{"id":108085,"date":"2025-03-26T09:51:44","date_gmt":"2025-03-26T12:51:44","guid":{"rendered":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/?p=108085"},"modified":"2025-04-24T15:31:03","modified_gmt":"2025-04-24T18:31:03","slug":"audiencia-conciliacao-obrigatoria-stj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/audiencia-conciliacao-obrigatoria-stj\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o quando parte manifesta desinteresse"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"739\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-1024x739.jpg\" alt=\"audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o\" class=\"wp-image-108089\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-1024x739.jpg 1024w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-300x217.jpg 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-768x554.jpg 768w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-1536x1109.jpg 1536w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-380x274.jpg 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-800x578.jpg 800w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-1160x838.jpg 1160w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together-150x108.jpg 150w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/26093235\/business-people-shaking-hands-together.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>De in\u00edcio, vale frisar que o recente julgamento iniciado pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) traz \u00e0 tona uma importante discuss\u00e3o sobre a obrigatoriedade das audi\u00eancias de concilia\u00e7\u00e3o no processo civil brasileiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos compreender essa quest\u00e3o de forma aprofundada, bem como te preparar lato sensu, sobre esse assunto que j\u00e1 cai MUITO em provas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contextualizando-a-controversia-justica-multiporta\"><span id=\"contextualizando-a-controversia-justica-multiporta\">Contextualizando a controv\u00e9rsia \u2013 Justi\u00e7a Multiporta<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>A concilia\u00e7\u00e3o, media\u00e7\u00e3o e arbitragem eram tradicionalmente chamadas de m\u00e9todos alternativos de solu\u00e7\u00e3o dos conflitos. Com o advento do CPC\/2015, contudo, a doutrina afirma que elas n\u00e3o devem mais ser consideradas uma \u201calternativa\u201d, como se fosse acess\u00f3rio a algo principal (ou oficial).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a concep\u00e7\u00e3o atual, a concilia\u00e7\u00e3o, a media\u00e7\u00e3o e a arbitragem integram, em conjunto com a jurisdi\u00e7\u00e3o, um novo modelo que \u00e9 chamado de \u201cJusti\u00e7a Multiportas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia geral da Justi\u00e7a Multiportas \u00e9, portanto, a de que a atividade jurisdicional estatal n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica nem a principal op\u00e7\u00e3o das partes para colocarem fim ao lit\u00edgio, existindo outras possibilidades de pacifica\u00e7\u00e3o social. Assim, para cada tipo de lit\u00edgio existe uma forma mais adequada de solu\u00e7\u00e3o. A jurisdi\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 apenas mais uma dessas op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o CPC\/2015 prev\u00ea expressamente a possibilidade da arbitragem (art. 3, \u00a71\u00ba) e a obrigatoriedade, como regra geral, de ser designada audi\u00eancia de media\u00e7\u00e3o ou concilia\u00e7\u00e3o (art. 334, caput), v\u00e1rios doutrinadores afirmam que o novo C\u00f3digo teria adotado o modelo ou sistema multiportas de solu\u00e7\u00e3o de lit\u00edgios (multi-door system).<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos como Leonardo Cunha, com seu costumeiro brilhantismo, explica o tema:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bg-light has-background\" style=\"background-color:#00fc501a\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p>\u201cCostumam-se chamar de \u2018meios alternativos de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos\u2019 a media\u00e7\u00e3o, a concilia\u00e7\u00e3o e a arbitragem (Alternative Dispute Resolution &#8211; ADR).<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos mais recentes demonstram que tais meios n\u00e3o seriam \u2018alternativos\u2019: mas sim integrados, formando um modelo de sistema de justi\u00e7a multiportas. Para cada tipo de controv\u00e9rsia, seria adequada uma forma de solu\u00e7\u00e3o, de modo que h\u00e1 casos em que a melhor solu\u00e7\u00e3o h\u00e1 de ser obtida pela media\u00e7\u00e3o, enquanto outros, pela concilia\u00e7\u00e3o, outros, pela arbitragem e, finalmente, os que se resolveriam pela decis\u00e3o do juiz estatal.