{"id":39328,"date":"2023-06-19T14:39:55","date_gmt":"2023-06-19T17:39:55","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=39328"},"modified":"2023-06-19T14:39:58","modified_gmt":"2023-06-19T17:39:58","slug":"prova-comentada-direito-administrativo-procurador-pgm-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/prova-comentada-direito-administrativo-procurador-pgm-sp\/","title":{"rendered":"Prova comentada Direito Administrativo Procurador PGM SP"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo certo?!<\/p>\n\n\n\n<p>Em 18\/06\/2023, foi aplicada a prova objetiva do concurso p\u00fablico para <strong>Procurador PGM SP<\/strong> Assim que encerrada, nosso time de professores elaborou o gabarito extraoficial, que, agora, ser\u00e1 apresentado juntamente com a nossa <strong>PROVA COMENTADA<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Este material visa auxili\u00e1-los na aferi\u00e7\u00e3o das notas, elabora\u00e7\u00e3o de eventuais recursos, verifica\u00e7\u00e3o das chances de avan\u00e7o para fase discursiva, bem como na revis\u00e3o do conte\u00fado cobrado no certame.<\/p>\n\n\n\n<p>De modo complementar, elaboramos tamb\u00e9m o <strong>RANKING PGM SP<\/strong>, em que nossos alunos e seguidores poder\u00e3o inserir suas respostas \u00e0 prova, e, ao final, aferir sua nota, de acordo com o gabarito elaborado por nossos professores. Atrav\u00e9s do ranking, tamb\u00e9m poderemos estimar a nota de corte da 1\u00ba fase. Essa ferramenta \u00e9 gratuita e, para participar, basta acessar o <strong><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/gabarito-extraoficial-pgm-sp-procurador\/\">Gabarito Extraoficial PGM SP Procurador.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, comentaremos a prova, as quest\u00f5es mais pol\u00eamicas, as possibilidades de recurso, bem como a estimativa da nota de corte no <strong>TERM\u00d4METRO P\u00d3S-PROVA<\/strong>, no nosso canal do Youtube. Inscreva-se e ative as notifica\u00e7\u00f5es!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@EstrategiaCarreiraJuridica\" target=\"_blank\" ><strong>Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica &#8211; YouTube<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Todos os eventos poder\u00e3o ser acompanhados pelo artigo: <a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/gabarito-extraoficial-pgm-sp-procurador\/\" target=\"_blank\" >Gabarito Extraoficial &#8211; Procurador PGM SP<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prova-comentada-direito-administrativo-procurador-pgm-sp\"><span id=\"prova-comentada-direito-administrativo-procurador-pgm-sp\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">PROVA COMENTADA DIREITO ADMINISTRATIVO  <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">PROCURADOR<\/mark><\/mark> <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">PGM SP <\/mark><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 09. Assinale a op\u00e7\u00e3o correta conforme a Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) O munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo deve instituir programas para enviar \u00e0 localidade origem os migrantes sem emprego que nele se encontrem.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Todas as proposi\u00e7\u00f5es de natureza normativa aprovadas pela C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo dependem de san\u00e7\u00e3o do Poder Executivo municipal, representado pelo prefeito.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Al\u00e9m da Procuradoria-Geral do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, outros \u00f3rg\u00e3os podem promover, mediante conv\u00eanio, a inscri\u00e7\u00e3o e a cobran\u00e7a judicial e extrajudicial da d\u00edvida ativa municipal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Ap\u00f3s a posse, o prefeito municipal de S\u00e3o Paulo somente pode fixar domic\u00edlio em outro munic\u00edpio se autorizado pela C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) S\u00e3o formas de exerc\u00edcio direto do poder pelo povo, no munic\u00edpio, al\u00e9m do sufr\u00e1gio universal, a iniciativa popular em projetos de lei, o plebiscito e o referendo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. Inexiste amparo, na Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, que d\u00ea qualquer respaldo ao teor deste item. Ademais, tratar-se-ia de programa com objeto inconstitucional, na medida em que baseado em distin\u00e7\u00e3o odiosa entre brasileiros, com base em sua origem, em afronta ao disposto do art. 12, \u00a72\u00ba, da CRFB.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. Dentre as esp\u00e9cies normativas pass\u00edveis de aprova\u00e7\u00e3o pelo Parlamento municipal, inserem-se as resolu\u00e7\u00f5es e os decretos legislativos, os quais independem de san\u00e7\u00e3o da Chefia do Executivo.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. Nos termos do art. 87 da Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, a compet\u00eancia para promover a inscri\u00e7\u00e3o e a cobran\u00e7a judicial e extrajudicial da d\u00edvida ativa pertence, privativamente, \u00e0 Procuradoria Geral do Munic\u00edpio, de modo que est\u00e1 equivocado aduzir que outros \u00f3rg\u00e3os possam exercer tal compet\u00eancia, mediante conv\u00eanios.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. \u00c0 luz do art. 59, II, \u201cd\u201d, da citada Lei Org\u00e2nica, \u00e9 vedado ao Prefeito, desde a posse, fixar domic\u00edlio fora do munic\u00edpio, sob pena de perda do mandato. Inexiste a suposta possibilidade de a C\u00e2mara Municipal assim autorizar.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta. Nos moldes do art. 5\u00ba, \u00a71\u00ba, I a III, da mencionada Lei Org\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, constituem, de fato, formas de exerc\u00edcio direto do poder pelo povo, al\u00e9m do sufr\u00e1gio universal, a iniciativa popular em projetos de lei, o plebiscito e o referendo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 12. Relativamente \u00e0 administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e ao regime dos servidores p\u00fablicos, assinale a op\u00e7\u00e3o correta \u00e0 luz do disposto na CF, do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do estabelecido na doutrina de refer\u00eancia:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Todos os cargos p\u00fablicos providos mediante concurso s\u00e3o acess\u00edveis aos brasileiros natos e naturalizados.