{"id":189374,"date":"2026-05-20T11:04:51","date_gmt":"2026-05-20T14:04:51","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=189374"},"modified":"2026-05-20T11:07:03","modified_gmt":"2026-05-20T14:07:03","slug":"cadeado-rompido-porta-arrombada-furto-qualificado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/cadeado-rompido-porta-arrombada-furto-qualificado\/","title":{"rendered":"Cadeado rompido e porta arrombada: furto qualificado tentado ou atos preparat\u00f3rios?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>At\u00e9 onde vai a execu\u00e7\u00e3o do furto qualificado? O simples rompimento do cadeado e o arrombamento da porta j\u00e1 configuram tentativa pun\u00edvel ou representam apenas atos preparat\u00f3rios incapazes de caracterizar o in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o do crime? STJ responde no Informativo 887<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:28% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"424\" height=\"636\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/20104641\/image-22.png\" alt=\"furto qualificado\" class=\"wp-image-189389 size-full\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/20104641\/image-22.png 424w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/20104641\/image-22-200x300.png 200w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/20104641\/image-22-380x570.png 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/20104641\/image-22-150x225.png 150w\" sizes=\"(max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dois homens chegam a um estabelecimento comercial durante a madrugada. Arrombam o cadeado. Danificam a porta. Antes de entrar, s\u00e3o flagrados pela pol\u00edcia. Nunca tocaram em nenhum bem do interior da loja. A defesa sustenta que n\u00e3o houve in\u00edcio da subtra\u00e7\u00e3o e que a conduta n\u00e3o passa de ato preparat\u00f3rio impun\u00edvel. A tese parece tecnicamente razo\u00e1vel para quem raciocina apenas com a teoria objetivo-formal em sua vers\u00e3o pura: sem ingresso no verbo nuclear \u201csubtrair\u201d, n\u00e3o h\u00e1 execu\u00e7\u00e3o. Mas o STJ rejeitou esse argumento e condenou os r\u00e9us por <strong>tentativa de furto qualificado<\/strong>.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o, julgada pela Quinta Turma em 7 de abril de 2026 <a href=\"https:\/\/scon.stj.jus.br\/jurisprudencia\/externo\/informativo\/?acao=pesquisarumaedicao&livre=%270887%27.cod.\" type=\"link\" id=\"https:\/\/scon.stj.jus.br\/jurisprudencia\/externo\/informativo\/?acao=pesquisarumaedicao&livre=%270887%27.cod.\">(AgRg no REsp 2.255.737-MG, Rel. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca)<\/a>, n\u00e3o criou uma regra nova: consolidou e explicitou a posi\u00e7\u00e3o do tribunal sobre a teoria objetivo-formal temperada, que h\u00e1 anos orienta a distin\u00e7\u00e3o entre atos preparat\u00f3rios e execut\u00f3rios no direito penal brasileiro. O tema envolve tr\u00eas blocos indissoci\u00e1veis que as bancas cobram de forma integrada: o <strong>iter criminis<\/strong> com suas fases e institutos defensivos, as <strong>teorias da tentativa<\/strong>, e as <strong>teorias da consuma\u00e7\u00e3o do furto<\/strong>. Dominar os tr\u00eas blocos e articul\u00e1-los \u00e9 o que diferencia o candidato aprovado do eliminado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este artigo desenvolve cada um desses blocos com profundidade dogm\u00e1tica, analisa o racioc\u00ednio do STJ na decis\u00e3o de 2026 e a tese fixada em sede de recurso repetitivo sobre a consuma\u00e7\u00e3o do furto (REsp 1.524.450-RJ, Tema 934), e fecha com orienta\u00e7\u00e3o completa para primeira e segunda fases. Leia cada se\u00e7\u00e3o com aten\u00e7\u00e3o: as distin\u00e7\u00f5es que eliminam candidatos est\u00e3o explicitamente sinalizadas ao longo do texto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-iter-criminis-as-fases-do-crime-e-a-linha-que-separa-o-punivel-do-impunivel\"><span id=\"1-iter-criminis-as-fases-do-crime-e-a-linha-que-separa-o-punivel-do-impunivel\"><strong>1. Iter Criminis: As fases do crime e a linha que separa o pun\u00edvel do impun\u00edvel<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <strong>iter criminis<\/strong> \u00e9 o conjunto de etapas que o agente percorre desde a concep\u00e7\u00e3o do crime at\u00e9 sua consuma\u00e7\u00e3o. A relev\u00e2ncia do tema para concursos n\u00e3o \u00e9 apenas acad\u00eamica: \u00e9 a partir da identifica\u00e7\u00e3o da fase em que a conduta se encontra que se define se h\u00e1 crime, qual a pena aplic\u00e1vel e quais institutos defensivos incidem. A confus\u00e3o entre fases do iter criminis \u00e9, na pr\u00e1tica das provas, uma das causas mais frequentes de erro em quest\u00f5es de alto n\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A doutrina <strong>classifica o iter criminis em quatro etapas