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 casos, ent\u00e3o, em que o meio alternativo \u00e9 que seria o da justi\u00e7a estatal. A express\u00e3o multiportas decorre de uma met\u00e1fora: seria como se houvesse, no \u00e1trio do f\u00f3rum, v\u00e1rias portas; a depender do problema apresentado, as partes seriam encaminhadas para a porta da media\u00e7\u00e3o, ou da concilia\u00e7\u00e3o, ou da arbitragem, ou da pr\u00f3pria justi\u00e7a estatal.<\/p>\n\n\n\n<p>O direito brasileiro, a partir da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 125\/2010 do Conselho Nacional de Justi\u00e7a e com o C\u00f3digo de Processo Civil de 2015, caminha para a constru\u00e7\u00e3o de um processo civil e sistema de justi\u00e7a multiportas, com cada caso sendo indicado para o m\u00e9todo ou t\u00e9cnica mais adequada para a solu\u00e7\u00e3o do conflito. O Judici\u00e1rio deixa de ser um lugar de julgamento apenas para ser um local de resolu\u00e7\u00e3o de disputas. Trata-se de uma importante mudan\u00e7a paradigm\u00e1tica. N\u00e3o basta que o caso seja julgado; \u00e9 preciso que seja conferida uma solu\u00e7\u00e3o adequada que fa\u00e7a com que as partes saiam satisfeitas com o resultado.\u201d <br><br><strong>(CUNHA, Leonardo Carneiro da. A Fazenda P\u00fablica em Ju\u00edzo. 13\u00aa ed., Rio de Janeiro: Forense, p. 637).<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Marco Aur\u00e9lio Peixoto e Renata Peixoto, citando a li\u00e7\u00e3o de Rafael Alves de Almeida, T\u00e2nia Almeida e Mariana Hernandez Crespo apontam as vantagens do sistema multiportas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list is-style-cnvs-list-styled-positive\">\n<li>o cidad\u00e3o assumiria o protagonismo da solu\u00e7\u00e3o de seu problema, com maior comprometimento e responsabiliza\u00e7\u00e3o acerca dos resultados;<\/li>\n\n\n\n<li>est\u00edmulo \u00e0 autocomposi\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>maior efici\u00eancia do Poder Judici\u00e1rio, porquanto caberia \u00e0 solu\u00e7\u00e3o jurisdicional apenas os casos mais complexos, quando invi\u00e1vel a solu\u00e7\u00e3o por outros meios ou quando as partes assim o desejassem;<\/li>\n\n\n\n<li>transpar\u00eancia, ante o conhecimento pr\u00e9vio pelas partes acerca dos procedimentos dispon\u00edveis para a solu\u00e7\u00e3o do conflito.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>(PEIXOTO, Marco Aur\u00e9lio Ventura; PEIXOTO, Renata Cortez Vieira. Fazenda P\u00fablica e Execu\u00e7\u00e3o. Salvador: Juspodivm, 2018, p. 118).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A origem dessa express\u00e3o \u201cJusti\u00e7a Multiportas\u201d remonta aos estudos do Professor Frank Sander, da Faculdade de Direito de Harvard, que mencionava, j\u00e1 em 1976, a necessidade de existir um Tribunal Multiportas, ou \u201ccentro abrangente de justi\u00e7a\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa linha, o C\u00f3digo de Processo Civil de 2015 (CPC\/2015) trouxe uma importante inova\u00e7\u00e3o ao estabelecer a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o como uma etapa praticamente obrigat\u00f3ria do processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, a pergunta central que se coloca e chegou no STJ \u00e9 a seguinte: <strong>essa audi\u00eancia deve ocorrer mesmo quando apenas uma das partes manifesta desinteresse<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<p>Perceba, esta \u00e9 uma quest\u00e3o crucial que afeta diretamente o dia a dia dos tribunais brasileiros e a efici\u00eancia da presta\u00e7\u00e3o jurisdicional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-diz-o-cpc\"><span id=\"o-que-diz-o-cpc\">O que diz o CPC?<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>De in\u00edcio, para entendermos a controv\u00e9rsia, precisamos analisar o texto legal. O artigo 334 do CPC estabelece:<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">\"Art. 334. Se a peti\u00e7\u00e3o inicial preencher os requisitos essenciais e n\u00e3o for o caso de improced\u00eancia liminar do pedido, o juiz designar\u00e1 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o ou de media\u00e7\u00e3o com anteced\u00eancia m\u00ednima de 30 (trinta) dias, devendo ser citado o r\u00e9u com pelo menos 20 (vinte) dias de anteced\u00eancia.\"<\/pre>\n\n\n\n<p>Ademais, o par\u00e1grafo 4\u00ba do mesmo artigo traz as exce\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">\u00a7 4\u00ba A audi\u00eancia n\u00e3o ser\u00e1 realizada:<br><br>I - se ambas as partes manifestarem, expressamente, desinteresse na composi\u00e7\u00e3o consensual;<br><br>II - quando n\u00e3o se admitir a autocomposi\u00e7\u00e3o.\"<\/pre>\n\n\n\n<p>Ora, interpretando literalmente o inciso I, a audi\u00eancia s\u00f3 poderia ser dispensada quando <strong>AMBAS<\/strong> as partes manifestam desinteresse.