{"id":41862,"date":"2023-07-17T21:19:34","date_gmt":"2023-07-18T00:19:34","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=41862"},"modified":"2023-07-17T21:19:37","modified_gmt":"2023-07-18T00:19:37","slug":"prova-comentada-direito-tributario-pgm-natal-rn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/prova-comentada-direito-tributario-pgm-natal-rn\/","title":{"rendered":"Prova comentada Direito Tribut\u00e1rio PGM Natal RN"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo certo?!<\/p>\n\n\n\n<p>Em 16\/07\/2023, foi aplicada a prova objetiva do concurso p\u00fablico para <strong>Procurador do Munic\u00edpio de Natal<\/strong>. Assim que encerrada, nosso time de professores elaborou o gabarito extraoficial, que, agora, ser\u00e1 apresentado juntamente com a nossa <strong>PROVA COMENTADA<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Este material visa a auxili\u00e1-los na aferi\u00e7\u00e3o das notas, elabora\u00e7\u00e3o de eventuais recursos, verifica\u00e7\u00e3o das chances de avan\u00e7o para fase discursiva, bem como na revis\u00e3o do conte\u00fado cobrado no certame.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde j\u00e1, destacamos que nosso time de professores identificou 5 quest\u00f5es pass\u00edveis de recurso, por apresentarem duas ou nenhuma alternativa correta, como veremos adiante. No tipo de prova comentado, trata-se das quest\u00f5es 19, 63, 68, 70 e 84.<\/p>\n\n\n\n<p>De modo complementar, elaboramos tamb\u00e9m o <strong><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/cadernos-e-simulados\/simulados\/fec24c7b-3665-47e5-b454-cef17aed7377\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">RANKING de Procurador do Munic\u00edpio de Natal<\/a><\/strong>, em que nossos alunos e seguidores poder\u00e3o inserir suas respostas \u00e0 prova, e, ao final, aferir sua nota, de acordo com o gabarito elaborado por nossos professores. Atrav\u00e9s do ranking, tamb\u00e9m poderemos estimar a nota de corte da 1\u00ba fase. Essa ferramenta \u00e9 gratuita e, para participar, basta clicar no link abaixo:<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, montamos um caderno para nossos seguidores, alunos ou n\u00e3o, verem os coment\u00e1rios e comentar as quest\u00f5es da prova. Clique <strong><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/cadernos-e-simulados\/cadernos\/7705a7bb-1d43-49ce-a5ab-2a2e7ff2d6b9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">AQUI<\/a> <\/strong>e veja!<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, comentaremos a prova, as quest\u00f5es mais pol\u00eamicas, as possibilidades de recurso, bem como a estimativa da nota de corte no <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@EstrategiaCarreiraJuridica\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\"><strong>TERM\u00d4METRO P\u00d3S-PROVA<\/strong>, <\/a>no nosso canal do Youtube. Inscreva-se e ative as notifica\u00e7\u00f5es!<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00eas tamb\u00e9m poder\u00e3o acompanhar todos os eventos atrav\u00e9s deste link:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/gabarito-extraoficial-pgm-natal\/\">Gabarito Extraoficial &#8211; Procurador do Munic\u00edpio de Natal (estrategia.com)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color\" id=\"h-prova-comentada-direito-tributario-pgm-natal-rn\"><span id=\"prova-comentada-direito-tributario-pgm-natal-rn\">Prova comentada Direito Tribut\u00e1rio PGM Natal RN<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 27. Conforme a jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal (STF), o imposto sobre servi\u00e7os (ISS) incide sobre<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I &#8211; contratos de franquia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II &#8211; servi\u00e7os prestados por planos de sa\u00fade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III &#8211; distribui\u00e7\u00e3o e venda de bilhetes de loteria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Apenas o item I est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Apenas o item II est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apenas os itens I e III est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Apenas os itens II e III est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Todos os itens est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O Item I est\u00e1 correto, conforme jurisprud\u00eancia do STF: \u201cO Imposto sobre Servi\u00e7os de Qualquer Natureza (ISSQN) incide sobre o contrato de franquia em virtude da natureza h\u00edbrida do contrato de franquia. STF. Plen\u00e1rio. RE 603.136\/RJ, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 29\/05\/2020.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Item II est\u00e1 correto, conforme jurisprud\u00eancia do STF: \u201cAs operadoras de planos de sa\u00fade realizam presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o sujeita ao Imposto Sobre Servi\u00e7os de Qualquer Natureza &#8211; ISSQN, previsto no art. 156, III, da CF\/88. STF. Plen\u00e1rio. RE 651703\/PR, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 29\/09\/2016 (repercuss\u00e3o geral).