sequenciais<\/strong>: cogita\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o, execu\u00e7\u00e3o e consuma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bg-light\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>cogita\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 a fase absolutamente interna. O agente elabora mentalmente o crime, imagina sua pr\u00e1tica, planeja os detalhes. Por ocorrer inteiramente na esfera ps\u00edquica, a cogita\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre impun\u00edvel, independentemente de seu conte\u00fado ou sofistica\u00e7\u00e3o. O fundamento \u00e9 duplo: o princ\u00edpio da lesividade, que veda a incid\u00eancia do direito penal sobre condutas que n\u00e3o atingem qualquer bem jur\u00eddico, e o princ\u00edpio do fato, que impede a puni\u00e7\u00e3o de estados mentais dissociados de a\u00e7\u00e3o externa verific\u00e1vel.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bg-light\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>prepara\u00e7\u00e3o<\/strong> marca a externaliza\u00e7\u00e3o da atividade criminosa: o agente sai do plano mental e toma provid\u00eancias concretas para viabilizar o crime, como adquirir instrumentos, escolher a v\u00edtima ou reconhecer o local. Em regra, os atos preparat\u00f3rios tamb\u00e9m s\u00e3o impun\u00edveis, pois ainda n\u00e3o representam agress\u00e3o direta ao bem jur\u00eddico. A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 relevante para concursos: quando o pr\u00f3prio ato preparat\u00f3rio configura crime aut\u00f4nomo, pune-se o crime preparat\u00f3rio, n\u00e3o a tentativa do crime-fim. O exemplo cl\u00e1ssico \u00e9 a associa\u00e7\u00e3o criminosa (art. 288 do CP), cuja puni\u00e7\u00e3o independe do in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o de qualquer crime que os associados pretendiam praticar.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bg-light\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>execu\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 a fase em que o agente ingressa na agress\u00e3o ao bem jur\u00eddico, dando in\u00edcio aos atos execut\u00f3rios do crime. \u00c9 aqui que a tentativa se torna poss\u00edvel e onde reside o principal problema interpretativo: como distinguir o \u00faltimo ato preparat\u00f3rio do primeiro ato execut\u00f3rio? Esse \u00e9 o ponto mais cobrado em provas de segunda fase e o n\u00facleo do julgado do STJ de 2026.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bg-light\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>consuma\u00e7\u00e3o<\/strong> encerra o iter criminis com a realiza\u00e7\u00e3o de todos os elementos do tipo penal. Para crimes materiais, exige produ\u00e7\u00e3o do resultado natural\u00edstico. Para crimes formais e de mera conduta, basta a completa realiza\u00e7\u00e3o da conduta proibida.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1.1 A Distin\u00e7\u00e3o Central: Atos Preparat\u00f3rios versus Atos Execut\u00f3rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><mark style=\"background-color:#cf2e2e\" class=\"has-inline-color has-white-color\"><strong>Vamos direto ao ponto:<\/strong> <\/mark> A fronteira entre o ato preparat\u00f3rio e o ato execut\u00f3rio \u00e9 o terreno mais f\u00e9rtil para quest\u00f5es eliminat\u00f3rias em concursos de alto n\u00edvel. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As bancas exploram exatamente a zona cinzenta entre as duas fases, e o candidato que n\u00e3o tiver clareza sobre as teorias que orientam essa distin\u00e7\u00e3o ser\u00e1 eliminado mesmo conhecendo o conceito geral de tentativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quatro teorias principais<\/strong> disputam espa\u00e7o na dogm\u00e1tica penal sobre o in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list is-style-cnvs-list-styled-negative\">\n<li>A <strong>teoria objetivo-formal<\/strong> \u00e9 a mais tradicional: atos execut\u00f3rios s\u00e3o aqueles que iniciam a realiza\u00e7\u00e3o do verbo nuclear do tipo penal. S\u00f3 h\u00e1 execu\u00e7\u00e3o quando o agente come\u00e7a a \u201csubtrair\u201d, a \u201cmatar\u201d, a \u201cconstranger\u201d. Essa teoria tem o m\u00e9rito da previsibilidade e respeita a legalidade, mas produz resultados insatisfat\u00f3rios em casos concretos: o agente que aponta a arma para a v\u00edtima ainda n\u00e3o \u201cmatou\u201d no sentido do verbo, mas \u00e9 intuitivo que iniciou a execu\u00e7\u00e3o do homic\u00eddio.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>teoria objetivo-material<\/strong> avan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 anterior: considera execut\u00f3rios n\u00e3o apenas os atos que realizam o verbo, mas tamb\u00e9m os atos imediatamente anteriores a ele, desde que causalmente conectados ao resultado pretendido. O crit\u00e9rio \u00e9 a proximidade temporal e causal com a realiza\u00e7\u00e3o t\u00edpica.