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, se apenas uma manifesta desinteresse e a outra quer tentar o acordo, a audi\u00eancia seria obrigat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-duas-correntes-interpretativas\"><span id=\"duas-correntes-interpretativas\">Duas correntes interpretativas<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Assim, existem <strong>duas formas principais de interpretar esse dispositivo<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bordered has-background\" style=\"background-color:#fcb90026\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p><strong>Interpreta\u00e7\u00e3o literal<\/strong>: A audi\u00eancia s\u00f3 pode ser dispensada quando <strong>ambas as partes n\u00e3o t\u00eam interesse<\/strong>. Esta interpreta\u00e7\u00e3o prioriza o est\u00edmulo \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o consensual de conflitos, um dos pilares do CPC\/2015.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bordered has-background\" style=\"background-color:#fcb90026\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p><strong>Interpreta\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica e teleol\u00f3gica<\/strong>: O juiz pode dispensar a audi\u00eancia <strong>mesmo quando apenas uma parte manifesta desinteresse<\/strong>, se as circunst\u00e2ncias indicarem baixa probabilidade de acordo ou risco \u00e0 dura\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel do processo.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-caso-concreto\"><span id=\"caso-concreto\">Caso concreto<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>No caso analisado pelo STJ, o juiz de primeira inst\u00e2ncia dispensou a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o em uma a\u00e7\u00e3o entre compradores e uma construtora, considerando que, i) j\u00e1 haviam ocorrido tentativas frustradas de acordo extrajudicial; ii) a agenda para audi\u00eancias estava lotada, o que atrasaria significativamente o processo<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, o Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais, por\u00e9m, anulou essa decis\u00e3o, entendendo que a audi\u00eancia seria obrigat\u00f3ria quando pelo menos uma das partes manifestasse interesse.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A posi\u00e7\u00e3o da relatora no STJ<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ministra Maria Isabel Gallotti, relatora do caso no STJ, prop\u00f4s uma <strong>interpreta\u00e7\u00e3o mais flex\u00edvel da regra<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">\"1) Se as circunst\u00e2ncias do caso indicarem ser improv\u00e1vel o consenso ou que o ato colocaria em risco a dar dura\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel do processo, a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o ou media\u00e7\u00e3o do art. 334 da CPC pode ser dispensada com a devida fundamenta\u00e7\u00e3o.\n\n2) Diante da inexist\u00eancia de preju\u00edzo, a aus\u00eancia de designa\u00e7\u00e3o de audi\u00eancia n\u00e3o gera nulidade, podendo o tribunal de segundo grau, se for o caso, determinar a sua realiza\u00e7\u00e3o no ju\u00edzo de origem ou no pr\u00f3prio tribunal nos termos do art. 938 par\u00e1grafo 1\u00ba do CPC.\"\n<\/pre>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bordered\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-media-text\" style=\"grid-template-columns:26% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"484\" height=\"410\" src=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/06210003\/484-410-max.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-86519 size-full\" srcset=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/06210003\/484-410-max.png 484w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/06210003\/484-410-max-300x254.png 300w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/06210003\/484-410-max-380x322.png 380w, https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/06210003\/484-410-max-150x127.png 150w\" sizes=\"(max-width: 484px) 100vw, 484px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p style=\"font-size:18px\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">Em outras palavras, podemos assim traduzir:<\/mark><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>O juiz, conhecedor das particularidades do caso, deve ter a prerrogativa de avaliar se a audi\u00eancia \u00e9 o meio mais eficiente para resolver o conflito.<\/li>\n\n\n\n<li>A audi\u00eancia <strong>pode ser dispensada<\/strong> quando:<br>&#8211; As <strong>circunst\u00e2ncias<\/strong> indicarem ser <strong>improv\u00e1vel o consenso<\/strong><br>&#8211; A realiza\u00e7\u00e3o do ato <strong>colocaria em risco a dura\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel do processo<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>A dispensa deve ser devidamente <strong>fundamentada pelo magistrado<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>A aus\u00eancia de audi\u00eancia <strong>n\u00e3o gera automaticamente nulidade processual<\/strong>, especialmente se n\u00e3o houver preju\u00edzo demonstrado<\/li>\n<\/ol>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>No caso concreto, a ministra Relatora entendeu que o ju\u00edzo de origem justificou adequadamente a dispensa da audi\u00eancia, diante das tentativas frustradas de composi\u00e7\u00e3o e da demora que o agendamento acarretaria.