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A exig\u00eancia constitucional de concurso p\u00fablico para acesso aos cargos e empregos p\u00fablicos restringe-se \u00e0 primeira investidura dos indiv\u00edduos nos cargos e empregos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apesar do princ\u00edpio da periodicidade de revis\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o dos servidores p\u00fablicos, o Poder Judici\u00e1rio n\u00e3o pode compelir o Executivo a propor lei para esse fim, e a omiss\u00e3o no envio desse projeto n\u00e3o gera direito a indeniza\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) H\u00e1 entendimento amplo da doutrina segundo o qual emendas constitucionais podem validamente suprimir direitos sociais dos servidores p\u00fablicos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) A proibi\u00e7\u00e3o de acumular trabalhos p\u00fablicos n\u00e3o se estende \u00e0 administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica indireta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a<strong> letra C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. N\u00e3o \u00e9 verdade que todos os cargos p\u00fablicos providos mediante concurso sejam acess\u00edveis a brasileiros natos e naturalizados. O rol do art. 12, \u00a73\u00ba, da CRFB, que trata de cargos privativos de brasileiros natos, contempla, por exemplo, a carreira diplom\u00e1tica, cujo ingresso se d\u00e1 via concurso p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. Para qualquer novo cargo p\u00fablico efetivo que o servidor pretenda ocupar ser\u00e1 necess\u00e1rio realizar novo concurso p\u00fablico, de modo que est\u00e1 errado afirmar que apenas a primeira investidura demandar aprova\u00e7\u00e3o em concurso.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 correta. O teor desta assertiva se mostra afinado com a tese de repercuss\u00e3o geral fixada pelo STF (RE 565.089, rel. p\/ ac\u00f3rd\u00e3o Ministro ROBERTO BARROSO), tendo sido explicitado que n\u00e3o h\u00e1 direito a indeniza\u00e7\u00e3o em caso de omiss\u00e3o no envio de projeto de revis\u00e3o anual dos vencimentos dos servidores. Tampouco cabe ao Judici\u00e1rio determinar que a Chefia do Executivo assim o fa\u00e7a. A este, no entanto, cumpre o dever de se manifestar de maneira fundamentada acerca do porqu\u00ea de n\u00e3o propor a revis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. Considerando que os direitos sociais constituem direitos fundamentais de segunda gera\u00e7\u00e3o, encontram-se protegidos como cl\u00e1usulas p\u00e9treas, o que atrai a veda\u00e7\u00e3o do art. 60, \u00a74\u00ba, IV, de modo que n\u00e3o podem ser suprimidos, nem mesmo por emenda constitucional (proibi\u00e7\u00e3o do retrocesso).<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. Por for\u00e7a do art. 37, XVII, da CRFB, v\u00ea-se que a proibi\u00e7\u00e3o de ac\u00famulo de cargos p\u00fablicos estende-se, sim, a empregos e fun\u00e7\u00f5es, inclusive no \u00e2mbito da administra\u00e7\u00e3o indireta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 16. Determinados \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta, aut\u00e1rquica e fundacional do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo pretendem celebrar contrato administrativo nos seguintes termos: o \u00f3rg\u00e3o A, para presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o em que, por suas caracter\u00edsticas, sejam necess\u00e1rias contrata\u00e7\u00f5es permanentes, o \u00f3rg\u00e3o B, para realiza\u00e7\u00e3o de obra de engenharia em que, por suas caracter\u00edsticas, haja necessidade de contrata\u00e7\u00f5es frequentes e o projeto seja padronizado, sem complexidade t\u00e9cnica e operacional; o \u00f3rg\u00e3o C, para aquisi\u00e7\u00e3o de bem previamente definido quantitativamente pela administra\u00e7\u00e3o; e o \u00f3rg\u00e3o D, para loca\u00e7\u00e3o de bens para atendimento a programas de governo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, nos termos do Decreto n.\u00ba 62.100\/2022, poder\u00e1 ser adotado o sistema de registro de pre\u00e7os no contrato administrativo a ser celebrado por<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A, B e C, somente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) todos os \u00f3rg\u00e3os citados.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A, B e D, somente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) B, C e D, somente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) A, C e D, somente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o em an\u00e1lise demanda identifica\u00e7\u00e3o dos contratos administrativos que admitiriam a ado\u00e7\u00e3o do sistema de registro de pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao contrato do \u00d3rg\u00e3o \u201cA\u201d, seria poss\u00edvel o uso do SRP, por se tratar de servi\u00e7os cujas caracter\u00edsticas exigiriam contrata\u00e7\u00f5es frequentes, o que encontra fundamento expl\u00edcito no art. 89, I, do Decreto 62.100\/2022, do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao contrato do \u00d3rg\u00e3o \u201cB\u201d, tamb\u00e9m seria vi\u00e1vel o manejo do SRP, com amparo no art. 89, II, do citado Decreto municipal, por se tratar de obra de engenharia cujas caracter\u00edsticas demandam contrata\u00e7\u00f5es frequentes, sendo que o projeto seria padronizado, sem complexidade t\u00e9cnica e operacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao contrato do \u00d3rg\u00e3o \u201cC\u201d, n\u00e3o legitimaria a utiliza\u00e7\u00e3o do SRP, por contrariar o disposto no art. 89, VI, do aludido Decreto, eis que a hip\u00f3tese seria de aquisi\u00e7\u00e3o de bem com quantitativo previamente definido, sendo que o SRP tem lugar em situa\u00e7\u00e3o oposta, ou seja, quando n\u00e3o for poss\u00edvel definir previamente o quantitativo a ser adquirido.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao contrato do \u00d3rg\u00e3o \u201cD\u201d, seria vi\u00e1vel o uso do SRP, tratando-se de contrato de loca\u00e7\u00e3o de bens para atendimento a programas de governo, objeto este devidamente amparado na hip\u00f3tese do art. 89, V, da referido Decreto 62.100\/2022, do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 17. A Lei 8.666\/93 e a Lei 13.019\/2014 dispensam, respectivamente, a licita\u00e7\u00e3o e a realiza\u00e7\u00e3o do chamamento p\u00fablico na hip\u00f3tese de&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) celebra\u00e7\u00e3o de contrato de programa com ente da Federa\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) interven\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o no dom\u00ednio econ\u00f4mico.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) guerra ou grave perturba\u00e7\u00e3o da ordem.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) comprometimento da seguran\u00e7a nacional.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) contrata\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es de ensino, pesquisa e extens\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. A Lei 13.019\/2014, em seu art. 30, n\u00e3o elenca, dentre os casos de dispensa do chamamento p\u00fablico, a celebra\u00e7\u00e3o de contrato de programa com ente da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. Novamente, a citada Lei 13.019\/2014, no mesmo art. 30, n\u00e3o traz como hip\u00f3tese de dispensa do chamamento p\u00fablico, a interven\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o no dom\u00ednio econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 correta. Realmente, a Lei 8.666\/93 indica, em seu art. 24, III, como hip\u00f3tese legitimadora de licita\u00e7\u00e3o dispens\u00e1vel, a guerra ou a grave perturba\u00e7\u00e3o da ordem. Esta mesma justificativa tamb\u00e9m consta do art. 30, II, da Lei 13.019\/2014, autorizando a dispensa de chamamento p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. O comprometimento da seguran\u00e7a nacional n\u00e3o vem previsto como causa que legitime a dispensa do chamamento p\u00fablico, a teor do rol do art. 30 da Lei 13.019\/2014.