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>teoria objetivo-individual<\/strong> (plano do autor) incorpora o ponto de vista do agente: s\u00e3o execut\u00f3rios os atos que, segundo o plano concreto do agente, representam o in\u00edcio imediato da agress\u00e3o ao bem jur\u00eddico. O plano individual funciona como lente interpretativa para identificar quando a fase preparat\u00f3ria se encerra e a execut\u00f3ria come\u00e7a.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>teoria subjetiva<\/strong> \u00e9 a mais ampla: qualquer ato que manifeste de forma inequ\u00edvoca o dolo criminoso configura in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o. Essa teoria expande perigosamente a punibilidade e \u00e9 incompat\u00edvel com o princ\u00edpio da legalidade estrita, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o \u00e9 adotada de forma isolada em sistemas democr\u00e1ticos.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-a-teoria-objetivo-formal-temperada-do-stj-e-a-decisao-de-2026\"><span id=\"2-a-teoria-objetivo-formal-temperada-do-stj-e-a-decisao-de-2026\"><strong>2. A Teoria Objetivo-Formal Temperada do STJ e a Decis\u00e3o de 2026<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O STJ adota uma vers\u00e3o <strong>temperada<\/strong> da teoria objetivo-formal, e esse \u00e9 o ponto que mais cai em concursos sobre o tema. O tribunal parte da teoria objetivo-formal como refer\u00eancia, mas n\u00e3o a aplica de forma mec\u00e2nica. A decis\u00e3o de 2026 no AgRg no REsp 2.255.737-MG explicita com precis\u00e3o a estrutura desse racioc\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tribunal distinguiu dois conceitos que candidatos frequentemente confundem: o <strong>come\u00e7o de execu\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o t\u00edpica<\/strong> (ingresso no verbo nuclear do tipo) e o <strong>in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o do crime<\/strong> (hip\u00f3tese igualmente abrangida pelo art. 14, II, do CP). A tentativa alcan\u00e7a os dois momentos, mas o segundo \u00e9 cronologicamente anterior ao primeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O racioc\u00ednio do STJ \u00e9 este: mesmo antes de o agente iniciar o verbo nuclear do tipo, atos perif\u00e9ricos podem configurar in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o quando, analisados \u00e0 luz do <strong>plano concreto do agente<\/strong>, evidenciarem de forma inequ\u00edvoca o in\u00edcio da agress\u00e3o ao bem jur\u00eddico, expondo-o a um risco relevante e imediato. N\u00e3o se trata de adotar a teoria subjetiva: o plano do agente n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico crit\u00e9rio, mas funciona como elemento interpretativo para verificar se os atos praticados j\u00e1 representavam periclita\u00e7\u00e3o real do bem jur\u00eddico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso concreto, os r\u00e9us \u201cestouraram\u201d o cadeado e danificaram a porta da loja com a finalidade de furtar o interior do estabelecimento. A subtra\u00e7\u00e3o n\u00e3o teve in\u00edcio porque a pol\u00edcia interveio. O Tribunal de origem absolveu por entender que, sem ingresso no verbo \u201csubtrair\u201d, n\u00e3o haveria execu\u00e7\u00e3o. O STJ reformou essa decis\u00e3o: o rompimento do obst\u00e1culo (cl\u00e1usula qualificadora do furto) j\u00e1 representava periclita\u00e7\u00e3o relevante e imediata do patrim\u00f4nio da v\u00edtima, configurando in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o do crime descrito no art. 155 do CP, n\u00e3o mero ato preparat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-vivid-red-background-color has-background wp-block-paragraph\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-white-color\">Aten\u00e7\u00e3o para concursos:<\/mark><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09.png\" alt=\"furto qualificado\" class=\"wp-image-113639\" style=\"width:104px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09.png 1024w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-300x300.png 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-150x150.png 150w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-768x768.png 768w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-80x80.png 80w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-380x380.png 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-800x800.png 800w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-24x24.png 24w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-48x48.png 48w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-96x96.png 96w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ponto eliminat\u00f3rio nesse tema \u00e9 a <strong>confus\u00e3o entre a teoria objetivo-formal pura e a teoria objetivo-formal temperada adotada pelo STJ<\/strong>. Na