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, votou por negar provimento ao recurso especial.<\/p>\n\n\n\n<p>O julgamento do STJ, ainda n\u00e3o finalizado devido ao pedido de vista da ministra Nancy Andrighi, mas sinaliza uma tend\u00eancia de interpreta\u00e7\u00e3o mais equilibrada do art. 334 do CPC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><mark style=\"background-color:#ffffff\" class=\"has-inline-color\">Isso com certeza cair\u00e1 em provas!<\/mark><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-outros-entendimentos-relevantes-sobre-a-audiencia-de-conciliacao\"><span id=\"outros-entendimentos-relevantes-sobre-a-audiencia-de-conciliacao\">Outros entendimentos relevantes sobre a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o:<\/span><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-shadow\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p><strong>Caso hipot\u00e9tico:<\/strong> Jo\u00e3o acumulou d\u00edvidas com diversas institui\u00e7\u00f5es financeiras, enquadrando-se no conceito de superendividado do art. 54-A, \u00a7 1\u00ba, do CDC. Ele buscou a repactua\u00e7\u00e3o judicial dessas d\u00edvidas com base na Lei n\u00ba 14.181\/2021 (Lei do Superendividamento), propondo um plano de pagamento que preservava o m\u00ednimo existencial. O Banco do Brasil, um de seus credores, n\u00e3o compareceu \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o da fase pr\u00e9-processual. Diante disso, o juiz aplicou contra a institui\u00e7\u00e3o financeira as san\u00e7\u00f5es previstas no \u00a7 2\u00ba do art. 104-A do CDC.<\/p>\n\n\n\n<p>O Banco recorreu argumentando que tais san\u00e7\u00f5es s\u00f3 poderiam ser aplicadas na fase judicial e que n\u00e3o haveria dever legal de concilia\u00e7\u00e3o devido ao princ\u00edpio da autonomia privada.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>No entanto, o STJ manteve as san\u00e7\u00f5es, decidindo que elas podem ser aplicadas j\u00e1 na fase pr\u00e9-processual, pois o comparecimento \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o constitui um dever anexo do contrato, fundamentado no princ\u00edpio da boa-f\u00e9 objetiva.<\/p>\n\n\n\n<p>STJ. 3\u00aa Turma.REsp 2.168.199-RS, Rel. Min. Ricardo Villas B\u00f4as Cueva, julgado em 3\/12\/2024 (Info 836).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o cabe a aplica\u00e7\u00e3o de multa pelo n\u00e3o comparecimento pessoal \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o<\/strong>, por ato atentat\u00f3rio \u00e0 dignidade da Justi\u00e7a, quando a parte estiver representada por advogado com poderes espec\u00edficos para transigir.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso est\u00e1 expressamente previsto no \u00a7 10 do art. 334 do CPC\/2015:<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">Art. 334 (...) \u00a7 10. A parte poder\u00e1 constituir representante, por meio de procura\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, com poderes para negociar e transigir.<br><br>STJ. 4\u00aa Turma. AgInt no RMS 56422-MS, Rel. Min. Raul Ara\u00fajo, julgado em 08\/06\/2021 (Info 700).<\/pre>\n\n\n\n<p>A nova legisla\u00e7\u00e3o processual civil instrumentaliza a denominada Justi\u00e7a Multiportas, incentivando a solu\u00e7\u00e3o consensual dos conflitos, especialmente por meio das modalidades de concilia\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O art. 334 do CPC estabelece a obrigatoriedade da realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o ou de media\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o comparecendo o INSS \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o, inevit\u00e1vel a aplica\u00e7\u00e3o da multa prevista no art. 334, \u00a7 8\u00ba do CPC\/2015, que estabelece que o n\u00e3o comparecimento injustificado do autor ou do r\u00e9u \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o \u00e9 considerado ato atentat\u00f3rio \u00e0 dignidade da Justi\u00e7a e ser\u00e1 sancionado com multa de at\u00e9 2% da vantagem econ\u00f4mica pretendida ou do valor da causa, revertida em favor da Uni\u00e3o ou do Estado. Qualquer interpreta\u00e7\u00e3o que relativize esse dispositivo ser\u00e1 um retrocesso na evolu\u00e7\u00e3o do Direito pela via jurisdicional \u00e9 um desservi\u00e7o \u00e0 Justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>STJ. 1\u00aa Turma. REsp 1769949-SP, Rel. Min. Napole\u00e3o Nunes Maia Filho, julgado em 08\/09\/2020 (Info 680).