u00e7\u00e3o de bens.<\/p>\n\n\n\n<p>A modula\u00e7\u00e3o de efeitos foi feita em respeito ao <span style=\"text-decoration: underline;\">princ\u00edpio da seguran\u00e7a jur\u00eddica<\/span> para que a mudan\u00e7a passe a valer somente nos <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">casos futuros<\/span><\/strong>, sem afetar processos de heran\u00e7a ou divis\u00e3o de bens que j\u00e1 estejam em andamento. Assim, a decis\u00e3o possui <strong>efeitos prospectivos<\/strong>, n\u00e3o afetando as situa\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas j\u00e1 definitivamente constitu\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATEN\u00c7\u00c3O: <\/strong>a escritura p\u00fablica que estabelece ou altera o regime de bens tem efeitos apenas a partir da lavratura do ato, n\u00e3o podendo retroagir para atingir patrim\u00f4nios adquiridos anteriormente a sua confec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-separacao-legal-ou-obrigatoria-x-separacao-convencional-ou-absoluta\"><span id=\"5-separacao-legal-ou-obrigatoria-x-separacao-convencional-ou-absoluta\">5. Separa\u00e7\u00e3o legal ou obrigat\u00f3ria x separa\u00e7\u00e3o convencional ou absoluta<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Existem diferen\u00e7as jur\u00eddicas entre a separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria e a separa\u00e7\u00e3o convencional. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-imposicao-x-escolha\"><span id=\"5-1-imposicao-x-escolha\">5.1. Imposi\u00e7\u00e3o x escolha<\/span><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-separacao-legal\"><span id=\"separacao-legal\"><strong>Separa\u00e7\u00e3o legal<\/strong><\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>No que tange ao regime de bens da separa\u00e7\u00e3o legal, tem-se que ela \u00e9 imposta pela <strong><span style=\"text-decoration: underline\">lei<\/span><\/strong>. Conforme o art. 1.641 do C\u00f3digo Civil, tal regime \u00e9 estabelecido nas seguintes hip\u00f3teses:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 1.641, CC <\/strong>&#8211; \u00c9 <strong>obrigat\u00f3rio<\/strong> o regime da separa\u00e7\u00e3o de bens no casamento:<br><strong>I &#8211; <\/strong>das pessoas que o contra\u00edrem com <span style=\"text-decoration: underline;\">inobserv\u00e2ncia das <strong>causas suspensivas<\/strong><\/span> da celebra\u00e7\u00e3o do casamento;<br><strong>II \u2013 <\/strong>da pessoa <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">maior de 70 (setenta) anos<\/span><\/strong>;<br><strong>III &#8211; <\/strong>de todos os que dependerem, para casar, de <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">suprimento judicial<\/span><\/strong>.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>ATEN\u00c7\u00c3O<\/strong>: a regra do art. 1.641, II, do CC, tamb\u00e9m \u00e9 aplic\u00e1vel \u00e0 <strong>uni\u00e3o est\u00e1vel<\/strong>, apesar de o <em>caput <\/em>fazer refer\u00eancia apenas ao instituto do casamento. Nesse sentido, assim disp\u00f5e a s\u00famula 665 do STJ:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>S\u00famula 655 do STJ &#8211; <\/strong>Aplica-se \u00e0 <strong>uni\u00e3o est\u00e1vel<\/strong> contra\u00edda por <span style=\"text-decoration: underline;\">septuagen\u00e1rio<\/span> o&nbsp;regime&nbsp;da separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens, comunicando-se os adquiridos na const\u00e2ncia, quando comprovado o esfor\u00e7o comum.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-separacao-convencional\"><span id=\"separacao-convencional\">Separa\u00e7\u00e3o convencional <\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a separa\u00e7\u00e3o convencional \u00e9 escolhida livremente pelos c\u00f4njuges e formalizada atrav\u00e9s da lavratura de <span style=\"text-decoration: underline;\">pacto antenupcial<\/span>. Sobre tal regime, assim disp\u00f5e o C\u00f3digo Civil:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 1.687, CC<\/strong> &#8211; <strong>Estipulada<\/strong> a separa\u00e7\u00e3o de bens, estes permanecer\u00e3o sob a administra\u00e7\u00e3o exclusiva de cada um dos c\u00f4njuges, que os poder\u00e1 livremente alienar ou gravar de \u00f4nus real.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-comunicabilidade-de-bens-durante-o-casamento-e-no-divorcio\"><span id=\"5-2-comunicabilidade-de-bens-durante-o-casamento-e-no-divorcio\">5.2. Comunicabilidade de bens durante o casamento e no div\u00f3rcio<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Outra grande diferen\u00e7a reside na quest\u00e3o da comunicabilidade dos bens. Esta regra ter\u00e1 incid\u00eancia <strong>durante a const\u00e2ncia do casamento<\/strong> e no momento do <strong>div\u00f3rcio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-separacao-legal-0\"><span id=\"separacao-legal-2\">Separa\u00e7\u00e3o legal <\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Na separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria ocorre a <span style=\"text-decoration: underline;\">comunica\u00e7\u00e3o<\/span> dos bens adquiridos de forma onerosa e durante o casamento, <strong>desde que comprovado que, para a sua aquisi\u00e7\u00e3o, houve o esfor\u00e7o comum<\/strong>. Nesse sentido, assim disp\u00f5e as s\u00famulas 377 do STF e 665 do STJ (esta \u00faltima, j\u00e1 destacada acima): <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>S\u00famula 377-STF<\/strong> &#8211; No<mark style=\"background-color:#ffffff\" class=\"has-inline-color\">&nbsp;<\/mark>regime de&nbsp;<mark style=\"background-color:#ffffff\" class=\"has-inline-color\"><strong>separa\u00e7\u00e3o legal<\/strong> de bens, comunicam-se os adquiridos na const\u00e2ncia do casamento.