vers\u00e3o pura, sem ingresso no verbo, n\u00e3o h\u00e1 execu\u00e7\u00e3o; o cadeado rompido seria prepara\u00e7\u00e3o. Na vers\u00e3o temperada, atos perif\u00e9ricos que evidenciam inequivocamente o in\u00edcio da agress\u00e3o ao bem jur\u00eddico j\u00e1 configuram execu\u00e7\u00e3o, mesmo antes do verbo. A decis\u00e3o de 2026 reafirma a segunda posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um <strong>segundo ponto de distin\u00e7\u00e3o que as bancas exploram <\/strong>\u00e9 a <strong>rela\u00e7\u00e3o entre o ato qualificador e o in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o. <\/strong>No furto qualificado pelo rompimento de obst\u00e1culo, o pr\u00f3prio ato que configura a qualificadora (romper o obst\u00e1culo) pode ser simultaneamente o primeiro ato execut\u00f3rio do crime. O candidato que trata o rompimento como ato preparat\u00f3rio dissociado da execu\u00e7\u00e3o erra duplamente: nega a tentativa e desconsidera que a qualificadora integra o iter execut\u00f3rio do furto qualificado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-tentativa-estrutura-dogmatica-teorias-e-o-criterio-de-dosimetria\"><span id=\"3-tentativa-estrutura-dogmatica-teorias-e-o-criterio-de-dosimetria\"><strong>3. Tentativa: Estrutura Dogm\u00e1tica, Teorias e o Crit\u00e9rio de Dosimetria<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tentativa est\u00e1 prevista no art. 14, II, do C\u00f3digo Penal: diz-se tentado o crime <\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">\"quando, iniciada a execu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se consuma por circunst\u00e2ncias alheias \u00e0 vontade do agente\". <\/pre>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O par\u00e1grafo \u00fanico estabelece a consequ\u00eancia: <\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">\"pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminu\u00edda de um a dois ter\u00e7os.\"<\/pre>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.1 Elementos Configuradores da Tentativa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tr\u00eas elementos integram a tentativa de forma cumulativa:<\/strong> conduta dolosa dirigida ao resultado t\u00edpico; ingresso na fase dos atos execut\u00f3rios; e n\u00e3o consuma\u00e7\u00e3o por circunst\u00e2ncias alheias \u00e0 vontade do agente. A aus\u00eancia de qualquer desses elementos afasta a tentativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O elemento volitivo \u00e9 especialmente relevante: a tentativa \u00e9 incompat\u00edvel com crimes culposos, pois o agente n\u00e3o dirige sua vontade ao resultado t\u00edpico. A pergunta-teste para identificar a tentativa \u00e9 direta: se fosse pela vontade do agente, o crime teria se consumado? Se a resposta for sim, e a n\u00e3o consuma\u00e7\u00e3o decorreu de fator externo, h\u00e1 tentativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.2 As Teorias da Punibilidade da Tentativa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas teorias principais organizam a justificativa e a medida da puni\u00e7\u00e3o do crime tentado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>teoria subjetiva<\/strong> (voluntar\u00edstica ou monista) analisa o crime tentado pela perspectiva do dolo do agente. Para essa corrente, consuma\u00e7\u00e3o e tentativa s\u00e3o subjetivamente id\u00eanticas: o que as diferencia \u00e9 um dado contingente externo, n\u00e3o a vontade do agente. A consequ\u00eancia l\u00f3gica \u00e9 que tentativa e consuma\u00e7\u00e3o devem ter a mesma pena, pois o desvalor da conduta \u00e9 equivalente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>teoria objetiva<\/strong> (real\u00edstica) parte da perspectiva do resultado produzido. A consuma\u00e7\u00e3o \u00e9 subjetivamente completa e objetivamente acabada; a tentativa \u00e9 subjetivamente completa, mas objetivamente inacabada. O perigo de dano efetivamente causado ao bem jur\u00eddico \u00e9 menor na tentativa do que na consuma\u00e7\u00e3o, o que justifica pena reduzida para a forma tentada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O C\u00f3digo Penal brasileiro adotou a <strong>teoria objetiva como regra<\/strong>, refletida na causa de diminui\u00e7\u00e3o de pena de um a dois ter\u00e7os prevista no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 14. A express\u00e3o \u201csalvo disposi\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio\u201d na abertura do par\u00e1grafo \u00e9 a chave interpretativa: o legislador se reservou a possibilidade de adotar a teoria subjetiva em tipos penais espec\u00edficos, punindo tentativa e consuma\u00e7\u00e3o com as mesmas penas. O art. 352 do CP \u00e9 o exemplo cl\u00e1ssico: \u201cevadir-se ou tentar evadir-se o preso ou o indiv\u00edduo submetido a medida de seguran\u00e7a detentiva, usando de viol\u00eancia contra a pessoa\u201d. Nesse caso, tentativa e evas\u00e3o consumada t\u00eam id\u00eantica pena.