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. N\u00e3o h\u00e1 base na Lei 13.019\/2014 que possibilite a dispensa de chamamento p\u00fablico no caso de contrata\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es de ensino, pesquisa e extens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 18. O munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo pretende celebrar dois protocolos de inten\u00e7\u00f5es para cons\u00f3rcios p\u00fablicos, sendo um com o munic\u00edpio de Campinas e o outro com o estado de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, nos termos da Lei 11.107\/2005, os referidos contratos de cons\u00f3rcio p\u00fablico ser\u00e3o celebrados com a ratifica\u00e7\u00e3o do protocolo de inten\u00e7\u00f5es mediante,<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) decreto, e a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o de ambos os cons\u00f3rcios ser\u00e1 a \u00e1rea territorial do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) decreto, e a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o do cons\u00f3rcio p\u00fablico com o estado de S\u00e3o Paulo ser\u00e1 a \u00e1rea territorial do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) portaria administrativa, e a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o de ambos os cons\u00f3rcios ser\u00e1 a \u00e1rea territorial do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) lei, e a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o de ambos os cons\u00f3rcios ser\u00e1 a \u00e1rea territorial do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) lei, e e a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o do cons\u00f3rcio p\u00fablico com o estado de S\u00e3o Paulo ser\u00e1 a \u00e1rea territorial do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As alternativas A, B e C est\u00e3o incorretas. Isto porque afrontam o disposto no art. 5\u00ba da Lei 11.107\/2005, que estabelece que o instrumento adequado para ratifica\u00e7\u00e3o do protocolo de inten\u00e7\u00f5es, em ordem \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o de cons\u00f3rcio p\u00fablico, \u00e9 a lei, e n\u00e3o decreto ou portaria administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. Em rela\u00e7\u00e3o ao cons\u00f3rcio com o munic\u00edpio de Campinas, a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o deveria corresponder \u00e0 soma dos territ\u00f3rios dos munic\u00edpios de S\u00e3o Paulo e de Campinas, por for\u00e7a do art. 4\u00ba, \u00a71\u00ba, I, da Lei 11.107\/2005. Equivocado, pois, aduzir que ambos os cons\u00f3rcios teriam \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o correspondente ao munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, t\u00e3o somente.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta. Aplicando-se a mesma norma do art. 4\u00ba, \u00a71\u00ba, I, da Lei 11.107\/2005, conclui-se que o cons\u00f3rcio com o estado de S\u00e3o Paulo teria como \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o a \u00e1rea territorial do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 19. Conforme a Lei 13.303\/2016, a atribui\u00e7\u00e3o de implementar e supervisionar os sistemas de gest\u00e3o de riscos e de controle interno estabelecidos para a preven\u00e7\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o dos principais riscos a que est\u00e1 exposta a empresa p\u00fablica ou a sociedade de economia mista compete<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) ao acionista controlador.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) ao conselho de administra\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) ao conselho fiscal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) \u00e0 diretoria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) ao comit\u00ea de auditoria estatut\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o art. 18, II, da Lei 13.303\/2016 (Estatuto da Empresas Estatais), a compet\u00eancia para implementar e supervisionar os sistemas de gest\u00e3o de riscos e de controle interno estabelecidos para a preven\u00e7\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o dos principais riscos a que est\u00e1 exposta a empresa p\u00fablica ou a sociedade de economia mista, foi atribu\u00edda ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o do item correto, neste caso, elimina, por si s\u00f3, as demais alternativas, porquanto citaram outros \u00f3rg\u00e3os supostamente competentes, destoando da norma acima indicada. Assim sendo, est\u00e3o incorretas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 20. Ap\u00f3s regular processo licitat\u00f3rio, determinado \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico celebrou tr\u00eas contratos administrativos (A, B e C), regidos pela Lei 8.666\/1993. Posteriormente, ocorreram as seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I modifica\u00e7\u00e3o do projeto do contrato A, para melhor adequa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica aos seus objetivos;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II necessidade de modifica\u00e7\u00e3o do valor do contrato B, em decorr\u00eancia de diminui\u00e7\u00e3o quantitativa de seu objeto, nos limites permitidos pela lei; e<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III conveni\u00eancia em substituir a garantia de execu\u00e7\u00e3o do contrato C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, \u00e0 luz da Lei 8.666\/1993, a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, com as devidas justificativas, poder\u00e1 alterar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) os tr\u00eas contratos unilateralmente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) os tr\u00eas contratos somente por acordo entre as partes.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) unilateralmente somente os contratos B e C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) unilateralmente somente o contrato A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) unilateralmente somente os contratos A e B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O item I retrata hip\u00f3tese leg\u00edtima de altera\u00e7\u00e3o unilateral do contrato administrativo, para fins de melhor adequa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica a seus objetivos, o que tem esteio no art. 65, I, \u201ca\u201d, da Lei 8.666\/93.<\/p>\n\n\n\n<p>O item II tamb\u00e9m representa outro caso legitimador de altera\u00e7\u00e3o unilateral do contrato, pela Administra\u00e7\u00e3o, com vistas \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do valor contratual, por for\u00e7a de diminui\u00e7\u00e3o quantitativa do objeto, na forma do art. 65, I, \u201cb\u201d, da Lei 8.666\/93.