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Item III est\u00e1 correto, conforme jurisprud\u00eancia do STF: \u201c\u00c9 constitucional a incid\u00eancia de ISS sobre servi\u00e7os de distribui\u00e7\u00e3o e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cart\u00f5es, pules ou cupons de apostas, sorteios e pr\u00eamios (item 19 da Lista de Servi\u00e7os Anexa \u00e0 Lei Complementar 116\/2003). Nesta situa\u00e7\u00e3o, a base de c\u00e1lculo do ISS \u00e9 o valor a ser remunerado pela presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, independentemente da cobran\u00e7a de ingresso, n\u00e3o podendo corresponder ao valor total da aposta. STF. Plen\u00e1rio. RE 634764, Rel. Gilmar Mendes, julgado em 08\/06\/2020 (Repercuss\u00e3o Geral \u2013 Tema 700).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 28. A respeito da den\u00fancia espont\u00e2nea, assinale a op\u00e7\u00e3o correta \u00e0 luz do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN) e da jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A obriga\u00e7\u00e3o de pagamento do tributo, para fins de caracteriza\u00e7\u00e3o da den\u00fancia espont\u00e2nea, n\u00e3o alcan\u00e7a os respectivos juros de mora.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A exclus\u00e3o da responsabilidade por infra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, mediante a den\u00fancia espont\u00e2nea, independe do pagamento do tributo devido.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Somente o in\u00edcio de processo administrativo poder\u00e1 obstar a caracteriza\u00e7\u00e3o da den\u00fancia espont\u00e2nea.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) N\u00e3o \u00e9 cab\u00edvel a den\u00fancia espont\u00e2nea no caso de contribuinte que efetue, apenas parcialmente, a declara\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito tribut\u00e1rio sujeito a lan\u00e7amento por homologa\u00e7\u00e3o independentemente de retifica\u00e7\u00e3o posterior.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) No caso de confiss\u00e3o de d\u00edvida seguida de parcelamento d\u00e9bito tribut\u00e1rio, n\u00e3o se aplica o benef\u00edcio da den\u00fancia espont\u00e2nea.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A e B est\u00e3o incorretas, de acordo com o art. 138, caput, do CTN: \u201cA responsabilidade \u00e9 exclu\u00edda pela den\u00fancia espont\u00e2nea da infra\u00e7\u00e3o, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou do dep\u00f3sito da import\u00e2ncia arbitrada pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apura\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta, de acordo com o art. 138, par\u00e1grafo \u00fanico, do CTN: \u201cN\u00e3o se considera espont\u00e2nea a den\u00fancia apresentada ap\u00f3s o in\u00edcio de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscaliza\u00e7\u00e3o, relacionados com a infra\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta, de acordo com jurisprud\u00eancia do STJ: \u201c1. A den\u00fancia espont\u00e2nea resta configurada na hip\u00f3tese em que o contribuinte, ap\u00f3s efetuar a declara\u00e7\u00e3o parcial do d\u00e9bito tribut\u00e1rio (sujeito a lan\u00e7amento por homologa\u00e7\u00e3o) acompanhado do respectivo pagamento integral, retifica-a (antes de qualquer procedimento da Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria), noticiando a exist\u00eancia de diferen\u00e7a a maior, cuja quita\u00e7\u00e3o se d\u00e1 concomitantemente. (&#8230;) REsp 1149022\/SP, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA SE\u00c7\u00c3O, julgado em 09\/06\/2010, DJe 24\/06\/2010,\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta, na forma da S\u00famula 208 do TRF: \u201cA simples confiss\u00e3o da d\u00edvida, acompanhada do seu pedido de parcelamento, n\u00e3o configura den\u00fancia espont\u00e2nea.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 29. Consoante a disciplina constitucional atinente \u00e0s imunidades tribut\u00e1rias e a jurisprud\u00eancia do STF acerca desse tema, assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Sociedade de economia mista federal que ocupa bem p\u00fablico da Uni\u00e3o tem direito \u00e0 imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca e, portanto, n\u00e3o se submete \u00e0 compet\u00eancia tribut\u00e1ria do munic\u00edpio em que situado o bem, para fins de cobran\u00e7a de IPTU.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca n\u00e3o se aplica retroativamente, para fins de dispensa da cobran\u00e7a de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios de IPTU decorrentes de fatos geradores pret\u00e9ritos, no caso de sucess\u00e3o, pela Uni\u00e3o, de empresa p\u00fablica federal que exerce atividade econ\u00f4mica em regime concorrencial.