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A doutrina denomina esse modelo de <strong>teoria objetiva temperada, moderada ou matizada<\/strong>: a regra \u00e9 objetiva (pena reduzida na tentativa), mas excepcionalmente o legislador pode adotar a teoria subjetiva por meio de previs\u00e3o expressa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th><strong>Teoria<\/strong><\/th><th><strong>Fundamento<\/strong><\/th><th><strong>Consequ\u00eancia<\/strong><\/th><th><strong>Ado\u00e7\u00e3o no CP<\/strong><\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Subjetiva<\/td><td>Dolo do agente (consuma\u00e7\u00e3o e tentativa s\u00e3o subjetivamente iguais)<\/td><td>Mesma pena para tentativa e consuma\u00e7\u00e3o<\/td><td>Excepcional (ex.: art. 352 do CP)<\/td><\/tr><tr><td>Objetiva pura<\/td><td>Resultado produzido e perigo causado ao bem jur\u00eddico<\/td><td>Pena sempre reduzida na tentativa<\/td><td>N\u00e3o adotada isoladamente<\/td><\/tr><tr><td>Objetiva temperada<\/td><td>Regra objetiva com exce\u00e7\u00f5es subjetivas expressas<\/td><td>Pena reduzida em regra; mesma pena quando previsto em lei<\/td><td>Adotada pelo C\u00f3digo Penal<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.3 O Crit\u00e9rio Dosim\u00e9trico: Quanto Reduzir na Tentativa?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A varia\u00e7\u00e3o de um a dois ter\u00e7os na causa de diminui\u00e7\u00e3o da tentativa n\u00e3o \u00e9 arbitr\u00e1ria: o STJ consolidou o entendimento de que o quantum de redu\u00e7\u00e3o deve considerar o <strong>iter criminis percorrido pelo agente<\/strong>. Quanto mais pr\u00f3ximo da consuma\u00e7\u00e3o chegou o agente, menor a redu\u00e7\u00e3o; quanto mais distante, maior a diminui\u00e7\u00e3o. Esse crit\u00e9rio tem l\u00f3gica objetiva: o agente que chegou \u00e0 fase final da execu\u00e7\u00e3o causou maior periclita\u00e7\u00e3o ao bem jur\u00eddico do que aquele que praticou apenas o primeiro ato execut\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-vivid-red-background-color has-background wp-block-paragraph\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-white-color\">Aten\u00e7\u00e3o para concursos:<\/mark> <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fundamenta\u00e7\u00e3o do quantum de redu\u00e7\u00e3o \u00e9 cobrada tanto em objetivas quanto em discursivas. O erro mais frequente \u00e9 afirmar que a redu\u00e7\u00e3o \u00e9 discricion\u00e1ria ou basear-se apenas na gravidade abstrata do crime. O crit\u00e9rio correto \u00e9 o iter percorrido; a proximidade da consuma\u00e7\u00e3o \u00e9 o par\u00e2metro legal e jurisprudencial.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-teorias-da-consumacao-do-furto-e-o-tema-934-do-stj\"><span id=\"4-teorias-da-consumacao-do-furto-e-o-tema-934-do-stj\"><strong>4. Teorias da Consuma\u00e7\u00e3o do Furto e o Tema 934 do STJ<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A quest\u00e3o de <strong>quando se consuma o furto \u00e9 um dos pontos mais cobrados do direito penal patrimonial<\/strong>, especialmente em provas de alto n\u00edvel que <strong>exigem o conhecimento das quatro teorias e a identifica\u00e7\u00e3o precisa da adotada pelo STF e pelo STJ.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#cf2d2d24\">A <strong>teoria da contrectatio<\/strong> \u00e9 a mais ampla: o furto se consuma pelo simples contato entre o agente e a coisa alheia. Tocar o bem j\u00e1 consuma o crime. Essa teoria maximiza a prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio, mas praticamente elimina o espa\u00e7o para a tentativa de furto: qualquer contato com a coisa j\u00e1 constituiria crime consumado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#cf2d2d24\">A <strong>teoria da apprehensio<\/strong> (ou amotio) considera consumado o furto quando a coisa passa para o poder do agente, com invers\u00e3o da posse, ainda que por breve espa\u00e7o de tempo e ainda que o agente seja imediatamente perseguido. A express\u00e3o \u201cinvers\u00e3o da posse\u201d \u00e9 t\u00e9cnica e precisa: o bem \u00e9 retirado da esfera de disponibilidade da v\u00edtima, ainda que n\u00e3o saia de sua esfera de vigil\u00e2ncia. N\u00e3o se exige posse mansa, pac\u00edfica ou desvigiada; basta a invers\u00e3o f\u00e1tica da posse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#cf2d2d24\">A <strong>teoria da ablatio<\/strong> exige que a coisa, al\u00e9m de apreendida, seja transportada de um lugar para outro. A invers\u00e3o da posse n\u00e3o basta; \u00e9 necess\u00e1rio deslocamento espacial do bem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#cf2d2d24\">A <strong>teoria da ilatio<\/strong> \u00e9 a mais restritiva: o furto s\u00f3 se consuma quando a coisa \u00e9 levada ao local desejado pelo agente para t\u00ea-la a salvo. Na