<\/p>\n\n\n\n<p>O item III, por sua vez, traz hip\u00f3tese de modifica\u00e7\u00e3o do contrato por acordo das partes, quando se mostrar conveniente a substitui\u00e7\u00e3o da garantia de execu\u00e7\u00e3o, o que encontra embasamento expl\u00edcito no art. 65, II, \u201ca\u201d, da Lei 8.666\/93.<\/p>\n\n\n\n<p>Fixadas estas premissas, tem-se que apenas a letra E exibe a alternativa correta, ao aduzir que somente nos contratos A e B a administra\u00e7\u00e3o poderia alterar unilateralmente os contratos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 21. Assinale a op\u00e7\u00e3o correta com base no disposto na Lei 12.846\/2013 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A instaura\u00e7\u00e3o e o julgamento de processo administrativo para apura\u00e7\u00e3o da responsabilidade de pessoa jur\u00eddica s\u00e3o atos de compet\u00eancia exclusiva da Controladoria-Geral da Uni\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) O processo administrativo para apura\u00e7\u00e3o da responsabilidade de pessoa jur\u00eddica ser\u00e1 conduzido por comiss\u00e3o composta, no m\u00ednimo, um membro do Minist\u00e9rio P\u00fablico e um membro do Poder Judici\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A aplica\u00e7\u00e3o da san\u00e7\u00e3o de multa na esfera administrativa reduz pela metade&nbsp; o valor atrelado \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o de reparar o dano causado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) O processo administrativo previsto nessa lei \u00e9 incompat\u00edvel com a aplica\u00e7\u00e3o da desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, ainda que haja provas de que a pessoa jur\u00eddica tenha sido usada para facilitar, encobrir ou dissimular a pr\u00e1tica dos atos il\u00edcitos previstos na lei ou para provocar confus\u00e3o patrimonial.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) A responsabilidade da pessoa jur\u00eddica se mant\u00e9m na hip\u00f3tese de altera\u00e7\u00e3o contratual, transforma\u00e7\u00e3o, incorpora\u00e7\u00e3o, fus\u00e3o ou cis\u00e3o societ\u00e1ria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a<strong> letra E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. Na verdade, \u00e0 luz do art. 8\u00ba, <em>caput<\/em>, da Lei 12.846\/2013 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o), a compet\u00eancia para instaura\u00e7\u00e3o e julgamento de processo administrativo visando \u00e0 apura\u00e7\u00e3o de responsabilidade de pessoa jur\u00eddica \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 autoridade m\u00e1xima de cada \u00f3rg\u00e3o ou entidade, raz\u00e3o por que est\u00e1 errado sustentar que seria exclusiva da CGU.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. A rigor, o que a lei de reg\u00eancia estabelece, em seu art. 10, <em>caput<\/em>, \u00e9 que a comiss\u00e3o seja composta por dois ou mais servidores est\u00e1veis, de modo que n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o no sentido de que haja necessidade da presen\u00e7a de membro do Minist\u00e9rio P\u00fablico ou do Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. Na realidade, consoante art. 6\u00ba, \u00a73\u00ba, da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, a aplica\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es administrativas, dentre as quais a de multa, n\u00e3o exclui, em qualquer hip\u00f3tese, a obriga\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00e3o integral do dano, raz\u00e3o por que \u00e9 equivocado aduzir que o valor da repara\u00e7\u00e3o poderia ser reduzido pela metade.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. Conforme se depreende do art. 14 da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, \u00e9 de se concluir que a lei admite, sim, a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, acaso tenha sido usada para facilitar, encobrir ou dissimular a pr\u00e1tica de il\u00edcitos versados neste mesmo diploma legal.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta. Trata-se de proposi\u00e7\u00e3o ajustada \u00e0 norma do art. 4\u00ba,<em> caput<\/em>, da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, raz\u00e3o por que n\u00e3o h\u00e1 equ\u00edvocos neste item.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 22. A respeito dos acordos de leni\u00eancia previstos na Lei 12.846\/2013 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o), julgue os itens a seguir.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I o acordo de leni\u00eancia poder\u00e1 ser celebrado com as pessoas jur\u00eddicas que efetivamente colaborarem com a apura\u00e7\u00e3o dos atos lesivos previstos nessa lei por meio da identifica\u00e7\u00e3o dos demais envolvidos na infra\u00e7\u00e3o, se houver, e da entrega de informa\u00e7\u00f5es e documentos que comprovem o il\u00edcito.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II A celebra\u00e7\u00e3o do acordo de leni\u00eancia eximir\u00e1 a pessoa jur\u00eddica da obriga\u00e7\u00e3o de reparar integralmente o dano causado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III Os efeitos do acordo de leni\u00eancia ser\u00e3o estendidos \u00e0s pessoas jur\u00eddicas que integram o mesmo grupo econ\u00f4mico, de fato e de direito, desde que todas firmem o acordo em conjunto e desde que sejam respeitadas as condi\u00e7\u00f5es nele estabelecidas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV O objeto do acordo de leni\u00eancia \u00e9 limitado aos atos lesivos previstos nessa lei, n\u00e3o podendo abranger os il\u00edcitos previstos na Lei de Licita\u00e7\u00f5es e Contratos, a exemplo da inexecu\u00e7\u00e3o total ou parcial do contrato.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Apenas o item II est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Apenas os itens I e III est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apenas os itens I, III e IV est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Apenas os itens II e IV est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Todos os itens est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O item I est\u00e1 correto. Trata-se de proposi\u00e7\u00e3o devidamente amparada no que disp\u00f5e o art. 16, I e II, da Lei 12.846\/2013 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o), da leitura do qual depreende-se que, realmente, \u00e9 poss\u00edvel a celebra\u00e7\u00e3o de acordo de leni\u00eancia com pessoas jur\u00eddicas, sendo condi\u00e7\u00f5es para tanto a colabora\u00e7\u00e3o efetiva na apura\u00e7\u00e3o dos fatos, devendo da\u00ed resultar a identifica\u00e7\u00e3o de outros envolvidos, caso haja, assim como a obten\u00e7\u00e3o c\u00e9lere de informa\u00e7\u00f5es e documentos comprobat\u00f3rios do il\u00edcito.<\/p>\n\n\n\n<p>O item II est\u00e1 incorreto. Cuida-se de afirmativa que disp\u00f5e contra texto expresso de lei, mais precisamente contra o teor do art. 16, \u00a73\u00ba, da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, em vista do qual o acordo de leni\u00eancia n\u00e3o exime a pessoa jur\u00eddica da repara\u00e7\u00e3o integral do dano causado.