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca, al\u00e9m de impedir que os entes p\u00fablicos criem, uns para os outros, obriga\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 cobran\u00e7a de impostos, veda a imposi\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) As sociedades de economia mista delegat\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais fazem jus \u00e0 imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca, exceto se houver a cobran\u00e7a de tarifa como contrapresta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) N\u00e3o se aplica a imunidade tribut\u00e1ria concernente ao IPVA no caso de ve\u00edculo adquirido por munic\u00edpio mediante aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra B<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta, pois de acordo com a Tese de Repercuss\u00e3o Geral 1140 do STF, para que a empresa p\u00fablica ou sociedade de economia mista gozem da imunidade tribut\u00e1ria, dever\u00e3o ser delegat\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais, n\u00e3o distribu\u00edrem lucros a acionistas privados nem oferecerem risco ao equil\u00edbrio concorrencial. N\u00e3o basta, pois, que ocupem bem p\u00fablico da Uni\u00e3o. Veja: \u201cAs empresas p\u00fablicas e as sociedades de economia mista delegat\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais, que n\u00e3o distribuam lucros a acionistas privados nem ofere\u00e7am risco ao equil\u00edbrio concorrencial, s\u00e3o benefici\u00e1rias da imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca prevista no artigo 150, VI, a, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, independentemente de cobran\u00e7a de tarifa como contrapresta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o. (Tema 1140 \u2013 Repercuss\u00e3o Geral).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 correta, conforme decidido pelo STF no julgamento do RE 599176: \u201c\u201cA imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca n\u00e3o exonera o sucessor das obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias relativas aos fatos jur\u00eddicos tribut\u00e1rios ocorridos antes da sucess\u00e3o (aplica\u00e7\u00e3o \u201cretroativa\u201d da imunidade tribut\u00e1ria). STF. Plen\u00e1rio. RE 599176\/PR, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgado em 5\/6\/2014 (repercuss\u00e3o geral)\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta, de acordo com jurisprud\u00eancia do STF: \u201cA imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca (art. 150, VI, \u201ca\u201d, da Constitui\u00e7\u00e3o) impede que os entes p\u00fablicos criem uns para os outros obriga\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 cobran\u00e7a de impostos, mas n\u00e3o veda a imposi\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias. STF. Plen\u00e1rio. ACO 1098, Rel. Roberto Barroso, julgado em 11\/05\/2020.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta, pois de acordo com a Tese de Repercuss\u00e3o Geral 1140 do STF, pode haver cobran\u00e7a de tarifa como contrapresta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o: \u201cAs empresas p\u00fablicas e as sociedades de economia mista delegat\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais, que n\u00e3o distribuam lucros a acionistas privados nem ofere\u00e7am risco ao equil\u00edbrio concorrencial, s\u00e3o benefici\u00e1rias da imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca prevista no artigo 150, VI, a, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, independentemente de cobran\u00e7a de tarifa como contrapresta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o. (Tema 1140 \u2013 Repercuss\u00e3o Geral).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta, conforme decidido pelo STF em sede de repercuss\u00e3o Geral: \u201cN\u00e3o incide IPVA sobre ve\u00edculo automotor adquirido, mediante aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria, por pessoa jur\u00eddica de direito p\u00fablico. STF. Plen\u00e1rio. RE 727851, Rel. Marco Aur\u00e9lio, julgado em 22\/06\/2020 (Repercuss\u00e3o Geral \u2013 Tema 685).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 30. Assinale a op\u00e7\u00e3o em que \u00e9 apresentado meio leg\u00edtimo de suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) seguro garantia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) fian\u00e7a banc\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) remiss\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) transa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) parcelamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>As alternativas A e B est\u00e3o incorretas, pois de acordo com entendimento do STJ, o seguro garantia e a fian\u00e7a banc\u00e1ria apenas suspendem a exigibilidade de cr\u00e9ditos N\u00c3O tribut\u00e1rios: \u201c\u00c9 cab\u00edvel a suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito n\u00e3o tribut\u00e1rio a partir da apresenta\u00e7\u00e3o da fian\u00e7a banc\u00e1ria ou do seguro garantia judicial, desde que em valor n\u00e3o inferior ao do d\u00e9bito constante da inicial, acrescido de trinta por cento. STJ. 1\u00aa Turma. REsp 1381254-PR, Rel. Min. Napole\u00e3o Nunes Maia Filho, julgado em 25\/06\/2019.