pr\u00e1tica, essa teoria tornaria a maioria dos furtos tentados, pois exigiria que o agente chegasse ao destino planejado com o bem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O STJ fixou no Tema 934 (REsp 1.524.450-RJ, 3\u00aa Se\u00e7\u00e3o, Rel. Min. Nefi Cordeiro, julgado em 14\/10\/2015) a tese que orienta toda a jurisprud\u00eancia atual: <strong>consuma-se o crime de furto com a posse de fato da res furtiva, ainda que por breve espa\u00e7o de tempo e seguida de persegui\u00e7\u00e3o ao agente, sendo prescind\u00edvel a posse mansa e pac\u00edfica ou desvigiada<\/strong>. A teoria adotada \u00e9 a da <strong>apprehensio (amotio)<\/strong>, com \u00eanfase nos dois elementos dispens\u00e1veis que as bancas adoram cobrar: n\u00e3o se exige brevidade m\u00ednima de posse, e n\u00e3o se exige que a posse seja mansa, pac\u00edfica ou desvigiada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th><strong>Teoria<\/strong><\/th><th><strong>Momento da Consuma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/th><th><strong>Exige posse mansa e pac\u00edfica?<\/strong><\/th><th><strong>Adotada pelo STJ?<\/strong><\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Contrectatio<\/td><td>Contato com a coisa<\/td><td>N\u00e3o<\/td><td>N\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>Apprehensio (amotio)<\/td><td>Invers\u00e3o da posse, ainda que breve<\/td><td>N\u00e3o<\/td><td>Sim (Tema 934)<\/td><\/tr><tr><td>Ablatio<\/td><td>Transporte do bem<\/td><td>N\u00e3o<\/td><td>N\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>Ilatio<\/td><td>Chegada ao local de destino<\/td><td>Sim<\/td><td>N\u00e3o<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text\" style=\"grid-template-columns:15% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-113639 size-full\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09.png 1024w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-300x300.png 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-150x150.png 150w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-768x768.png 768w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-80x80.png 80w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-380x380.png 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-800x800.png 800w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-24x24.png 24w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-48x48.png 48w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/20004743\/ChatGPT-Image-17-de-abr.-de-2025-01_53_09-96x96.png 96w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><mark style=\"background-color:#cf2e2e\" class=\"has-inline-color has-white-color\"><strong>Aten\u00e7\u00e3o para concursos:<\/strong><\/mark> A persegui\u00e7\u00e3o imediata ap\u00f3s a subtra\u00e7\u00e3o n\u00e3o afasta a consuma\u00e7\u00e3o. O agente que sai da loja com o produto, \u00e9 visto pelo seguran\u00e7a e imediatamente perseguido, praticou furto consumado, n\u00e3o tentado. <strong>Esse \u00e9 o ponto que elimina candidatos que confundem \u201cposse mansa e pac\u00edfica\u201d com \u201cposse de fato\u201d: o STJ exige apenas a segunda.<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-articulacao-entre-os-tres-blocos-como-fica-o-furto-com-rompimento-de-obstaculo\"><span id=\"5-articulacao-entre-os-tres-blocos-como-fica-o-furto-com-rompimento-de-obstaculo\"><strong>5. Articula\u00e7\u00e3o entre os tr\u00eas Blocos: Como fica o furto com rompimento de obst\u00e1culo?<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o de 2026 conecta os tr\u00eas blocos doutrin\u00e1rios de forma exemplar e serve como modelo de racioc\u00ednio para quest\u00f5es discursivas integradas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso, os agentes romperam o cadeado e danificaram a porta, mas n\u00e3o chegaram a tomar contato com qualquer bem do interior. A consuma\u00e7\u00e3o, pela teoria da apprehensio, exigiria a invers\u00e3o da posse de algum bem. A tentativa, nos termos do art. 14, II, exigiria in\u00edcio dos atos execut\u00f3rios seguido de n\u00e3o consuma\u00e7\u00e3o por fator alheio \u00e0 vontade. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A quest\u00e3o era: o rompimento do obst\u00e1culo, sem contato com nenhum bem, \u00e9 execu\u00e7\u00e3o ou prepara\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O STJ respondeu: \u00e9 execu\u00e7\u00e3o. O rompimento do obst\u00e1culo, ato que integra a qualificadora do furto (art. 155, \u00a7 4\u00ba, I, do CP), representa in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o do crime porque evidencia, de forma inequ\u00edvoca e \u00e0 luz do plano concreto dos agentes, o in\u00edcio da agress\u00e3o ao bem jur\u00eddico, com periclita\u00e7\u00e3o relevante e imediata do patrim\u00f4nio da v\u00edtima. Aplicada a teoria objetivo-formal temperada, os atos perif\u00e9ricos ao verbo nuclear j\u00e1 