<\/p>\n\n\n\n<p>O item III est\u00e1 correto. A presente assertiva se mostra em perfeita sintonia com a norma do art. 16, \u00a75\u00ba, da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, raz\u00e3o por que n\u00e3o h\u00e1 incorre\u00e7\u00f5es a serem anotadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O item IV est\u00e1 incorreto. \u00c0 luz do que estabelece o art. 17 da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, o acordo de leni\u00eancia pode, sim, versar sobre il\u00edcitos contidos na Lei 8.666\/93, o que revela o desacerto deste item.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 23. Assinale a op\u00e7\u00e3o correta no que tange \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o judicial das pessoas jur\u00eddicas, com base na Lei 12.846\/2013 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A responsabiliza\u00e7\u00e3o administrativa da pessoa jur\u00eddica com base nessa lei impede a sua responsabiliza\u00e7\u00e3o judicial.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Nas a\u00e7\u00f5es de responsabiliza\u00e7\u00e3o judicial da pessoa jur\u00eddica, ser\u00e1 adotado o rito do mandado de seguran\u00e7a.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A a\u00e7\u00e3o para responsabiliza\u00e7\u00e3o judicial das pessoas jur\u00eddicas com base nessa lei pode ser ajuizada pelas advocacias p\u00fablicas ou \u00f3rg\u00e3os de representa\u00e7\u00e3o judicial da Uni\u00e3o, dos estados, do DF e dos munic\u00edpios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Na esfera judicial, podem ser aplicadas, entre outras, as san\u00e7\u00f5es de dissolu\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria da pessoa jur\u00eddica e de publica\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria da decis\u00e3o condenat\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) O Minist\u00e9rio P\u00fablico n\u00e3o tem legitimidade ativa para ajuizar a\u00e7\u00e3o contra pessoas jur\u00eddicas com base nessa lei.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. Consoante art. 18 da Lei 12.846\/2013 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o), a responsabilidade da pessoa jur\u00eddica, apurada na esfera administrativa, n\u00e3o afasta a possibilidade de sua responsabiliza\u00e7\u00e3o na \u00f3rbita judicial.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. Em rigor, de acordo com o art. 21<em>, caput<\/em>, da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, deve-se adotar o rito da Lei 7.347\/85, isto \u00e9, Lei da A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica, e n\u00e3o o rito do mandado de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 correta. Cuida-se de afirmativa perfeitamente amparada na regra do art. 19, <em>caput,<\/em> da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, a qual, de fato, confere \u00e0s Advocacias P\u00fablicas ou aos \u00f3rg\u00e3os de representa\u00e7\u00e3o judicial, ou equivalentes, dos entes federativos, a possibilidade de ajuizamento de a\u00e7\u00e3o visando \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es ali elencadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. A san\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria de decis\u00e3o condenat\u00f3ria, na realidade, pode ser aplicada na seara administrativa, como reza o art. 6\u00ba, II, da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, de modo que est\u00e1 equivocado afirmar que tal penalidade possa ser imposta na esfera judicial.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. Conforme estabelecido no art. 19, <em>caput,<\/em> da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o, o Minist\u00e9rio P\u00fablico tem legitimidade ativa, sim, para manejar a respectiva a\u00e7\u00e3o de responsabiliza\u00e7\u00e3o de pessoas jur\u00eddicas por atos contra a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 26. Assinale a op\u00e7\u00e3o correta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Lei 14.230\/2021, que trata da improbidade administrativa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) O novo regime prescricional previsto nessa lei alcan\u00e7a a efic\u00e1cia dos atos validamente praticados antes da altera\u00e7\u00e3o legislativa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A supress\u00e3o da modalidade culposa do ato de improbidade administrativa instituiu a possibilidade de responsabiliza\u00e7\u00e3o objetiva por ato de improbidade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A modalidade culposa do ato de improbidade administrativa revogada por essa lei deve ser aplicada retroativamente, com base no princ\u00edpio da retroatividade da lei penal em benef\u00edcio do r\u00e9u.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) A reforma da Lei de Improbidade Administrativa promovida por essa lei abre oportunidade de revis\u00e3o das condena\u00e7\u00e3o transitadas em julgada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) S\u00e3o imprescrit\u00edveis as a\u00e7\u00f5es de ressarcimento ao er\u00e1rio fundadas na pr\u00e1tica de ato doloso tipificado na Lei de Improbidade Administrativa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. Na verdade, o STF, em repercuss\u00e3o geral (ARE 843.989, rel. Ministro ALEXANDRE DE MORAES), fixou tese na linha da irretroatividade do novo regime prescricional estabelecido na Lei de Improbidade Administrativa, de acordo com a Lei 14.230\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. Tendo em vista que a Lei 8.429\/92, com altera\u00e7\u00f5es trazidas pela Lei 14.230\/2021, passou a exigir dolo para a pr\u00e1tica de todos os atos de improbidade, conclui-se pelo evidente equ\u00edvoco de se aduzir como aplic\u00e1vel a responsabilidade objetiva, a qual independe de dolo ou culpa.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. Em verdade, o STF, no mesmo precedente acima mencionado, fixou tese na linha de que a revoga\u00e7\u00e3o da modalidade culposa do ato de improbidade administrativa n\u00e3o retroage, n\u00e3o tendo incid\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 efic\u00e1cia da coisa julgada, tampouco durante o processo de execu\u00e7\u00e3o das penas e seus incidentes. Tamb\u00e9m restou pontuada a inaplicabilidade autom\u00e1tica do princ\u00edpio da retroatividade da lei penal aos atos de improbidade administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. A rigor, o Supremo foi expl\u00edcito ao rejeitar a retroatividade das novas disposi\u00e7\u00f5es legais para fins de atingir decis\u00e3o j\u00e1 transitada em julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta. Realmente, o STF possui entendimento firmado (RE 852.475, rel. p\/ ac\u00f3rd\u00e3o Ministro EDSON FACHIN), em repercuss\u00e3o geral, na linha da imprescritibilidade da pretens\u00e3o de ressarcimento ao er\u00e1rio, derivada de atos de improbidade administrativa cometidos mediante dolo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 27. Julgue os itens a seguir, relativos \u00e0 Lei 14.230\/2021.