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta, pois de acordo com art. 156, IV, do CTN, a remiss\u00e3o \u00e9 modalidade de extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio: \u201cExtinguem o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio: IV &#8211; remiss\u00e3o;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta, pois de acordo com art. 156, III, do CTN, a transa\u00e7\u00e3o \u00e9 modalidade de extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio: \u201cExtinguem o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio: III &#8211; transa\u00e7\u00e3o;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta, conforme art. 151, VI, do CTN: \u201cSuspendem a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio: VI \u2013 o parcelamento.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 31. A respeito da norma antielisiva prevista no CTN, julgue os pr\u00f3ximos itens de acordo com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 (CF) e a jurisprud\u00eancia do STF.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I &#8211; Por meio da norma antielisiva, permite-se alterar a defini\u00e7\u00e3o, o conte\u00fado e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II &#8211; A plena aplica\u00e7\u00e3o da norma antielisiva prescinde de regulamenta\u00e7\u00e3o legal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III &#8211; O STF chancelou a constitucionalidade da norma antielisiva prevista no CTN, assentando inexistir incompatibilidade do preceito legal com os princ\u00edpios da legalidade e da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Nenhum item est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Apenas o item II est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apenas o item III est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Apenas os itens I e II est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Apenas os itens I e III est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra C<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O Item I est\u00e1 incorreto, de acordo com art. 110 do CTN: \u201cA lei tribut\u00e1ria n\u00e3o pode alterar a defini\u00e7\u00e3o, o conte\u00fado e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado, utilizados, expressa ou implicitamente, pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal, pelas Constitui\u00e7\u00f5es dos Estados, ou pelas Leis Org\u00e2nicas do Distrito Federal ou dos Munic\u00edpios, para definir ou limitar compet\u00eancias tribut\u00e1rias.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Item II est\u00e1 incorreto, pois conforme disposto no art. 116, par\u00e1grafo \u00fanico, do CTN, \u00e9 necess\u00e1ria lei ordin\u00e1ria: \u201cA autoridade administrativa poder\u00e1 desconsiderar atos ou neg\u00f3cios jur\u00eddicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorr\u00eancia do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordin\u00e1ria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Item III est\u00e1 correto, conforme decidiu o STF no julgamento da ADI 2446: \u201cN\u00e3o viola o texto constitucional a previs\u00e3o contida no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 116 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional. STF. Plen\u00e1rio. ADI 2446\/DF, Rel. Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgado em 8\/4\/2022.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 32. No tocante \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o e \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, assinale a op\u00e7\u00e3o correta segundo o CTN e a jurisprud\u00eancia do STF.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria de cunho expressamente interpretativo pode ser aplicada retroativamente, desde que n\u00e3o implique a imposi\u00e7\u00e3o de penalidade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) N\u00e3o se admite o emprego da analogia no direito tribut\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) \u00c9 poss\u00edvel a aplica\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica da interpreta\u00e7\u00e3o extensiva na aferi\u00e7\u00e3o das hip\u00f3teses pass\u00edveis de exclus\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) A outorga de isen\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria admite interpreta\u00e7\u00e3o ampliativa em favor do contribuinte, com fundamento no princ\u00edpio da isonomia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Os tratados internacionais em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria, na pir\u00e2mide normativa, situam-se abaixo da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria interna.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra A<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 correta, conforme art. 106, I, do CTN: \u201cA lei aplica-se a ato ou fato pret\u00e9rito: I &#8211; em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, exclu\u00edda a aplica\u00e7\u00e3o de penalidade \u00e0 infra\u00e7\u00e3o dos dispositivos interpretados;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta, conforme art. 108, I, do CTN: \u201cNa aus\u00eancia de disposi\u00e7\u00e3o expressa, a autoridade competente para aplicar a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria utilizar\u00e1 sucessivamente, na ordem indicada: I &#8211; a analogia;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta, pois trata-se de interpreta\u00e7\u00e3o literal, conforme art. 111, I, do CTN: \u201cInterpreta-se literalmente a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria que disponha sobre: I &#8211; suspens\u00e3o ou exclus\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta, pois trata-se de interpreta\u00e7\u00e3o literal, conforme art. 111, II, do CTN: \u201cInterpreta-se literalmente a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria que disponha sobre: II &#8211; outorga de isen\u00e7\u00e3o;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta, conforme art. 98 do CTN: \u201cOs tratados e as conven\u00e7\u00f5es internacionais revogam ou modificam a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria interna, e ser\u00e3o observados pela que lhes sobrevenha.