s\u00e3o execut\u00f3rios quando sua conex\u00e3o com a agress\u00e3o ao bem jur\u00eddico \u00e9 inequ\u00edvoca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O resultado dogm\u00e1tico \u00e9 preciso: tentativa de furto qualificado pelo rompimento de obst\u00e1culo, com causa de diminui\u00e7\u00e3o de pena de um a dois ter\u00e7os a ser graduada conforme o iter percorrido (agentes foram detidos logo ap\u00f3s o rompimento, sem contato com qualquer bem, o que sugere dist\u00e2ncia relevante da consuma\u00e7\u00e3o e, portanto, maior redu\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#ae8802\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-white-color\">Quest\u00e3o Simulada Comentada<\/mark><\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bordered\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jo\u00e3o e Pedro foram flagrados pela pol\u00edcia ao tentar arrombar a porta de um estabelecimento comercial ap\u00f3s destru\u00edrem o cadeado. Nenhum bem foi subtra\u00eddo. Posteriormente, em outro caso, Carlos foi perseguido imediatamente ap\u00f3s sair de uma loja com mercadorias escondidas sob a roupa, sendo detido a cinquenta metros do estabelecimento. Com base na dogm\u00e1tica penal e na jurisprud\u00eancia do STJ, assinale a alternativa correta:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">a) Jo\u00e3o e Pedro praticaram ato meramente preparat\u00f3rio, pois a subtra\u00e7\u00e3o de coisa alheia m\u00f3vel n\u00e3o teve in\u00edcio, sendo at\u00edpica a conduta segundo a teoria objetivo-formal adotada pelo STJ.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">b) A teoria objetivo-formal pura \u00e9 adotada integralmente pelo STJ para distinguir atos preparat\u00f3rios de atos execut\u00f3rios, de modo que apenas o ingresso no verbo nuclear do tipo configura in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">c) Conforme tese fixada pelo STJ em sede de recurso repetitivo (Tema 934), o furto se consuma com a invers\u00e3o da posse de fato da res furtiva, sendo prescind\u00edvel que o agente obtenha posse mansa, pac\u00edfica ou desvigiada do bem subtra\u00eddo, de modo que Carlos praticou furto consumado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">d)  O C\u00f3digo Penal adotou a teoria subjetiva como regra na disciplina da tentativa, equiparando sua pena \u00e0 do crime consumado, salvo disposi\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio que determine redu\u00e7\u00e3o de um a dois ter\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">e) O quantum de redu\u00e7\u00e3o da pena pela tentativa \u00e9 fixado com base na gravidade abstrata do crime, sendo irrelevante a extens\u00e3o do iter criminis percorrido pelo agente antes da interrup\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gabarito: Alternativa C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Alternativa C \u2014 CORRETA.<\/strong> O Tema 934 do STJ (REsp 1.524.450-RJ, 3\u00aa Se\u00e7\u00e3o, 2015) fixou que o furto se consuma com a posse de fato da res furtiva, ainda que por breve espa\u00e7o de tempo e seguida de persegui\u00e7\u00e3o ao agente, sendo prescind\u00edvel a posse mansa, pac\u00edfica ou desvigiada. Carlos, ao sair do estabelecimento com as mercadorias sob o controle f\u00e1tico, operou a invers\u00e3o da posse; a persegui\u00e7\u00e3o imediata e a deten\u00e7\u00e3o a cinquenta metros n\u00e3o afastam a consuma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Alternativa A \u2014 INCORRETA.<\/strong> O STJ aplica a teoria objetivo-formal em vers\u00e3o temperada (AgRg no REsp 2.255.737-MG, 2026): atos perif\u00e9ricos ao verbo nuclear configuram in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o quando evidenciam, \u00e0 luz do plano concreto do agente, periclita\u00e7\u00e3o relevante e imediata do bem jur\u00eddico. O rompimento do cadeado e a danifica\u00e7\u00e3o da porta integram o iter execut\u00f3rio do furto qualificado, n\u00e3o ato meramente preparat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Alternativa B \u2014 INCORRETA.<\/strong> O STJ parte da teoria objetivo-formal, mas a aplica de forma temperada, distinguindo o come\u00e7o de execu\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o t\u00edpica (ingresso no verbo) do in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o do crime (atos perif\u00e9ricos com periclita\u00e7\u00e3o imediata do bem jur\u00eddico). A teoria objetivo-formal pura, aplicada isoladamente, levaria \u00e0 absolvi\u00e7\u00e3o no caso do cadeado rompido, resultado que o STJ expressamente recusou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Alternativa D \u2014 INCORRETA.