<\/mark><br><br><strong>S\u00famula 655 do STJ &#8211; <\/strong>Aplica-se \u00e0 <strong>uni\u00e3o est\u00e1vel<\/strong> contra\u00edda por <span style=\"text-decoration: underline;\">septuagen\u00e1rio<\/span> o&nbsp;regime&nbsp;da separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens, comunicando-se os adquiridos na const\u00e2ncia, quando <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">comprovado o esfor\u00e7o comum<\/span><\/strong>.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>ATEN\u00c7\u00c3O<\/strong>: <strong><span style=\"text-decoration: underline\">n\u00e3o existe a presun\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong> que os bens adquiridos durante o casamento ou a uni\u00e3o est\u00e1vel foram obtidos com o esfor\u00e7o comum. <strong><span style=\"text-decoration: underline\">Deve haver PROVA<\/span><span style=\"text-decoration: underline;\"> efetiva<\/span> <\/strong>nesse sentido.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o tema, recentemente, assim decidiu o STJ:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>No&nbsp;regime&nbsp;da&nbsp;separa\u00e7\u00e3o&nbsp;legal, comunicam-se os bens adquiridos na const\u00e2ncia do casamento ou da uni\u00e3o est\u00e1vel, <strong>desde que&nbsp;comprovado&nbsp;o&nbsp;esfor\u00e7o comum&nbsp;para sua aquisi\u00e7\u00e3o<\/strong>. <br>Na hip\u00f3tese, o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido, soberano no exame da mat\u00e9ria f\u00e1tico-probat\u00f3ria, concluiu que n\u00e3o houve prova, sequer indici\u00e1ria, de que a recorrente tenha contribu\u00eddo para a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens que pretende sejam partilhados e que pudesse revelar a exist\u00eancia de&nbsp;esfor\u00e7o comum,&nbsp;a despeito de \u00e0 parte ter sido oportunizada a produ\u00e7\u00e3o das referidas provas, ainda que em \u00e2mbito de cogni\u00e7\u00e3o mais restritivo t\u00edpico das a\u00e7\u00f5es de invent\u00e1rio (STJ, REsp 2017064 \/ SP, 11\/04\/23).<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-separacao-convencional-0\"><span id=\"separacao-convencional-2\">Separa\u00e7\u00e3o convencional<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Por outro lado, <strong>n\u00e3o h\u00e1 comunica\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nios<\/strong> na separa\u00e7\u00e3o convencional, ainda que os bens sejam adquiridos de forma onerosa e por esfor\u00e7o comum durante a const\u00e2ncia do casamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, o STJ:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>O regime de separa\u00e7\u00e3o convencional de bens mant\u00e9m isolados os patrim\u00f4nios dos c\u00f4njuges acumulados <span style=\"text-decoration: underline;\">antes e <strong>durante<\/strong> o casamento<\/span>. Os bens acumulados durante o matrim\u00f4nio tamb\u00e9m n\u00e3o se comunicam. N\u00e3o se aplica ao caso a&nbsp;s\u00famula 377&nbsp;do STF (STJ, processo em segredo de justi\u00e7a, 2016).<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-3-sucessao\"><span id=\"5-3-sucessao\">5.3. Sucess\u00e3o<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Por fim, h\u00e1 diferen\u00e7a tamb\u00e9m no que tange \u00e0 sucess\u00e3o de bens nos dois regimes. Esta regra ter\u00e1 incid\u00eancia no momento do <strong>falecimento<\/strong> de um dos c\u00f4njuges.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-separacao-legal-1\"><span id=\"separacao-legal-3\">Separa\u00e7\u00e3o legal<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>No regime da separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria prevalece que n\u00e3o existe direito \u00e0 heran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao c\u00f4njuge sup\u00e9rstite. Existe apenas o <strong>direito \u00e0 mea\u00e7\u00e3o <\/strong>quanto aos bens que foram adquiridos de forma onerosa, desde que sejam obtidos <span style=\"text-decoration: underline;\">durante<\/span> o casamento e que haja comprova\u00e7\u00e3o de integra\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio do casal atrav\u00e9s do <span style=\"text-decoration: underline;\">esfor\u00e7o comum<\/span> de ambos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-separacao-convencional-1\"><span id=\"separacao-convencional-3\">Separa\u00e7\u00e3o convencional <\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>J\u00e1 na separa\u00e7\u00e3o convencional prevalece que existe o <strong>direito \u00e0 heran\u00e7a<\/strong>, de forma que o c\u00f4njuge sobrevivente, na condi\u00e7\u00e3o de <em>herdeiro necess\u00e1rio<\/em>, concorrer\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o a <strong>todo<\/strong> o patrim\u00f4nio deixado pelo casal junto com os <span style=\"text-decoration: underline;\">demais herdeiros<\/span>.