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 33. A respeito da disciplina atinente ao ISS, assinale a op\u00e7\u00e3o correta, considerando a CF, a legisla\u00e7\u00e3o de reg\u00eancia e a jurisprud\u00eancia do STF.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) \u00c9 poss\u00edvel a cobran\u00e7a do ISS por meio de metodologia de c\u00e1lculo diferenciada para determinados servi\u00e7os, como a utiliza\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas fixas com base na natureza do servi\u00e7o, n\u00e3o compreendida a import\u00e2ncia paga a t\u00edtulo de remunera\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio labor.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) O ISS n\u00e3o incide sobre atividades mistas, isto \u00e9, aquelas que envolvam, concomitantemente, obriga\u00e7\u00e3o de dar e obriga\u00e7\u00e3o de fazer.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A lista de servi\u00e7os sujeitos \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o pelo ISS, conforme previsto em lei complementar federal, \u00e9 exemplificativa e, portanto, admite interpreta\u00e7\u00e3o extensiva.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) O ISS n\u00e3o incide sobre servi\u00e7os provenientes do exterior nos casos em que exista acordo internacional contra a bitributa\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) A cobran\u00e7a do ISS \u00e9 de compet\u00eancia do munic\u00edpio onde se situa o tomador de servi\u00e7os, consideradas as situa\u00e7\u00f5es nas quais este \u00faltimo esteja localizado em munic\u00edpio diverso daquele onde est\u00e1 estabelecido o prestador de servi\u00e7os.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra A<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 correta. O art. 9\u00ba, \u00a7 1\u00ba, do Decreto-Lei n\u00ba 406\/68, prev\u00ea que os contribuintes que prestam servi\u00e7o sob a forma de trabalho pessoal t\u00eam direito ao regime do chamado \u201cISSQN Fixo\u201d, segundo o qual \u00e9 fixada uma al\u00edquota sem rela\u00e7\u00e3o com o pre\u00e7o do servi\u00e7o. Veja: \u201cA base de c\u00e1lculo do imposto \u00e9 o pre\u00e7o do servi\u00e7o. \u00a7 1\u00ba Quando se tratar de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os sob a forma de trabalho pessoal do pr\u00f3prio contribuinte, o imposto ser\u00e1 calculado, por meio de al\u00edquotas fixas ou vari\u00e1veis, em fun\u00e7\u00e3o da natureza do servi\u00e7o ou de outros fatores pertinentes, nestes n\u00e3o compreendida a import\u00e2ncia paga a t\u00edtulo de remunera\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio trabalho\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O STF, na S\u00famula 663, recepcionou o citado dispositivo: \u201cOs \u00a7\u00a7 1\u00ba e 3\u00ba do art. 9\u00ba do DL 406\/68 foram recebidos pela Constitui\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta, conforme jurisprud\u00eancia do STF: \u201cRecurso Extraordin\u00e1rio. Repercuss\u00e3o geral. Direito Tribut\u00e1rio. Incid\u00eancia do ICMS ou do ISS. Opera\u00e7\u00f5es mistas. Crit\u00e9rio objetivo. Defini\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o em lei complementar. (&#8230;) 1. A Corte tradicionalmente resolve as ambiguidades entre o ISS e o ICMS com base em crit\u00e9rio objetivo: incide apenas o primeiro se o servi\u00e7o est\u00e1 definido por lei complementar como tribut\u00e1vel por tal imposto, ainda que sua presta\u00e7\u00e3o envolva a utiliza\u00e7\u00e3o ou o fornecimento de bens, ressalvadas as exce\u00e7\u00f5es previstas na lei; ou incide apenas o segundo se a opera\u00e7\u00e3o de circula\u00e7\u00e3o de mercadorias envolver servi\u00e7o n\u00e3o definido por aquela lei complementar. (RE 605552\/RS)\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta, conforme decidido pelo STF no julgamento do RE 784.439: \u201c\u00c9 taxativa a lista de servi\u00e7os sujeitos ao ISS a que se refere o art. 156, III da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, admitindo-se, contudo, a incid\u00eancia do tributo sobre atividades inerentes aos servi\u00e7os elencados em lei em raz\u00e3o da interpreta\u00e7\u00e3o extensiva\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. Conforme decidiu o STF no julgamento do RE 688.223, o ISS incide sobre servi\u00e7os provenientes do exterior: \u201c(&#8230;) 4. A opera\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o est\u00e1 prevista no item 1.05 da lista de servi\u00e7os tribut\u00e1veis, al\u00e9m de enquadrar-se na hip\u00f3tese do artigo 1\u00b0, \u00a7 1\u00b0, da LC 116\/2003, que estabelece que o imposto incide tamb\u00e9m sobre o servi\u00e7o proveniente do exterior do Pa\u00eds ou cuja presta\u00e7\u00e3o se tenha iniciado no exterior do Pa\u00eds.