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I O Minist\u00e9rio P\u00fablico tem legitimidade exclusiva para ajuizar a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II O Minist\u00e9rio P\u00fablico tem legitimidade ativa concorrente e disjuntiva com as pessoas jur\u00eddicas interessadas para celebrar acordo de n\u00e3o persecu\u00e7\u00e3o civil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III Presidentes de conselhos profissionais n\u00e3o s\u00e3o agentes p\u00fablicos e, portanto, carecem de legitimidade passiva para responder por atos de improbidade administrativa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV. As san\u00e7\u00f5es previstas nessa lei n\u00e3o se aplicar\u00e3o \u00e0 pessoa jur\u00eddica se o ato de improbidade administrativa for tamb\u00e9m sancionado como ato lesivo \u00e0 administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica nos termos da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Apenas o item I est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Apenas o item II est\u00e1 certo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apenas os itens II e IV est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Apenas os itens III e IV est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Apenas os itens I, III e IV est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a<strong> letra C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O item I est\u00e1 incorreto. Apesar de a Lei 14.230\/2021 ter inserido modifica\u00e7\u00e3o no sentido da presente proposi\u00e7\u00e3o, o STF, no \u00e2mbito das ADI\u2019s 7042 e 7043, pronunciou a inconstitucionalidade dos dispositivos que pretenderam instituir a legitimidade ativa exclusiva do Minist\u00e9rio P\u00fablico para a propositura da a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>O item II est\u00e1 correto. Nos mesmos precedentes acima indicados, o STF reconheceu a legitimidade ativa concorrente e disjuntiva entre o Minist\u00e9rio P\u00fablico e as pessoas jur\u00eddicas interessadas, de modo que n\u00e3o h\u00e1 incorre\u00e7\u00f5es neste item, por refletir tal compreens\u00e3o jurisprudencial.<\/p>\n\n\n\n<p>O item III est\u00e1 incorreto. Considerando o conceito amplo de agentes p\u00fablicos, previsto no art. 2\u00ba da Lei 8.429\/92, associado \u00e0 natureza aut\u00e1rquica dos Conselhos de Fiscaliza\u00e7\u00e3o Profissional, seus dirigentes devem ser tidos como agentes p\u00fablicos e, portanto, est\u00e3o submetidos aos ditames da Lei de Improbidade Administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>O item IV est\u00e1 correto. Trata-se de afirmativa que encontra respaldo legal expl\u00edcito na regra do art. 3\u00ba, \u00a72\u00ba, da Lei 8.429\/92, inserido pela Lei 14.230\/2021. De fato, \u00e0 luz da citada norma, as san\u00e7\u00f5es ali contidas n\u00e3o se aplicam \u00e0 pessoa jur\u00eddica, acaso o mesmo ato seja previsto e sancionado nos moldes da Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 28. Acerca de concess\u00f5es p\u00fablicas, assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A prorroga\u00e7\u00e3o de concess\u00e3o de servi\u00e7o p\u00fablico em raz\u00e3o de reequil\u00edbrio econ\u00f4mico-financeiro independe de previs\u00e3o no contrato de concess\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A concess\u00e3o de servi\u00e7o p\u00fablico \u00e9 uma forma de delega\u00e7\u00e3o eminentemente prec\u00e1ria, que pode ser desfeita discricionariamente a qualquer tempo durante o prazo da concess\u00e3o por motivo de interesse p\u00fablico, sem gerar direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o \u00e0 pessoa jur\u00eddica ou ao cons\u00f3rcio de empresas contratado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) A transfer\u00eancia de concess\u00e3o ou do controle societ\u00e1rio da concession\u00e1ria ser\u00e1 condicionada \u00e0 pr\u00e9via anu\u00eancia do poder concedente e \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de licita\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Sempre que forem atendidas as condi\u00e7\u00f5es do contrato, considera-se mantido seu equil\u00edbrio econ\u00f4mico-financeiro.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) A fiscaliza\u00e7\u00e3o exercida pelo \u00f3rg\u00e3o competente sobre a concess\u00e3o isentar\u00e1 a concession\u00e1ria da responsabiliza\u00e7\u00e3o civil pelos danos causados aos usu\u00e1rios ou a terceiros na execu\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. De acordo com o art. 23, XII, da Lei 8.987\/95, o contrato deve, sim, dispor sobre as condi\u00e7\u00f5es para sua prorroga\u00e7\u00e3o. Ademais, o STJ j\u00e1 se manifestou acerca da necessidade de tal previs\u00e3o contratual (REsp. 912.402, rel. Ministro MAURO CAMPBELL).<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. A precariedade n\u00e3o \u00e9 caracter\u00edstica da concess\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos, mas, sim, da permiss\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos. Ademais, no caso da concess\u00e3o, a extin\u00e7\u00e3o antecipada, por raz\u00f5es de interesse p\u00fablico (encampa\u00e7\u00e3o), pressup\u00f5e lei autorizativa espec\u00edfica e indeniza\u00e7\u00e3o ao concession\u00e1rio (Lei 8.987\/95, art. 37).<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. A exig\u00eancia de pr\u00e9via licita\u00e7\u00e3o, na modalidade concorr\u00eancia, \u00e9 condi\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel \u00e0 subconcess\u00e3o, na forma do art. 26, \u00a71\u00ba, da Lei 8.987\/95, o mesmo n\u00e3o se podendo afirmar quanto \u00e0 transfer\u00eancia de controle acion\u00e1rio ou da concess\u00e3o, versados no art. 27, <em>caput,<\/em> do mesmo diploma, e que exigem apenas a pr\u00e9via anu\u00eancia do poder concedente.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 correta. Trata-se de afirmativa que reproduz fielmente a norma do art. 10 da Lei 8.987\/95, de sorte que n\u00e3o h\u00e1 incorre\u00e7\u00f5es a serem indicadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. Na verdade, consoante o art. 25, <em>caput,<\/em> da Lei 8.987\/95, a fiscaliza\u00e7\u00e3o realizada pelo poder concedente n\u00e3o exclui ou atenua a responsabilidade do concession\u00e1rio, no que tange a preju\u00edzos causados ao pr\u00f3prio poder concedente, aos usu\u00e1rios ou a terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 29. Em rela\u00e7\u00e3o a bens p\u00fablicos, assinale a op\u00e7\u00e3o correta, com base na legisla\u00e7\u00e3o e na jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica n\u00e3o pode exigir remunera\u00e7\u00e3o pelo uso do bem de uso comum, exceto durante a vig\u00eancia de estado de emerg\u00eancia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica pode desistir da desapropria\u00e7\u00e3o se a indeniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o tiver sido integralmente paga e se o bem puder ser devolvido sem modifica\u00e7\u00e3o substancial que comprometa a sua utiliza\u00e7\u00e3o como antes do processo desapropriat\u00f3rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Bens p\u00fablicos m\u00f3veis est\u00e3o sujeitos a usucapi\u00e3o nos termos da jurisprud\u00eancia p\u00e1tria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Bens de uso comum do povo s\u00e3o destinados ao uso pela administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica para a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, como, por exemplo, as reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) A aliena\u00e7\u00e3o de bens da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica prescinde da exist\u00eancia de interesse p\u00fablico devidamente justificado, bastando a observ\u00e2ncia das regras previstas na Lei de Licita\u00e7\u00f5es P\u00fablicas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. Conforme explicitado no art. 102 do C\u00f3digo Civil, o uso comum dos bens p\u00fablicos pode ser gratuito ou retribu\u00eddo, de modo que a Administra\u00e7\u00e3o pode, sim, exigir remunera\u00e7\u00e3o pela utiliza\u00e7\u00e3o do bem de uso comum.