<\/strong> O C\u00f3digo Penal adotou a teoria <strong>objetiva<\/strong> como regra, e n\u00e3o a subjetiva. O par\u00e1grafo \u00fanico do art. 14 prev\u00ea que a tentativa \u00e9 punida com a pena do crime consumado <strong>reduzida de um a dois ter\u00e7os<\/strong>. A ressalva \u201csalvo disposi\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio\u201d permite que o legislador adote, excepcionalmente, a teoria subjetiva em tipos espec\u00edficos (ex.: art. 352 do CP), punindo tentativa e consuma\u00e7\u00e3o com a mesma pena. A alternativa inverte a regra e a exce\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Alternativa E \u2014 INCORRETA.<\/strong> O STJ consolidou que o quantum de redu\u00e7\u00e3o pela tentativa deve considerar o <strong>iter criminis percorrido<\/strong>: quanto mais pr\u00f3ximo da consuma\u00e7\u00e3o chegou o agente, menor a redu\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel; quanto mais distante, maior. A gravidade abstrata do crime n\u00e3o \u00e9 o par\u00e2metro correto e sua utiliza\u00e7\u00e3o isolada configura erro de dosimetria.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-fechamento-estrategico-o-que-memorizar-para-sua-prova\"><span id=\"7-fechamento-estrategico-o-que-memorizar-para-sua-prova\"><strong>7. Fechamento Estrat\u00e9gico: O que memorizar para sua prova<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui, j\u00e1 est\u00e1 \u00e0 frente de 90% dos concurseiros que estudam iter criminis e tentativa de forma isolada, sem articular os institutos com a jurisprud\u00eancia consolidada.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list is-style-cnvs-list-styled-positive\">\n<li><strong>O STJ adota a teoria objetivo-formal temperada: <\/strong>o in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o abrange tanto o ingresso no verbo nuclear quanto atos perif\u00e9ricos que, \u00e0 luz do plano concreto do agente, evidenciem periclita\u00e7\u00e3o relevante e imediata do bem jur\u00eddico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rompimento de obst\u00e1culo no furto qualificado configura in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o do crime<\/strong>, n\u00e3o ato preparat\u00f3rio, mesmo que o agente n\u00e3o tenha tocado nos bens da v\u00edtima (AgRg no REsp 2.255.737-MG, STJ, 2026).<\/li>\n\n\n\n<li>O <strong>C\u00f3digo Penal adotou a teoria objetiva temperada na tentativa:<\/strong> regra \u00e9 pena reduzida de um a dois ter\u00e7os; exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a teoria subjetiva quando prevista expressamente no tipo (ex.: art. 352 do CP).<\/li>\n\n\n\n<li>O <strong>quantum de redu\u00e7\u00e3o na tentativa \u00e9 graduado pelo iter percorrido:<\/strong> proximidade da consuma\u00e7\u00e3o determina menor redu\u00e7\u00e3o; dist\u00e2ncia determina maior redu\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>O <strong>furto se consuma pela teoria da apprehensio (amotio):<\/strong> invers\u00e3o da posse de fato, ainda que breve e seguida de persegui\u00e7\u00e3o imediata. Posse mansa, pac\u00edfica e desvigiada s\u00e3o prescind\u00edveis (Tema 934, STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cogita\u00e7\u00e3o:<\/strong> sempre impun\u00edvel. Prepara\u00e7\u00e3o: impun\u00edvel em regra, salvo quando o pr\u00f3prio ato preparat\u00f3rio configura crime aut\u00f4nomo (ex.: associa\u00e7\u00e3o criminosa, art. 288 do CP).<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>qualificadora do rompimento de obst\u00e1culo integra o iter execut\u00f3rio do furto qualificado:<\/strong> o ato que configura a qualificadora pode ser simultaneamente o primeiro ato execut\u00f3rio do crime.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para aprofundar o tema das qualificadoras do furto e sua rela\u00e7\u00e3o com a dosimetria da pena, leia tamb\u00e9m nosso artigo \u201cSTJ ressignifica o Tema 934 no Informativo 886 e redefine a linha entre Apprehensio e Amotio\u201d: <a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/furto-consumado-ou-tentado\/\">https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/furto-consumado-ou-tentado\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Domine esse tema e transforme conhecimento em pontos na sua prova. Bons estudos e rumo \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\" style=\"font-size:20px\"><strong>Quer saber tudo sobre concursos previstos?<br>Confira nossos artigos!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#da9c28;font-size:18px\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-abertos-carreiras-juridicas\/\" target=\"_blank\" ><strong>Concursos Abertos<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-background wp-block-paragraph\" style=\"background-color:#da9c28;font-size:18px\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-juridicos-2026-prepare-se-para-os-proximos-editais\/\" target=\"_blank\" ><strong>Concursos 2026<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"At\u00e9 onde vai a execu\u00e7\u00e3o do furto qualificado? 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