<\/p>\n\n\n\n<p>As conclus\u00f5es acima podem ser extra\u00eddas do seguinte artigo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Art. 1.829 do CC.<\/strong> A sucess\u00e3o leg\u00edtima defere-se na ordem seguinte:<br><strong>I &#8211;<\/strong> aos descendentes, em concorr\u00eancia com o <strong>c\u00f4njuge sobrevivente<\/strong>, <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">salvo<\/span><\/strong> se casado este com o falecido no regime da comunh\u00e3o universal, ou no da <strong>separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria<\/strong> de bens (art. 1.640, par\u00e1grafo \u00fanico); ou se, no regime da comunh\u00e3o parcial, o autor da heran\u00e7a <strong>n\u00e3o <\/strong>houver deixado <strong>bens particulares<\/strong>;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-4-quadro-resumo-das-diferencas\"><span id=\"5-4-quadro-resumo-das-diferencas\">5.4. Quadro resumo das diferen\u00e7as<\/span><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>SEPARA\u00c7\u00c3O LEGAL<\/strong><\/td><td><strong>SEPARA\u00c7\u00c3O CONVENCIONAL<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Imposi\u00e7\u00e3o da <strong>lei<\/strong>, cujas hip\u00f3teses est\u00e3o previstas no<strong> <\/strong>art. 1.641 do C\u00f3digo Civil.<\/td><td>N\u00e3o h\u00e1 imposi\u00e7\u00e3o da lei, mas livre <strong>escolha<\/strong> pelos c\u00f4njuges, sendo formalizada atrav\u00e9s da lavratura de <span style=\"text-decoration: underline;\">pacto antenupcial<\/span>.<\/td><\/tr><tr><td><span style=\"text-decoration: underline;\">Durante o casamento e no div\u00f3rcio<\/span>: h\u00e1 <strong>comunica\u00e7\u00e3o<\/strong> dos bens adquiridos de forma onerosa durante o casamento, <strong>desde que comprovado o esfor\u00e7o comum<\/strong>.<\/td><td><span style=\"text-decoration: underline;\">Durante o casamento e no div\u00f3rcio<\/span>: <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">n\u00e3o<\/span> <\/strong>existe <strong>comunica\u00e7\u00e3o <\/strong>de bens.<\/td><\/tr><tr><td><span style=\"text-decoration: underline;\">Falecimento de um dos c\u00f4njuges<\/span>: n\u00e3o h\u00e1 direito \u00e0 heran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao c\u00f4njuge sup\u00e9rstite. H\u00e1 <strong>direito \u00e0 mea\u00e7\u00e3o <\/strong>quanto aos bens adquiridos de forma onerosa durante o casamento, mas <strong>desde que comprovado o esfor\u00e7o comum<\/strong>.<\/td><td><span style=\"text-decoration: underline;\">Falecimento de um dos c\u00f4njuges<\/span>: h\u00e1 <strong>direito \u00e0 heran\u00e7a<\/strong>, concorrendo o c\u00f4njuge sobrevivente, junto com os demais herdeiros, em rela\u00e7\u00e3o a todo o patrim\u00f4nio deixado pelo casal.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conclusao\"><span id=\"conclusao\">Conclus\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Hoje, vimos um pouco a respeito de importante <strong>decis\u00e3o do STF acerca da possibilidade de afastamento do regime de separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens \u00e0s pessoas maiores de 70 anos<\/strong><mark style=\"background-color:#ffffff\" class=\"has-inline-color\">, bem como acerca de relevantes assuntos correlatos.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p>Por ora, finalizamos mais um tema empolgante para os que almejam a sonhada carreira jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Advertimos que <strong>esse artigo<\/strong>, juntamente com as quest\u00f5es do <a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/#\" target=\"_blank\" ><u><strong>Sistema de Quest\u00f5es do Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica<\/strong><\/u><\/a>, serve como complemento ao estudo do tema proposto, devendo-se priorizar o material te\u00f3rico, em <strong>PDF<\/strong> ou <strong>videoaula<\/strong>, do curso.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Quer saber mais sobre os pr\u00f3ximos concursos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Confira nossos artigos!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-abertos-carreiras-juridicas\/\" target=\"_blank\" >Concursos abertos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-2024-carreiras-juridicas\/\">Concursos 2024<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Hoje, vamos conhecer um pouco a respeito de importante decis\u00e3o do STF acerca da possibilidade de afastamento 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