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 correta. De fato, o STJ tem compreens\u00e3o firmada no sentido de ser l\u00edcito \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o desistir da desapropria\u00e7\u00e3o, desde que n\u00e3o tenha havido o pagamento integral da indeniza\u00e7\u00e3o e o bem possa ser devolvido tal como antes se encontrava (REsp. 1368773\/MS, Rel. Ministro OG FERNANDES).<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. Face \u00e0 caracter\u00edstica da imprescritibilidade, nenhum bem p\u00fablico, seja de que natureza for, pode ser adquirido por usucapi\u00e3o (CRFB\/88, arts. 183, \u00a73\u00ba, e 191, par\u00e1grafo \u00fanico c\/c C\u00f3digo Civil, art. 102). Assim, equivocado aduzir que bens p\u00fablicos m\u00f3veis poderiam ser usucapidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. Na realidade, os bens p\u00fablicos destinados a servi\u00e7os \u00e0 popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o classificados como bens de uso especial, e n\u00e3o como bens de uso comum do povo.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. Ao contr\u00e1rio do que foi dito neste item, exist\u00eancia de interesse p\u00fablico \u00e9 pressuposto necess\u00e1rio para que se revele leg\u00edtima a aliena\u00e7\u00e3o de bens p\u00fablicos, o que se extrai, por exemplo, do art. 76, <em>caput<\/em>, da Lei 14.133\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 30. Julgue os itens, a respeito da responsabilidade civil do estado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I Conforme a CF, a responsabilidade civil estatal subsume-se \u00e0 teoria do risco integral, no que diz respeito tanto \u00e0s condutas estatais comissivas quanto \u00e0s omissivas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II Sob o regime da responsabilidade objetiva, a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica responder\u00e1 civilmente pela a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o administrativa mesmo diante de evid\u00eancias de ocorr\u00eancia de culpa atribu\u00edvel \u00e0 pr\u00f3pria v\u00edtima.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III Em caso de inobserv\u00e2ncia do dever espec\u00edfico de prote\u00e7\u00e3o previsto na CF, o Estado \u00e9 respons\u00e1vel pela morte do detento.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV O Estado n\u00e3o responde objetivamente por danos decorrentes de crime praticado por pessoa foragida do sistema prisional, quando n\u00e3o for demonstrado o nexo causal direto entre o momento da fuga e a conduta praticada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>V A a\u00e7\u00e3o por danos causados por agente p\u00fablico deve ser ajuizada contra o Estado ou a pessoa jur\u00eddica de direito privado prestadora de servi\u00e7o p\u00fablico, sendo parte ileg\u00edtima para a a\u00e7\u00e3o o autor do ato, assegurado o direito de regresso contra o respons\u00e1vel nos casos de dolo e culpa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Apenas os itens I e II est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) Apenas os itens III e V est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Apenas os itens I, II e IV est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Apenas os itens III, IV e V est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) Todos os itens est\u00e3o certos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a<strong> letra D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O item I est\u00e1 incorreto. Em verdade, a teoria adotada por nosso ordenamento jur\u00eddico, seja para condutas comissivas ou omissivas, consiste na teoria do risco administrativo, e n\u00e3o no risco integral. Neste sentido, a jurisprud\u00eancia do STF (RE 841.526, rel. Ministro LUIZ FUX).<\/p>\n\n\n\n<p>O item II est\u00e1 incorreto. A culpa exclusiva da v\u00edtima \u00e9 uma das causas excludentes de responsabilidade, de modo que, acaso esteja configurada, deve-se afastar o dever de indenizar atribu\u00edvel ao este estatal.<\/p>\n\n\n\n<p>O item III est\u00e1 correto. Esta assertiva exibe entendimento do STF, em tese de repercuss\u00e3o geral, no mesmo precedente acima indicado (RE 841.526, rel. Ministro LUIZ FUX). Logo, sem equ\u00edvocos a serem indicados.<\/p>\n\n\n\n<p>O item IV est\u00e1 correto. \u00c0 luz da teoria da causalidade direta e imediata, adotada em nosso ordenamento no art. 403 do C\u00f3digo Civil, o STF, realmente, fixou entendimento, em tese de repercuss\u00e3o geral, no exato sentido deste item (RE 608.880, rel. Ministro ALEXANDRE DE MORAES), raz\u00e3o pela qual n\u00e3o h\u00e1 reparos a serem feitos.<\/p>\n\n\n\n<p>O item V est\u00e1 correto. Outra vez, trata-se de afirmativa alinhada \u00e0 jurisprud\u00eancia do STF, ao adotar a teoria da dupla garantia, sendo uma delas dirigida a assegurar que o agente p\u00fablico somente responda perante o pr\u00f3prio Estado, de modo que n\u00e3o \u00e9 parte leg\u00edtima para figurar em a\u00e7\u00e3o movida pelo particular, v\u00edtima de danos. Neste sentido, o RE 1.027.633, rel. Ministro MARCO AUR\u00c9LIO.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 40. Maria ajuizou a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o contra a concession\u00e1ria de transporte p\u00fablico do seu munic\u00edpio, pelos danos que sofreu ap\u00f3s ter ca\u00eddo no interior da composi\u00e7\u00e3o do metr\u00f4 ao ter sido empurrada por outros passageiros no momento do embarque.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, de acordo com a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), a concession\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) n\u00e3o tem responsabilidade, em raz\u00e3o do caso fortuito.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) tem responsabilidade subjetiva.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) n\u00e3o tem responsabilidade, em raz\u00e3o da for\u00e7a maior.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) n\u00e3o tem responsabilidade, em raz\u00e3o do fortuito externo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) tem responsabilidade objetiva.