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. O imposto ser\u00e1 devido, em regra, no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domic\u00edlio do prestador. \u00c9 o que disp\u00f5e art. 3\u00ba da LC 116\/2003. Mencione-se que no julgamento da ADI 5835, o STF julgou procedente o pedido para declarar a inconstitucionalidade do art. 1\u00ba da Lei Complementar 157\/2016, o qual trazia algumas hip\u00f3teses em que o imposto deveria ser cobrado no domic\u00edlio do tomador de servi\u00e7os. Veja a reda\u00e7\u00e3o do artigo 1\u00ba da LC 157: \u201cArt. 1\u00ba A Lei Complementar no 116, de 31 de julho de 2003, passa a vigorar com as seguintes altera\u00e7\u00f5es: Art. 3\u00ba O servi\u00e7o considera-se prestado, e o imposto, devido, no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domic\u00edlio do prestador, exceto nas hip\u00f3teses previstas nos incisos I a XXV, quando o imposto ser\u00e1 devido no local: (&#8230;) XXIII &#8211; do domic\u00edlio do tomador dos servi\u00e7os dos subitens 4.22, 4.23 e 5.09; XXIV &#8211; do domic\u00edlio do tomador do servi\u00e7o no caso dos servi\u00e7os prestados pelas administradoras de cart\u00e3o de cr\u00e9dito ou d\u00e9bito e demais descritos no subitem 15.01; XXV &#8211; do domic\u00edlio do tomador dos servi\u00e7os dos subitens 10.04 e 15.09.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 34. A respeito dos meios de cobran\u00e7a do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, assinale a op\u00e7\u00e3o correta com base na CF, na legisla\u00e7\u00e3o de reg\u00eancia e na jurisprud\u00eancia dos tribunais superiores.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) N\u00e3o \u00e9 cab\u00edvel, no bojo de exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade, a alega\u00e7\u00e3o de ilegitimidade passiva, considerando-se a execu\u00e7\u00e3o fiscal proposta contra os s\u00f3cios da pessoa jur\u00eddica devedora que figurem como respons\u00e1veis na certid\u00e3o de d\u00edvida ativa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) O protesto de certid\u00f5es de d\u00edvida ativa somente se viabiliza com o crivo do Poder Judici\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) \u00c9 leg\u00edtimo \u00e0 justi\u00e7a estadual, com apoio em normas estaduais que restrinjam o ajuizamento de execu\u00e7\u00f5es fiscais de baixo valor, promover a extin\u00e7\u00e3o de feitos executivos propostos por munic\u00edpios, quando o valor cobrado n\u00e3o atingir o limite de al\u00e7ada previsto na legisla\u00e7\u00e3o estadual.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) A alega\u00e7\u00e3o de determinada mat\u00e9ria de defesa no \u00e2mbito de exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade n\u00e3o impede que a mesma quest\u00e3o seja levantada nos embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, por se tratar de meios aut\u00f4nomos de impugna\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) N\u00e3o se admite a cita\u00e7\u00e3o por edital no \u00e2mbito de execu\u00e7\u00e3o fiscal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra A<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 correta, conforme jurisprud\u00eancia a seguir: \u201c2. Por for\u00e7a do disposto no art. 927 do CPC, deve ser observado o entendimento adotado pelo STJ em sede de recurso repetitivo, a fim de ser julgada incab\u00edvel a exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade direcionada \u00e0 declara\u00e7\u00e3o de ilegitimidade passiva de s\u00f3cio que consta na c\u00e9dula de d\u00edvida ativa, dada a impossibilidade de dila\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria no momento processual. Ac\u00f3rd\u00e3o 1198375, 07075325120198070000, Relator: ROBERTO FREITAS, 3\u00aa Turma C\u00edvel, data de julgamento: 4\/9\/2019, publicado no DJE: 17\/9\/2019.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>No mesmo sentido \u00e9 o Tema 108 do STJ: \u201cN\u00e3o cabe exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade em execu\u00e7\u00e3o fiscal promovida contra s\u00f3cio que figura como respons\u00e1vel na Certid\u00e3o de D\u00edvida Ativa &#8211; CDA. REsp 1.110.925\/SP.