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:20px\"><strong>Como o tema j\u00e1 caiu em provas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bordered\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p><strong>FGV &#8211; 2023 &#8211; PGM &#8211; Niteroi &#8211; Procurador do Munic\u00edpio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ajuizada em face da Fazenda P\u00fablica demanda envolvendo direito que admite autocomposi\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o sendo o caso de indeferimento da peti\u00e7\u00e3o inicial ou de improced\u00eancia liminar do pedido, o juiz da causa determinou a cita\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica de direito p\u00fablico e designou audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o, por entender que era poss\u00edvel a resolu\u00e7\u00e3o do conflito por autocomposi\u00e7\u00e3o. Nesse quadro, \u00e9 correto afirmar que o juiz da causa atuou:<\/p>\n\n\n\n<p>a) equivocadamente, uma vez que deveria ter determinado a cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u para apresentar resposta;<\/p>\n\n\n\n<p>b) equivocadamente, uma vez que a Fazenda P\u00fablica deveria ter sido citada para informar se desejava ou n\u00e3o participar da audi\u00eancia;<\/p>\n\n\n\n<p>c) corretamente, uma vez que a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o deve ser designada independentemente de se admitir ou n\u00e3o autocomposi\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>d) corretamente, uma vez que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Fazenda P\u00fablica, \u00e9 obrigat\u00f3ria a designa\u00e7\u00e3o da audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>e) corretamente, uma vez que a Fazenda P\u00fablica pode resolver o conflito por autocomposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito: Letra E<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-style-cnvs-block-bordered cnvs-block-core-group-1742992486936\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CAVALCANTE, M\u00e1rcio Andr\u00e9 Lopes.<a href=\"https:\/\/buscadordizerodireito.com.br\/jurisprudencia\/detalhes\/58ec72df0caca51df569d0b497c33805\">&nbsp;\u00c9 aplic\u00e1vel ao INSS a multa prevista no art. 334, \u00a7 8\u00ba, do CPC\/2015, quando a parte autora manifestar interesse na realiza\u00e7\u00e3o da&nbsp;audi\u00eancia&nbsp;de&nbsp;concilia\u00e7\u00e3o&nbsp;e a autarquia n\u00e3o comparecer no feito, mesmo que tenha manifestado seu desinteresse previamente. <\/a>Buscador Dizer o Direito, Manaus. Acesso em: 23\/03\/2025<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/quentes\/426655\/audiencia-de-conciliacao-e-obrigatoria-se-uma-parte-recusa-stj-julga\">https:\/\/www.migalhas.com.br\/quentes\/426655\/audiencia-de-conciliacao-e-obrigatoria-se-uma-parte-recusa-stj-julga<\/a><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:20px\"><strong>Quer saber quais ser\u00e3o os pr\u00f3ximos concursos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse has-text-align-center\">Confira nossos&nbsp;<a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/\" target=\"_blank\" >artigos para Carreiras Jur\u00eddicas<\/a>!<\/pre>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-723b3278bf14a50a5e7b7e937b9a17d4\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-abertos-carreiras-juridicas\/\">Concursos jur\u00eddicos abertos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><a href=\"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/concursos-2025-carreiras-juridicas\/\" target=\"_blank\" >Concursos jur\u00eddicos 2025<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"De in\u00edcio, vale frisar que o recente julgamento iniciado pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) traz \u00e0 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Autor do livro \u201cReforma Tribut\u00e1ria Comentada e Esquematizada\u201d, \\\"Manual de Processo Tribut\u00e1rio: Administrativo e Judicial\\\" pela editora Juspodivm Parecerista na Revista de Estudos Jur\u00eddicos do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (REJuriSTJ)\",\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/lattes.cnpq.br\\\/5755137268084324\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/felipe_duque\\\/\",\"https:\\\/\\\/br.linkedin.com\\\/in\\\/felipe-duque-56954638\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/https:\\\/\\\/x.com\\\/ProfessorDuque\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/@felipeduque-experienciasco5797\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/cj.estrategia.com\\\/portal\\\/author\\\/felipe-duque\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o quando parte manifesta desinteresse","description":"Descubra se a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria quando apenas uma das partes manifesta desinteresse, conforme entendimento do STJ.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/audiencia-conciliacao-obrigatoria-stj\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o quando parte manifesta desinteresse","og_description":"Descubra se a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria quando apenas uma das partes manifesta desinteresse, conforme entendimento do STJ.","og_url":"https:\/\/cj.estrategia.com\/portal\/audiencia-conciliacao-obrigatoria-stj\/","og_site_name":"Blog - 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