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As alternativas A, C e D est\u00e3o incorretas. N\u00e3o \u00e9 verdade que a concession\u00e1ria n\u00e3o possa ser responsabilizada. Pelo contr\u00e1rio, haver\u00e1 responsabilidade e esta ser\u00e1 de \u00edndole objetiva. No ponto, o STJ possui entendimento no sentido de que o contrato de transporte tem \u00ednsita uma cl\u00e1usula de incolumidade, de modo que implica a exist\u00eancia de uma obriga\u00e7\u00e3o de resultado, consistente em conduzir o passageiro com conforto e seguran\u00e7a at\u00e9 seu destino (REsp. 1747637, relatora Ministra NANCY ANDRIGUI). Mesmo em se tratando de conduta praticada por terceiros (empurr\u00f5es de outros passageiros), n\u00e3o deve ser considerada como causa excludente, uma vez que assim somente pode ser tido, neste contexto, o evento que n\u00e3o guarda rela\u00e7\u00e3o com a organiza\u00e7\u00e3o do neg\u00f3cio e os riscos da atividade, o que n\u00e3o seria a hip\u00f3tese narrada na quest\u00e3o em exame.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 incorreta. Como dito, a hip\u00f3tese \u00e9 de responsabilidade objetiva, seja com amparo no art. 37, \u00a76\u00ba, da CRFB, por se tratar a concession\u00e1ria do metr\u00f4 de pessoa privada prestadora de servi\u00e7os p\u00fablicos, seja, ainda, na forma dos arts. 734 e 735 do C\u00f3digo Civil, sendo que este \u00faltimo dispositivo \u00e9 expl\u00edcito ao estabelecer que a responsabilidade contratual do transportador por acidente com passageiro n\u00e3o \u00e9 elidida por culpa de terceiro, contra o qual tem a\u00e7\u00e3o regressiva.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 correta. Pelos fundamentos acima exibidos, \u00e9 verdadeiro aduzir que o caso seria de responsabilidade objetiva da concession\u00e1ria de servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 43. Um mesmo fato resultou na propositura de a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa e a\u00e7\u00e3o penal contra determinada pessoa, tendo a a\u00e7\u00e3o de improbidade sido julgada improcedente por ter restado provado que o agente n\u00e3o agira com dolo e n\u00e3o obtivera vantagem indevida. Por sua vez, a configura\u00e7\u00e3o do delito, apontada na a\u00e7\u00e3o penal como crime contra a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, exigia que a conduta do agente fosse dolosa. Diante desses elementos, a defesa do r\u00e9u requereu o trancamento da a\u00e7\u00e3o penal com fundamento na atipicidade da conduta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tendo essa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica como refer\u00eancia, assinale a op\u00e7\u00e3o correta com base no entendimento do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) As esferas civil, penal e administrativa s\u00e3o absolutamente independentes e aut\u00f4nomas entre si, de modo que as decis\u00f5es tomadas no \u00e2mbito administrativo ou c\u00edvel n\u00e3o vinculam a seara criminal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) A improced\u00eancia da a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa, quando decorrente da aus\u00eancia de dolo e da n\u00e3o obten\u00e7\u00e3o de vantagem indevida pelo agente, na hip\u00f3tese de os fatos serem os mesmos que resultaram na a\u00e7\u00e3o penal, esvazia a justa causa para manuten\u00e7\u00e3o desta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Afasta-se a independ\u00eancia das inst\u00e2ncias civil e penal quando a a\u00e7\u00e3o penal for julgada improcedente por aus\u00eancia de prova de ter o r\u00e9u concorrido para a infra\u00e7\u00e3o penal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Ocorre a vincula\u00e7\u00e3o das inst\u00e2ncias civil e penal quando a a\u00e7\u00e3o penal for julgada procedente por ficar provado que o r\u00e9u concorreu para a infra\u00e7\u00e3o penal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>e) O reconhecimento da transgress\u00e3o disciplinar e a aplica\u00e7\u00e3o da respectiva puni\u00e7\u00e3o dependem da proced\u00eancia da a\u00e7\u00e3o penal, estando a administra\u00e7\u00e3o obrigada a aguardar a finaliza\u00e7\u00e3o do processo na esfera penal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa correta \u00e9 a <strong>letra B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa A est\u00e1 incorreta. Embora a regra geral seja a independ\u00eancia das inst\u00e2ncias penal, civil e administrativa, \u00e9 sabido que existem exce\u00e7\u00f5es contempladas no ordenamento, vale dizer, quando houver coisa julgada na \u00f3rbita criminal que reconhe\u00e7a a inexist\u00eancia do fato ou a negativa de autoria. Portanto, equivocado sustentar um pretenso car\u00e1ter \u201cabsoluto\u201d de tal independ\u00eancia das inst\u00e2ncias.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B est\u00e1 correta. Adotando-se a teoria finalista, que insere o elemento subjetivo no tipo, a aus\u00eancia de prova do elemento subjetivo (dolo) interfere na caracteriza\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria tipicidade do crime. Em tendo sido afastado o dolo na seara c\u00edvel, esta circunst\u00e2ncia deve ser considerada no \u00e2mbito criminal, resultando no esvaziamento da justa causa para o prosseguimento da a\u00e7\u00e3o penal. Assim decidiu o STJ recentemente (RHC 173.448, rel. Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA, DJe 13\/03\/2023).<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa C est\u00e1 incorreta. A absolvi\u00e7\u00e3o criminal por insufici\u00eancia de provas n\u00e3o interfere nas demais esferas, prevalecendo, neste caso, a independ\u00eancia de cada inst\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa D est\u00e1 incorreta. A hip\u00f3tese aqui descrita n\u00e3o se insere dentre as exce\u00e7\u00f5es ao princ\u00edpio da independ\u00eancia das \u00f3rbitas penal, civil e administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa E est\u00e1 incorreta. Inexiste a obriga\u00e7\u00e3o de o processo administrativo disciplinar ser sobrestado para aguardar o desfecho da a\u00e7\u00e3o penal correlata. Prevalece, uma vez mais, a independ\u00eancia das inst\u00e2ncias penal e administrativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"acesse-todo-o-conteudo-da-prova-em-gabarito-extraoficial-pgm-sp-procurador\" class=\"wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\"><strong>Acesse todo o conte\u00fado da Prova em:\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/gabarito-extraoficial-pgm-sp-procurador\/\">Gabarito Extraoficial PGM SP Procurador<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-background-color has-background has-medium-font-size\"><strong>Saiba mais: <a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concurso-pgm-sp\/\" target=\"_blank\" >concurso Procurador PGM SP<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"cursos-ficha\"><span id=\"quer-estudar-para-concursos-de-direito\">Quer estudar para Concursos de Direito?<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>O Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica \u00e9 campe\u00e3o de aprova\u00e7\u00f5es nos concursos para Carreiras Jur\u00eddicas com um corpo docente qualificado e materiais completos. 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