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta, conforme art. 3\u00ba da Lei 9.492\/1997: \u201cCompete privativamente ao Tabeli\u00e3o de Protesto de T\u00edtulos, na tutela dos interesses p\u00fablicos e privados, a protocoliza\u00e7\u00e3o, a intima\u00e7\u00e3o, o acolhimento da devolu\u00e7\u00e3o ou do aceite, o recebimento do pagamento, do t\u00edtulo e de outros documentos de d\u00edvida, bem como lavrar e registrar o protesto ou acatar a desist\u00eancia do credor em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo, proceder \u00e0s averba\u00e7\u00f5es, prestar informa\u00e7\u00f5es e fornecer certid\u00f5es relativas a todos os atos praticados, na forma desta Lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. De acordo com Tema 109 de repercuss\u00e3o geral do STF: \u201cLei estadual autorizadora da n\u00e3o inscri\u00e7\u00e3o em d\u00edvida ativa e do n\u00e3o ajuizamento de d\u00e9bitos de pequeno valor \u00e9 insuscet\u00edvel de aplica\u00e7\u00e3o a Munic\u00edpio e, consequentemente, n\u00e3o serve de fundamento para a extin\u00e7\u00e3o das execu\u00e7\u00f5es fiscais que promova, sob pena de viola\u00e7\u00e3o \u00e0 sua compet\u00eancia tribut\u00e1ria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ressalte-se que o Plen\u00e1rio Virtual do STF reconheceu a exist\u00eancia de repercuss\u00e3o geral no RE 1.355.208\/SC (Tema 1184), em que se discute a extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o fiscal de baixo valor, por falta de interesse de agir, haja vista modifica\u00e7\u00e3o legislativa posterior ao julgamento do RE 591.033 (Tema 109) e a despropor\u00e7\u00e3o dos custos de prosseguimento da a\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta, pois neste caso ficaria configurada litispend\u00eancia. Veja decis\u00e3o proferida pelo TRF3: \u201cEMENTA DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXCE\u00c7\u00c3O DE PR\u00c9-EXECUTIVIDADE. LITISPEND\u00caNCIA COM EMBARGOS \u00c0 EXECU\u00c7\u00c3O FISCAL. REJEI\u00c7\u00c3O DA EXCE\u00c7\u00c3O POSTERIOR. ART. 485, V, DO CPC. RECURSO N\u00c3O PROVIDO. 1. Em 02\/03\/2021, a ora agravante op\u00f4s embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de origem, insurgindo-se contra a decis\u00e3o que deferiu o redirecionamento do processo, e arguindo, entre outras teses, a necessidade de instaura\u00e7\u00e3o do incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica para apura\u00e7\u00e3o da responsabilidade de terceiros pelo d\u00e9bito exequendo. 2. Durante o tr\u00e2mite dos embargos, ela se manifestou nos pr\u00f3prios autos da execu\u00e7\u00e3o, em verdadeira exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade, suscitando a nulidade da mesma decis\u00e3o atacada pela via dos embargos, com os mesmos fundamentos. Tal argui\u00e7\u00e3o foi rejeitada pelo ju\u00edzo a quo, que tamb\u00e9m suspendeu o processo at\u00e9 o julgamento do processo no qual a mat\u00e9ria seria tratada a fundo. 3. H\u00e1 inequ\u00edvoca litispend\u00eancia entre a exce\u00e7\u00e3o que deu causa ao presente recurso e os embargos anteriormente ajuizados, ante a identidade de partes, pedido e causa de pedir (art. 337, \u00a7\u00a7 1\u00b0 a 3\u00b0, do CPC). E, uma vez que a litispend\u00eancia enseja a extin\u00e7\u00e3o do processo posterior, correta a rejei\u00e7\u00e3o da exce\u00e7\u00e3o em primazia dos embargos, \u00e0 luz do art. 485, V, do CPC. Precedentes desta Corte. 4. Agravo de instrumento n\u00e3o provido.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta, pois a pr\u00f3pria Lei 6.830.80 prev\u00ea esta modalidade de cita\u00e7\u00e3o, em seu artigo 8\u00ba, incisos III e IV, e \u00a7 1\u00ba: \u201cO executado ser\u00e1 citado para, no prazo de 5 (cinco) dias, pagar a d\u00edvida com os juros e multa de mora e encargos indicados na Certid\u00e3o de D\u00edvida Ativa, ou garantir a execu\u00e7\u00e3o, observadas as seguintes normas: III &#8211; se o aviso de recep\u00e7\u00e3o n\u00e3o retornar no prazo de 15 (quinze) dias da entrega da carta \u00e0 ag\u00eancia postal, a cita\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita por Oficial de Justi\u00e7a ou por edital; IV &#8211; o edital de cita\u00e7\u00e3o ser\u00e1 afixado na sede do Ju\u00edzo, publicado uma s\u00f3 vez no \u00f3rg\u00e3o oficial, gratuitamente, como expediente judici\u00e1rio, com o prazo de 30 (trinta) dias, e conter\u00e1, apenas, a indica\u00e7\u00e3o da exequente, o nome do devedor e dos correspons\u00e1veis, a quantia devida, a natureza da d\u00edvida, a data e o n\u00famero da inscri\u00e7\u00e3o no Registro da D\u00edvida Ativa, o prazo e o endere\u00e7o da sede do Ju\u00edzo. \u00a7 1\u00ba &#8211; O executado ausente do Pa\u00eds ser\u00e1 citado por edital, com prazo de 60 (sessenta) dias.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, no mesmo sentido \u00e9 a jurisprud\u00eancia do STJ: \u201cA cita\u00e7\u00e3o por edital na execu\u00e7\u00e3o fiscal \u00e9 cab\u00edvel quando frustradas as demais modalidades. STJ. 1 Se\u00e7\u00e3o. REsp n. 1.103.050\/BA, Rel. Ministro Teori Albino Zavascki, julgado em 25\/3\/2009.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 35. Considerando os limites da fiscaliza\u00e7\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e a possibilidade de divulga\u00e7\u00e3o dos dados dos contribuintes, julgue os itens que se seguem, conforme a CF, o CTN e a jurisprud\u00eancia do STF.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I &#8211; \u00c9 vedada a divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es relativas a representa\u00e7\u00f5es fiscais dos contribuintes para fins penais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II &#8211; O encaminhamento de representa\u00e7\u00e3o fiscal, para fins penais, pela administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria ao Minist\u00e9rio P\u00fablico, prescinde do exaurimento do processo administrativo tribut\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III &#8211; A transfer\u00eancia de dados sigilosos das institui\u00e7\u00f5es financeiras para a administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria n\u00e3o est\u00e1 condicionada \u00e0 reserva de jurisdi\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Apenas o item I est\u00e1 certo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Apenas o item III est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apenas os itens I e II est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Apenas os itens II e III est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Todos os itens est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra B<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O Item I est\u00e1 incorreto. Conforme decidido pelo STF no julgamento do RE 1055941\/SP, \u00e9 leg\u00edtimo que a Receita Federal compartilhe o procedimento fiscalizat\u00f3rio que ela realizou para apura\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito tribut\u00e1rio com os \u00f3rg\u00e3os de persecu\u00e7\u00e3o penal para fins criminais (Pol\u00edcia Federal, Minist\u00e9rio P\u00fablico etc.), n\u00e3o sendo necess\u00e1rio, para isso, pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o judicial. Veja as teses fixadas: \u201c1. \u00c9 constitucional o compartilhamento dos relat\u00f3rios de intelig\u00eancia financeira da UIF e da \u00edntegra do procedimento fiscalizat\u00f3rio da Receita Federal do Brasil (RFB), que define o lan\u00e7amento do tributo, com os \u00f3rg\u00e3os de persecu\u00e7\u00e3o penal para fins criminais, sem a obrigatoriedade de pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o judicial, devendo ser resguardado o sigilo das informa\u00e7\u00f5es em procedimentos formalmente instaurados e sujeitos a posterior controle jurisdicional. 2. O compartilhamento pela UIF e pela RFB, referente ao item anterior, deve ser feito unicamente por meio de comunica\u00e7\u00f5es formais, com garantia de sigilo, certifica\u00e7\u00e3o do destinat\u00e1rio e estabelecimento de instrumentos efetivos de apura\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o de eventuais desvios. STF. Plen\u00e1rio. RE 1055941\/SP, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 4\/12\/2019 (repercuss\u00e3o geral \u2013 Tema 990).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Item II est\u00e1 incorreto. No julgamento da ADI 4980\/DF, o STF decidiu que a persecu\u00e7\u00e3o penal nos delitos contra a ordem tribut\u00e1ria exige que se esgotem os recursos nas inst\u00e2ncias administrativas. Veja: \u201c5. A exig\u00eancia do exaurimento do processo administrativo para efeito de encaminhamento da representa\u00e7\u00e3o fiscal ao Minist\u00e9rio P\u00fablico \u00e9 disciplina que, em vez de afrontar, privilegia os princ\u00edpios da ordem constitucional brasileira e se mostra alinhada com a finalidade do direito penal enquanto \u00faltima ratio. STF. Plen\u00e1rio. ADI 4980\/DF, Rel. Min. Nunes Marques, julgado em 10\/03\/2022.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Item III est\u00e1 correto, pois a Lei autoriza que a Receita Federal requisite diretamente das institui\u00e7\u00f5es financeiras informa\u00e7\u00f5es sobre a movimenta\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria dos contribuintes. De acordo com art. 6\u00ba da LC 105\/2001: \u201cAs autoridades e os agentes fiscais tribut\u00e1rios da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios somente poder\u00e3o examinar documentos, livros e registros de institui\u00e7\u00f5es financeiras, inclusive os referentes a contas de dep\u00f3sitos e aplica\u00e7\u00f5es financeiras, quando houver processo administrativo instaurado ou procedimento fiscal em curso e tais exames sejam considerados indispens\u00e1veis pela autoridade administrativa competente\u201d. Este dispositivo foi considerado constitucional pelo STF no julgamento conjunto das ADIs 2390, 2386, 2397 e 2859 e do RE 601314\/SP. Para a Suprema Corte, a disposi\u00e7\u00e3o do art. 6\u00ba da LC 105 n\u00e3o se caracteriza como quebra de sigilo banc\u00e1rio, ocorrendo apenas a transfer\u00eancia de sigilo dos bancos ao Fisco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-background-color has-background has-medium-font-size\"><strong>Saiba mais:<\/strong> <a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concurso-pgm-natal\/\" target=\"_blank\" >PGM Natal<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"cursos\"><span id=\"quer-saber-tudo-sobre-concursos-previstosconfira-nossos-artigos\">Quer saber tudo sobre concursos previstos?<br>Confira nossos artigos!<\/span><\/h2>\n\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"curso\"><span id=\"quer-estudar-para-concursos-de-direito\">Quer estudar para Concursos de Direito?<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>O Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica \u00e9 campe\u00e3o de aprova\u00e7\u00f5es nos concursos para Carreiras Jur\u00eddicas com um corpo docente qualificado e materiais completos. 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